Categoria: parceria

  • ASPAS FAZ PARCERIA COM O GRUPO DE PESQUISA ANIMÊ, MANGA. SCIFI DA FIOCRUZ

    No mês de novembro a ASPAS foi uma das apoiadoras de uma série de atividades que envolveram mangás, animês, Harry Potter e até múmias. Pois é muito louco, né? Tudo isso foi parte da um projeto de iniciação científica envolvendo estudantes e professores das escolas de Leopoldina (MG), em parceria com a FIOCRUZ, especificadamente com o Programa de Pós Graduação em Ensino em Biociencias e Saúde. Para quem não sabe, Leopoldina é a sede da ASPAS e o lugar onde, literalmente, nossa associação nasceu. Por isso estamos sempre nos envolvendo em atividades culturais e educacionais, como um retorno à comunidade que sempre nos acolheu. positiva.

    Este ano firmamos uma parceria com o Grupo de Pesquisa Animê, Mangá, SciFi (Ficção Científica) e Cultura Pop no
    Ensino de Ciências (AMSEC-Pop), do Laboratório de Inovações em Terapias,
    Ensino e Bioprodutos (LITEB) do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz)
    , que surgiu em 2019, por iniciativa da pesquisadora Anunciata Sawada. Sua proposta de trabalho é utilizar o animê, o mangá e a ficção científica no ensino de ciências, estabelecendo uma trabalho interdisciplinar que envolve as Ciências
    Biológicas e da Saúde e as áreas de Humanas e Sociais.

    Nesta primeira parceria trouxemos para a cidade três oficias, entre os dias 17 e 19 de novembro de 2022, que foram oferecidas a alunos e professores da rede municipal de ensino e da rede privada, nas quais a ciência foi abordada a partir de elementos da cultura pop. Tivemos as oficinas: 

    1. Perfumes:
    obras de arte, composições químicas ou poções mágicas?
    que 
    aborda saberes da
    área de Ciências da Natureza e suas Tecnologias, para estudantes, de modo
    interdisciplinar, discutindo tópicos de Biologia e Química numa abordagem
    CienciArte, usando como pano de fundo o universo de Harry Potter, ministrada por, Helder Silva Carvalho – Doutorando do curso de pós-graduação em Biociências e
    Saúde do Instituto Oswaldo Cruz – Fiocruz/RJ. 

    2. Aprendendo Ciências com Animês: Meio Ambiente e
    Saúde em Animações Do Studio Ghibli,
    que utiliza 
    trechos de
    animês do Studio Ghibli para se discutir sobre temáticas referentes à Saúde e
    Meio Ambiente, ministrada por 
    Ana
    Isabelle Santana Baptista
    Mestranda da
    Pós-graduação Stricto sensu em Ensino
    em Biociências e Saúde, do Instituto Oswaldo Cruz – Fundação Oswaldo Cruz
    (IOC/Fiocruz). 


    3. Mangá e
    Animação japonesa podem ensinar?,
    que utiliza mangá e animês para analisar 
     narrativas e representações imagéticas no mangá e animação japonesa que abordam
    concepções sobre natureza, indivíduo, sociedade, ciência e tecnologia, ministrada por 
    Bruna
    Navarone Santos, Doutoranda em 
    Ensino em Biociências e Saúde, do Instituto Oswaldo Cruz – Fundação Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz).

    As oficinas tiveram uma avaliação e uma aceitação maravilhosas, tanto por alunos quanto por professores. E lembram das múmias? Pois é, com essa parceria maravilhosa tivemos como bônus a exposição ‘Doença de Chagas: da pré-história à atualidade’, que ficou em exibição entre os dias 21 e 25 de novembro. A exposição parte das comemorações dos 150 anos de Oswaldo Cruz, e sua iniciativa partiu da Universidade Mayor de San Simon, da cidade de Cochabamba, na Bolívia. A exposição foi cedida para tradução ao português e acrescida de algumas
    informações que recordam a trajetória recente das pesquisas em Chagas no IOC. Leopoldina foi um dos poucos lugares nos quais a exposição esteve, antes de ir para a Europa.

    A exposição foi guiada por dois alunos da UFF que vieram à cidade apenas com esse objetivo, Clarisse Falheiro de Alcântara e Enzo
    Antonello Terrana Bezerra de Melo Brito. Eles receberam alunos de diversas escolas, ao longo da semana, e trabalharam temas como saúde, história e biologia. Usaram atividades lúdicas como exibição de animação, jogos e uma oficina de marcadores de texto.

