Categoria: divulgação

  • Nova edição da Revista Cajueiro no ar

    Convidamos a todos e todas para prestigiarem a nova edição da Revista Cajueiro: Ciência da Informação e Cultura da Leitura – v. 3 n. 1 (2021): nov. 2020/maio 2021.

    O leitor de quadrinhos na internet: alguns apontamentos a
    respeito do impacto das tecnologias digitais na leitura, de Maiara Alvim de
    Almeida

    Reflexões sobre a leitura de histórias em quadrinhos como
    forma de lazer, de Rubem Borges Teixeira Ramos

    Plus Ultra: os heróis e o monopólio da violência em Boku no
    Hero Academia, de Gustavo Montalvão Freixo

    Como os rótulos afetam a percepção de gênero em Cumbe, de Stephany
    Justine Ganga

    Guerra fria em charges:Gazeta de Leopoldina (1951), de Natania
    Aparecida da Silva Nogueira

    História em quadrinhos e a declaração universal dos direitos
    humanos: um diálogo imprescindível na educação escolar, de Celso Fabiano dos
    Santos

    Estudos de Caso e Relatos de Pesquisa- A gestão arquivística
    no Hospital Universitário de Sergipe: estudo de caso a partir dos prontuários
    médicos, de Alessandra dos Santos Araújo, Wendia Oliveira de Andrade, Verônica
    dos Santos Barboza

    A experiência do curso de extensão em EAD (moodle-ipê): o
    fanzine, zine e biograficzine para um reconhecimento destas revistas
    independentes e sua aplicação escolar, de Gazy Andraus

    Carta-Projeto de Lei Sobrepõe Questão Ética na Comunicação
    Científica Brasileira, de Telma de Carvalho

    Acesse em https://seer.ufs.br/index.php/Cajueiro/issue/view/1130 

  • Zines e diversidade

     

    Os parceiros da Fanzinoteca IFF Macaé fizeram uma seleção de seu acervo para celebrar e reafirmar que os/as zines são esta diversidade toda, para todos, todas e todes. 
    Acesse os zines sobre tematica LGBTQIA+ e temas afins na ZINETECA VIRTUAL COLABORATIVA:


    E para conhecer a Fanzinoteca e o projeto IFanzine, uma ação extensionista mantenedora da Fanzinoteca IFF Macaé, que promove o fanzine na educação e a cultura zineira num contexto intergeracional, coordenada pelo zineiro e designer gráfico Alberto de Souza – Beralto, acesse


  • CAFÉ COM ASPAS – UM ESPAÇO PARA FALAR DE QUADRINHOS E PESQUISA

    Neste último domingo, dia 27 de setembro de 2020, a ASPAS inaugurou oficialmente seu canal no Youtube com o programa “Café com ASPAS”.  O “Café com ASPAS” é
    uma iniciativa da associação, com o objetivo de discutir questões relativas às histórias em quadrinhos e cultura pop, dentro de uma perspectiva acadêmica, e oferecer ao público geral a oportunidade de conhecer o que está sendo feito nesta área, além de abordar temas gerais.

    Um novo programa vídeo será lançado a quinzenalmente, sempre aos domingos, às 17h, e irá girar em torno de um tema proposto pelos associados. O primeiro foi sobre “Biografia e quadrinhos” e teve a participação de diversos pesquisadores brasileiros como Sônia Luyten, Amaro Xavier Braga Jr e Valéria Aparecida Bari, entre outros.

    Confira o “Café com ASPAS” clicando aqui!

    Inscreva-se e curta nosso programa.