    A ASPAS agradece por essa maravilhosa parceria e o apoio que tivemos da Secretaria Municipal de Educação, a Secretaria Municipal de Cultura de Leopoldina e do Colégio Imaculada Conceição, que ajudaram a trazer os oficineiros e cederam espaço para a exposição. Esperamos ansiosamente por futuras parcerias com a FIOCRUZ.

  • O VI Fórum Nacional de Pesquisadores em Arte Sequencial vem aí!

    Promovido pela ASPAS, em parceria com a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS)-Campus Campo Grande e seu Núcleo de Pesquisa em Quadrinhos (NuPeQ) o VI Fórum Nacional de Pesquisadores em Arte Sequencial (FNPAS), terá como tema “Quadrinhos e produção de conhecimento”.

    Comemorando os 10 anos de sua fundação, a ASPAS convida professores (as), pesquisadores(as) estudantes e artistas de diferentes formações e áreas de conhecimento, envolvidos(as) com a pesquisa e produção em quadrinhos a submeterem trabalhos relacionados à temas da atualidade e sua mediação através dos quadrinhos.

    O tema central do VI FNPAS é “Quadrinhos e produção de conhecimento”. 

    A submissão de resumo para comunicação oral vão até 11 de setembro, e inscrições para ouvintes vão até 31 de outubro.

    Acesse o link e confira o edital, participe!

  • CONHEÇA A ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA EM FANZINES (ANZINE)

    A Associação Nacional de Pesquisa em
    Fanzines (ANZINE) com sedes no IFF – Instituto
    Federal de Fluminense, em Macaé-RJ, cujo campus possui a Fanzinoteca de
    Macaé; e na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), campus Paulo Freire em Teixeira de Freitas-BA (a ser implementada);
    se propõe a ser um
    a associação de pesquisadores/as envolvidos/as com a
    pesquisa, criação e o desenvolvimento científico e pedagógico acerca dos
    Fanzines, com desmembramentos nos zines, biograficzines e zineletrônicos, e
    todas as demais manifestações do amplo espectro dos fanzines.
    A ANZINE foi idealizada inicialmente pela
    pesquisadora e fanzineira Dra. Danielle Barros (UFSB) com o estímulo inicial
    dos pesquisadores e também fanzineiros Alberto de
    Souza (Beralto) (IFF-MACAÉ),
    Dr. Edgar Franco (Ciberpajé – UFG) – que
    sugeriu o nome para a associação -, e Dr. Gazy Andraus (UFG), formando assim o
    núcleo inicial de criadores da ANZINE. A associação vê o/a “fanzine[1]
    como uma modalidade paralela de publicação autoral e/ou em grupo, ou seja,
    paratópica, já que não se configura como uma publicação oficial, embora
    extremamente importante como construtora social, e que existe desde o final da
    década de 1920/30, e batizado/a em 1940 por Russ Chaveneut, nos EUA. Embora
    inicialmente fossem os zines publicações com contos e textos amadores atinentes
    à literatura da ficção científica, propagaram-se pelo mundo ampliando os temas
    aportando em 1965 no Brasil incluindo inicialmente como um dos temas de
    destaque, as histórias em quadrinhos (HQs)[2].
    Atualmente, o universo fanzineiro se desdobra com
    eventos e exposições no mundo inteiro, como no Canadá, EUA, Toronto, França,
    Portugal, Taiwan, Brasil e outros, e abriga coleções em bibliotecas públicas,
    ou de faculdades e universidades, e ainda como espaços e locais destinados a
    eles/elas, fanzines, no que se convencionou chamar de fanzinotecas , ou
    fanzinetecas, e ainda zinetecas, como a recentemente inaugurada  FanzinoteKa de Barueri-SP
    (denominada de
    Fanzinoteca “Thina Curtis” em homenagem à idealizadora do evento “Fanzinada”) e
    a Fanzinoteca IFF – do Instituto Federal Fluminense).
    Além disso, os fanzines, especialmente no Brasil e
    a partir do início deste século XXI, começaram a ser mais conhecidos,
    compreendidos e utilizados na educação, sobretudo por seus aspectos multi e
    interdisciplinares, desde o ensino fundamental e médio chegando ao
    universitário, incluindo na pedagogia da EJA, na formação de jovens e adultos,
    na formação de educadores/as e até em cursos de pós-graduação.
    A proposta da ANZINE tem como aglutinador de
    pesquisa e criação seu objeto, o fanzine (e suas derivações), sendo por isso um
    espaço livre e interdisciplinar desde sua concepção. Em seus princípios gerais,
    entende que são justamente as diferentes perspectivas das diversas áreas do
    conhecimento que possibilitam a melhor compreensão de um todo imiscuído na vida
    e na realidade autoral de cada indivíduo na sociedade, que tem na criação de
    seu fanzine (ou zine, ou biograficzine[3]),
    um melhor diálogo entre si e a realidade cotidiana social que o permeia.
    Destacamos ainda que o fanzine, por não ter
    caráter comercial, propicia uma fraternidade entre seus idealizadores e
    colaboradores que não tem par nas outras modalidades de expressão. Assim, o
    fanzine é aglutinador, traz o humanismo necessário, mais ainda em tempos atuais
    de discussões e querelas sem reflexão que despontam nas redes sociais como o
    “Facebook”, cujo caráter original, embora seja também aglutinador, perpassa uma
    premissa de conteúdo publicitário e comercial. Assim, o/a fanzineiro/a
    geralmente é conhecedor intuitivo de que seu trabalho existe numa modalidade
    paratópica à comercial, e que busca o entrosamento, o diálogo e confluência e
    troca de ideias, bem como de expressões artísticas sejam quais forem (textos,
    contos, HQs, HQforismos, cartuns, poesias, miscelâneas, etc.), desvinculando-se
    de competições e salvaguardando um sentimento fraternal pouco propalado nos
    sistemas sociais ora vigentes.
    Assim, plantamos a semente e damos início à ANZINE
    no contexto do ‘IV ENTRE ASPAS’ em Leopoldina/MG, já propondo e aplicando
    oficinas com o tema fanzine para os participantes do evento.
    Esperamos que apreciem este iníciozine. Abraço fraternal a todos/as, e sejam bem vindos à
    ANZINE!
    A
    comissão da ANZINE, em 14/05/2019, num local paratópico!

    SOBRE OS FUNDADORES:

    Prof. Drª.Danielle Barros Silva Fortuna – Docente do ensino superior na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Campus Paulo Freire, Teixeira de Freitas-BA. IV Sacerdotisa da Aurora Pós-Humana, artecientista, bióloga (UNEB), mestre em Ciências (ICICT/Fiocruz) e doutora em Ensino de Biociências e Saúde (IOC/Fiocruz). Atua como arte educadora com quadrinhos e fanzines no ensino de biociências e saúde. Escreve poesias, ilustrações, quadrinhos e fanzines.

    Alberto Souza – Designer Gráfico e Cartunista. Especialização em Artes na Educação. Coordenador do Projeto de Extensão IFanzine, ganhador do Troféu Angelo Agostini em 2016 pelo fanzine Peibê, publicação que reune histórias em quadrinhos autorais e poético-filosóficas produzidas pelos estudantes do IFF Macaé sob sua orientação. A partir do referido projeto, estruturou no IFF Macaé a primeira Fanzinoteca do Estado do Rio de Janeiro, com a proposta de promover catalogação, apreciação e produção de fanzines, como suporte à produção textual e estímulo a autoralidade e criticidade por meio de revistas artesanais e sua aplicabilidade no ensino e aprendizagem. http://iffanzine.blogspot.com/

    Gazy Andraus  – É pós-doutorando pelo PPGACV da UFG, Doutor pela ECA-USP, Mestre em Artes Visuais pela UNESP, Pesquisador e membro do Observatório de HQ da USP e ASPAS – Associação dos Pesquisadores em arte Sequencial; faz parte dos grupos INTERESPE-Interdisciplinaridade e Espiritualidade na Educação (PUC/SP) e Criação e Ciberarte (UFG). Também publica artigos e textos no meio acadêmico e em livros acerca das Histórias em Quadrinhos (HQs) e Fanzines, bem como também é autor de HQs e Fanzines na temática fantástico-filosófica. E-mail: yzagandraus@gmail.com , Sites e blogs: http://tesegazy.blogspot.com/ , http://gazymagem.nafoto.net/index.html , http://classichqs.blogspot.com/ , http://conscienciasesociedades.blogspot.com/ , No facebook: https://www.facebook.com/gazy.andraus Instagram: https://www.instagram.com/gazyandraus/ e Twitter: GazyAndraus (@AndrausGazy):https://twitter.com/AndrausGazy