  • Klimt em quadrinho

    Organizado por Cátia Ana Baldoino da Silva, o ebook “Klimt em quadrinhos” contem oito histórias criadas por Bárbara Shiratsubaki de Sousa, Carlos Henrique, Carolina Moreira Chaves, Daniel Oliveira, Girleyne Costa, Helloysa V, Jaime Costa Jr, Kleber Antônio Santana, Leonardo Biasom e Ludmila de Melo. Os quadrinhos foram desenvolvidos durante o minicurso de extensão “Conhecendo e produzindo Histórias em Quadrinhos”, realizado em Goiânia-GO na Faculdade de Artes Visuais da UFG em julho de 2019, com apoio da Pró-reitoria de Extensão e Cultura da UFG (PROEC) e da Associação de Pesquisadores em Arte Sequencial (ASPAS).
    A turma foi composta por participantes da comunidade interna e externa da Universidade Federal de Goiás, instituição na qual a organizadora atua como Programadora Visual. Todas as narrativas partem da mesma premissa, proposta como exercício de criação durante o minicurso: a partir do quadro “O beijo”, de Gustav Klimt, construir uma pequena história, utilizando-o como ponto de partida, clímax ou desfecho. Assim, as histórias são releituras e desconstruções diversas do quadro, cada qual no estilo próprio de cada autor.
    O ebook é gratuito e pode ser acessado através do link:  http://bit.ly/Klimtemquadrinhos.
    Veja também a reportagem “Minicurso “Conhecendo e produzindo histórias em quadrinhos”
  • Butantã Gibicon está chegando

    Acontece no dia 01/12/2019 (domingo), das 09h às 20h na Casa de Cultura do Butantã, em São Paulo, a primeira edição da Butantã Gibicon. Um evento totalmente gratuito e livre para todas as idades e públicos interessados por quadrinhos e pelo universo das HQs.

     Butantã Gibicon foca direta e unicamente nas publicações (gibis) e no trabalho autoral dos artistas nacionais, com intuito de fomentar a produção da arte sequencial e a valorização da história do quadrinho nacional. E o evento já nasce grande: teremos cerca de 250 autores e editoras selecionadas apresentando e comercializando suas publicações, exposição de desenhos originais (Galeria 9ª Arte), oficinas e mesas de bate-papo com artistas e pesquisadores do universo das HQs, além de um espaço totalmente inclusivo e democrático para a participação de artistas que ficaram de fora da convocatória mas que poderão ali também apresentar e comercializar suas obras. A Butantã Gibicon contará com uma significativa parcela da atual cena do quadrinho brasileiro, não deixando de homenagear nesta primeira edição o grande cartunista Marcatti (57 anos), conhecido e respeitado representante do quadrinho underground no Brasil, tendo publicado em importantes revistas como Chiclete com Banana e Mad, além de ter feito capas de disco como Anarkophobia e Brasil, da banda Ratos de Porão.

    A ideia do evento Butantã Gibicon nasceu em 2018 pelo colecionador de quadrinhos Sandro Merg Vaz (47 anos), conhecido na cena do quadrinho paulista por apoiar amplamente projetos de financiamento coletivo e assim fomentar a produção e desenvolvimento de novos talentos nacionais. Sandro, que é morador do Jardim Trussardi, subdistrito do Butantã, deseja poder atrair mais pessoas para os espaços públicos de cultura, produzindo uma feira livre e sem fins lucrativos, fora dos circuitos tradicionais da Cidade de São Paulo. O evento, uma verdadeira “corrente do bem” ganhou força e adesão nos últimos meses, prometendo ser uma grande celebração dedicada e motivada pelos próprios artistas – muitos que cederam originais,  contribuíram com inéditos cartazes e divulgaram uma campanha crowdfunding para ajudar a financiar os custos.

    A Casa de Cultura Butantã  é situada a quinze minutos a pé da estação São Paulo Morumbi da Linha Amarela do Metrô. É um amplo e agradável espaço de convivência que oferece diversas oficinas gratuitas à comunidade, além de promover também eventos semanais e mensais, como sarau e exposições.

    Acompanhe a programação:

    Relação de participantes do Beco dos artistas: http://butantagibicon.com.br/beco-dos-artistas/

    Oficinas

    10h30 – 11h10 – “Criação de personagens para quadrinhos” com Nanda Grecco

    11h30 – 12h20 – “Quadrinhos, contando histórias” com Victor Zanellato

    13h30 – 14h10 – “Contação de histórias de terror” com Contos de Pandora

    14h30 – 15h10 – “Expressão e igualdade a partir dos quadrinhos” com Thania Thaddeu

    15h30 – 16h10 – “Escrita poética a partir dos quadrinhos” com Rogério Gonçalves

    16h30 – 18h10 – “Sessão de board e cardgames” com Gibiteca Balão

    18h30 – 19h10 – “Narrativas pessoais a partir dos quadrinhos” com Nelson Simplício