    Edgar Franco – É o Ciberpajé, artista transmídia com premiações nas áreas de quadrinhos e arte e tecnologia. É um dos pioneiros brasileiros do gênero poético-filosófico de quadrinhos, e mentor da banda performática Posthuman Tantra. Pesquisador criador do termo HQtrônicas, autor de 4 livros acadêmicos e inúmeros artigos. Sua obra já motivou a publicação de 3 livros dedicados exclusivamente a ela, além de vários artigos em periódicos e capítulos de livros no Brasil e exterior escritos por pesquisadores de áreas diversas que vão das letras, passando pela história e pelas ciências e chegando às artes. É pós-doutor em arte e tecnociência pela UnB, doutor em artes pela USP, mestre em multimeios pela Unicamp, e professor permanente do Programa  de Doutorado em Arte e Cultura Visual da UFG, em Goiânia. Atualmente realiza estágio pós-doutoral no PPG Artes da Unesp/SP. http://ciberpaje.blogspot.com/

    [1] Como provém o nelogismo da língua
    inglesa, não havendo distinção de gênero (“the fanzine), pode-se denominar como
    “o fanzine/zine” ou “a fanzine/zine”. Igualmente, pode-se considerar também
    apenas o termo “zinar” (de “zine”, um diminutivo de “fanzine” correntemente
    aceito).
    [2] Devido ao fanzine “Ficção” de Edson
    Rontani, lançado em 12 de outubro de 1965, há uma comemoração a cada 12 do
    referido mês, como o Dia nacional do Fanzine.
    [3] Uma variante biográfica dos fanzines,
    idealizada pelo saudoso educador Elydio dos Santos Neto.
  • CONHEÇA A ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA EM FANZINES (ANZINE)