    Oficina de formação para professores :

    9h30 – 10h30 – “Uso dos quadrinhos na educação” com Natália Sierpinski
    Inscrições em: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdPzDGQ_uwYjRRS9ZnQd8thJxC18tHULeLhKUkL2EDyUm4_ZA/viewform

    Painel com homenageado do evento:

    12h00 – 12h50 – “Inês e Pedro, a história e o quadrinho” com Francisco Marcatti e Libânia Molina de Souza

    Mesas de bate-papo:

    13h – 13h50 – “Produção de quadrinhos independentes no Brasil”, com Dika Araújo, Chairim Arrais e Aline Zouvi com a mediação de Natália Sierpinski
    14h – 14h50 – “Quadrinhos periféricos”, com Juliana Oliveira, Ferrez e Amanda Teze com a mediação de Lucas Andrade
    15h – 15h50 – “Representatividade negra nas histórias em quadrinhos”, com Marcelo D’salete, Fernanda Alcântara e Nobu Chinen com mediação de Caio Ferraro
     16h – 16h50 – “Jornalismo em quadrinhos”, com Helo D’angelo, Carol Ito e Cecilia Marins com mediação de Luiza Vilela
     17h – 17h50 – “Produção de conteúdo feminista online sobre quadrinhos”, com Minas Nerds (Gabriela Franco), Mina HQ (Gabriela Borges) e Perifacon com a mediação de Iara Viscouto (Nó de Oito)
    18h – 18h50 – “Sexualidades e Diversidade nos quadrinhos”, com Raquel Vitorelo, Kauê Xavier e Gabriela Masson com a mediação de Gabriela Franco

    Data: 01/12/2019 (DOMINGO)
    Horário: das 9h às 20h
    Local: Casa de Cultura do Butantã – Av. Junta Mizumoto, 13 – Jardim Peri Peri, São Paulo / 1,2Km (15 minutos a pé) da estação São Paulo Morumbi da Linha Amarela do Metrô.
    E se bater uma fome? Todos poderão se deliciar com uma acessível seleção de food trucks.

    Contato / Mais informações:
    http://butantagibicon.com.br/
    Sandro Merg Vaz – butantagibicon@gmail.com
    Siga @butantagibicon nas redes sociais

  • DISSERTAÇÃO DE MESTRADO: O TEMPO MULTIDIMENSIONAL NOS QUADRINHOS


    A pesquisadora  e quadrinista Catia Ana Baldoíno da Silva apresentou no mês de março sua dissertação intitulada “O tempo multidimensional nos quadrinhos: um estudo das estratégias narrativas em Here, de Richard McGuire”, na área de Linguística Letras e Artes, pela  Universidade de Goiás. 

    Leia o resumo:

    Esta pesquisa tem como objetivo analisar como se configura a representação do tempo na história em quadrinhos Here (1989), a partir da análise da sua estrutura e dos recursos narrativos utilizados pelo autor, Richard McGuire. Estruturada a partir de um ângulo de visão fixo, Here (1989) apresenta, de forma múltipla, multilinear e fragmentada, a evolução e acontecimentos do espaço retratado, num período de milhões de anos. Tal estrutura demanda uma leitura também múltipla, multilinear e fragmentada, a partir da qual o leitor consegue construir os sentidos da história. Sua análise, assim, possibilita uma melhor compreensão da linguagem dos quadrinhos, especialmente no que diz respeito à suas dimensões temporais. A escolha do aporte teórico, guiada pela temática e objeto de estudo, propicia um diálogo entre a teoria literária e os estudos das histórias em quadrinhos (ELIAS, 1998; NUNES, 1995; TODOROV, 2013; EAGLETON, 2006; GROENSTEEN, 2015; EISNER, 1999 e 2005). Espera-se, com essa intersecção, contribuir para um melhor entendimento acerca das possibilidades e potencialidades das narrativas gráficas.

    A dissertação pode ser lida clicando aqui!
  • DISSERTAÇÃO DE MESTRADO: O TEMPO MULTIDIMENSIONAL NOS QUADRINHOS


    A pesquisadora  e quadrinista Catia Ana Baldoíno da Silva apresentou no mês de março sua dissertação intitulada “O tempo multidimensional nos quadrinhos: um estudo das estratégias narrativas em Here, de Richard McGuire”, na área de Linguística Letras e Artes, pela  Universidade de Goiás. 

    Leia o resumo:

    Esta pesquisa tem como objetivo analisar como se configura a representação do tempo na história
    em quadrinhos Here (1989), a partir da análise da sua estrutura e dos recursos narrativos utilizados
    pelo autor, Richard McGuire. Estruturada a partir de um ângulo de visão fixo, Here (1989)
    apresenta, de forma múltipla, multilinear e fragmentada, a evolução e acontecimentos do espaço
    retratado, num período de milhões de anos. Tal estrutura demanda uma leitura também múltipla,
    multilinear e fragmentada, a partir da qual o leitor consegue construir os sentidos da história. Sua
    análise, assim, possibilita uma melhor compreensão da linguagem dos quadrinhos, especialmente
    no que diz respeito à suas dimensões temporais. A escolha do aporte teórico, guiada pela temática e
    objeto de estudo, propicia um diálogo entre a teoria literária e os estudos das histórias em
    quadrinhos (ELIAS, 1998; NUNES, 1995; TODOROV, 2013; EAGLETON, 2006;
    GROENSTEEN, 2015; EISNER, 1999 e 2005). Espera-se, com essa intersecção, contribuir para
    um melhor entendimento acerca das possibilidades e potencialidades das narrativas gráficas.

    A dissertação pode ser lida clicando aqui!
  • Mulheres produtoras de quadrinhos no Brasil: onde estão?

    Deus por Germana Viana

    Que a proporção de representatividade de gênero no meio dos quadrinhos é um debate urgente, dada sua desigualdade histórica, sabemos, bem como em diversas outras frentes.São ondas e movimentos que visam sanar o silêncio das vozes femininas ao longo da História. Cientistas, figuras políticas, esportistas, mulheres envolvidas em diferentes esferas tidas como masculinas, e ignoradas ou furtadas em suas descobertas e contribuições. Claro que elas existem e estão por aí há um tempão, como bem mostra a cartunista Jacky Fleming em “Qual é o problema das mulheres?” lançado pela L&PM em 2018.
    E nos quadrinhos? Desde a falta de protagonistas, ou mesmo de proporção entre personagens homens e mulheres, além das formas de representação do corpo feminino, nos perguntamos: onde estão as mulheres que produzem quadrinhos? Podemos afirmar que com a criação da web e das redes sociais, é notável a ampliação do acesso e conexão entre as mulheres que produzem e o público leitor. São roteiristas, editoras, coloristas, arte-finalistas, desenhistas, várias por vezes invisibilizadas na cadeia de produção dos quadrinhos. Além das publicações independentes, antologias e zines, os coletivos atualmente contribuem para criar visibilidade e garantir o lugar de fala de mulheres cis e trans, que começam a ganhar espaço nas editoras de quadrinhos.

    Compartilhamos alguns grupos nos quais podemos ter mais informações sobre as produções das mulheres no Brasil, bem como páginas mantidas por mulheres para discussões sobre a cultura pop em geral.

    Caso conheça ou faça parte de mais alguma, envie para nós e vamos ampliando esta lista!

    Banco de dados da Lady’s Comics: http://ladyscomics.com.br/bamq 

    Mina de HQ: https://www.facebook.com/minadehq/

    Minas nerd: http://minasnerds.com.br/

    Banca de quadrinistas: http://www.itaucultural.org.br/banca-de-quadrinistas-2017-conheca-as-mulheres-que-expuseram-seus-trabalhos

    Delirium nerd: https://www.facebook.com/delirium.nerd/

    Nó de oito: https://www.facebook.com/NodeOito/

    Preta, Nerd & Burning Hell: https://www.facebook.com/pretaenerd/

    Nebulla: https://www.facebook.com/nebulla.co/

    Zine xxx: https://www.facebook.com/zinexisxisxis/

    Políticas: https://www.facebook.com/politicashq/

    Corpas em risco: https://www.facebook.com/corpasemrisco/

    Mandíbula : https://www.facebook.com/mandibulaquadrinhos/

    Zinas: https://zinaszineiras.wixsite.com/zinas/sobre?fbclid=IwAR1B4yWVgIRek1dNYwNmlyd6E2LufTsEZTNVdea2zEPsSNLNVAr-fyPuJjw

    (Agradecimentos à algumas das indicações a Germana Viana e Dani Marino)

  • Mulheres produtoras de quadrinhos no Brasil: onde estão?

    Deus por Germana Viana

    Que a proporção de representatividade de gênero no meio dos quadrinhos é um debate urgente, dada sua desigualdade histórica, sabemos, bem como em diversas outras frentes.São ondas e movimentos que visam sanar o silêncio das vozes femininas ao longo da História. Cientistas, figuras políticas, esportistas, mulheres envolvidas em diferentes esferas tidas como masculinas, e ignoradas ou furtadas em suas descobertas e contribuições. Claro que elas existem e estão por aí há um tempão, como bem mostra a cartunista Jacky Fleming em “Qual é o problema das mulheres?” lançado pela L&PM em 2018.
    E nos quadrinhos? Desde a falta de protagonistas, ou mesmo de proporção entre personagens homens e mulheres, além das formas de representação do corpo feminino, nos perguntamos: onde estão as mulheres que produzem quadrinhos? Podemos afirmar que com a criação da web e das redes sociais, é notável a ampliação do acesso e conexão entre as mulheres que produzem e o público leitor. São roteiristas, editoras, coloristas, arte-finalistas, desenhistas, várias por vezes invisibilizadas na cadeia de produção dos quadrinhos. Além das publicações independentes, antologias e zines, os coletivos atualmente contribuem para criar visibilidade e garantir o lugar de fala de mulheres cis e trans, que começam a ganhar espaço nas editoras de quadrinhos.

    Compartilhamos alguns grupos nos quais podemos ter mais informações sobre as produções das mulheres no Brasil, bem como páginas mantidas por mulheres para discussões sobre a cultura pop em geral.

    Caso conheça ou faça parte de mais alguma, envie para nós e vamos ampliando esta lista!

    Banco de dados da Lady’s Comics: http://ladyscomics.com.br/bamq 

    Mina de HQ: https://www.facebook.com/minadehq/

    Minas nerd: http://minasnerds.com.br/

    Banca de quadrinistas: http://www.itaucultural.org.br/banca-de-quadrinistas-2017-conheca-as-mulheres-que-expuseram-seus-trabalhos

    Delirium nerd: https://www.facebook.com/delirium.nerd/

    Nó de oito: https://www.facebook.com/NodeOito/

    Preta, Nerd & Burning Hell: https://www.facebook.com/pretaenerd/

    Nebulla: https://www.facebook.com/nebulla.co/

    Zine xxx: https://www.facebook.com/zinexisxisxis/

    Políticas: https://www.facebook.com/politicashq/

    Corpas em risco: https://www.facebook.com/corpasemrisco/

    Mandíbula : https://www.facebook.com/mandibulaquadrinhos/

    Zinas: https://zinaszineiras.wixsite.com/zinas/sobre?fbclid=IwAR1B4yWVgIRek1dNYwNmlyd6E2LufTsEZTNVdea2zEPsSNLNVAr-fyPuJjw

    (Agradecimentos à algumas das indicações a Germana Viana e Dani Marino)

  • Publicações independentes: feiras, feiras e mais feiras.

    Que quadrinistas, fãs, artistas e escritores em geral já se utilizam do bom e velho faça você mesmo, é sabido. Que adoramos nos encontrar, trocar e vender material autoral, independente, autopublicado, também. Agora com o apoio das redes sociais, a iniciativa “Calendário de feiras independentes e artes impressas” mobiliza a construção coletiva do calendário de eventos e feiras em todo o país. 
    O grupo público do Facebook conta atualmente com mais de 2 mil participantes, onde diariamente postam e compartilham diferentes iniciativas relacionadas à publicações independentes e afins.

    Clicando neste  link vocês podem acessar o calendário que vai sendo atualizado e alimentado colaborativamente, com eventos por todo o país. Assim, se você tem zines, quadrinhos, livros e outros trabalhos e queira participar e saber quais feiras e encontros estão acontecendo, convidamos a conhecer o grupo. E sabendo de alguma feira não listada ainda, colabore!

    Zineiros do mundo, uni-vos.

    Para saber mais: Calendário de feiras independentes e artes impressas