    A Associação Nacional de Pesquisa em Fanzines (ANZINE) com sedes no IFF – Instituto Federal de Fluminense, em Macaé-RJ, cujo campus possui a Fanzinoteca de Macaé; e na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), campus Paulo Freire em Teixeira de Freitas-BA (a ser implementada); se propõe a ser uma associação de pesquisadores/as envolvidos/as com a pesquisa, criação e o desenvolvimento científico e pedagógico acerca dos Fanzines, com desmembramentos nos zines, biograficzines e zineletrônicos, e todas as demais manifestações do amplo espectro dos fanzines.
    A ANZINE foi idealizada inicialmente pela pesquisadora e fanzineira Dra. Danielle Barros (UFSB) com o estímulo inicial dos pesquisadores e também fanzineiros Alberto de Souza (Beralto) (IFF-MACAÉ), Dr. Edgar Franco (Ciberpajé – UFG) – que sugeriu o nome para a associação -, e Dr. Gazy Andraus (UFG), formando assim o núcleo inicial de criadores da ANZINE. A associação vê o/a “fanzine[1]” como uma modalidade paralela de publicação autoral e/ou em grupo, ou seja, paratópica, já que não se configura como uma publicação oficial, embora extremamente importante como construtora social, e que existe desde o final da década de 1920/30, e batizado/a em 1940 por Russ Chaveneut, nos EUA. Embora inicialmente fossem os zines publicações com contos e textos amadores atinentes à literatura da ficção científica, propagaram-se pelo mundo ampliando os temas aportando em 1965 no Brasil incluindo inicialmente como um dos temas de destaque, as histórias em quadrinhos (HQs)[2].
    Atualmente, o universo fanzineiro se desdobra com eventos e exposições no mundo inteiro, como no Canadá, EUA, Toronto, França, Portugal, Taiwan, Brasil e outros, e abriga coleções em bibliotecas públicas, ou de faculdades e universidades, e ainda como espaços e locais destinados a eles/elas, fanzines, no que se convencionou chamar de fanzinotecas , ou fanzinetecas, e ainda zinetecas, como a recentemente inaugurada  FanzinoteKa de Barueri-SP (denominada de Fanzinoteca “Thina Curtis” em homenagem à idealizadora do evento “Fanzinada”) e a Fanzinoteca IFF – do Instituto Federal Fluminense).
    Além disso, os fanzines, especialmente no Brasil e a partir do início deste século XXI, começaram a ser mais conhecidos, compreendidos e utilizados na educação, sobretudo por seus aspectos multi e interdisciplinares, desde o ensino fundamental e médio chegando ao universitário, incluindo na pedagogia da EJA, na formação de jovens e adultos, na formação de educadores/as e até em cursos de pós-graduação.
    A proposta da ANZINE tem como aglutinador de pesquisa e criação seu objeto, o fanzine (e suas derivações), sendo por isso um espaço livre e interdisciplinar desde sua concepção. Em seus princípios gerais, entende que são justamente as diferentes perspectivas das diversas áreas do conhecimento que possibilitam a melhor compreensão de um todo imiscuído na vida e na realidade autoral de cada indivíduo na sociedade, que tem na criação de seu fanzine (ou zine, ou biograficzine[3]), um melhor diálogo entre si e a realidade cotidiana social que o permeia.
    Destacamos ainda que o fanzine, por não ter caráter comercial, propicia uma fraternidade entre seus idealizadores e colaboradores que não tem par nas outras modalidades de expressão. Assim, o fanzine é aglutinador, traz o humanismo necessário, mais ainda em tempos atuais de discussões e querelas sem reflexão que despontam nas redes sociais como o “Facebook”, cujo caráter original, embora seja também aglutinador, perpassa uma premissa de conteúdo publicitário e comercial. Assim, o/a fanzineiro/a geralmente é conhecedor intuitivo de que seu trabalho existe numa modalidade paratópica à comercial, e que busca o entrosamento, o diálogo e confluência e troca de ideias, bem como de expressões artísticas sejam quais forem (textos, contos, HQs, HQforismos, cartuns, poesias, miscelâneas, etc.), desvinculando-se de competições e salvaguardando um sentimento fraternal pouco propalado nos sistemas sociais ora vigentes.
    Assim, plantamos a semente e damos início à ANZINE no contexto do ‘IV ENTRE ASPAS’ em Leopoldina/MG, já propondo e aplicando oficinas com o tema fanzine para os participantes do evento.
    Esperamos que apreciem este iníciozine. Abraço fraternal a todos/as, e sejam bem vindos à ANZINE!
    A comissão da ANZINE, em 14/05/2019, num local paratópico!

    SOBRE OS FUNDADORES:

    Prof. Drª.Danielle Barros Silva Fortuna – Docente do ensino superior na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Campus Paulo Freire, Teixeira de Freitas-BA. IV Sacerdotisa da Aurora Pós-Humana, artecientista, bióloga (UNEB), mestre em Ciências (ICICT/Fiocruz) e doutora em Ensino de Biociências e Saúde (IOC/Fiocruz). Atua como arte educadora com quadrinhos e fanzines no ensino de biociências e saúde. Escreve poesias, ilustrações, quadrinhos e fanzines.

    Alberto Souza – Designer Gráfico e Cartunista. Especialização em Artes na Educação. Coordenador do Projeto de Extensão IFanzine, ganhador do Troféu Angelo Agostini em 2016 pelo fanzine Peibê, publicação que reune histórias em quadrinhos autorais e poético-filosóficas produzidas pelos estudantes do IFF Macaé sob sua orientação. A partir do referido projeto, estruturou no IFF Macaé a primeira Fanzinoteca do Estado do Rio de Janeiro, com a proposta de promover catalogação, apreciação e produção de fanzines, como suporte à produção textual e estímulo a autoralidade e criticidade por meio de revistas artesanais e sua aplicabilidade no ensino e aprendizagem. http://iffanzine.blogspot.com/

    Gazy Andraus  – É pós-doutorando pelo PPGACV da UFG, Doutor pela ECA-USP, Mestre em Artes Visuais pela UNESP, Pesquisador e membro do Observatório de HQ da USP e ASPAS – Associação dos Pesquisadores em arte Sequencial; faz parte dos grupos INTERESPE-Interdisciplinaridade e Espiritualidade na Educação (PUC/SP) e Criação e Ciberarte (UFG). Também publica artigos e textos no meio acadêmico e em livros acerca das Histórias em Quadrinhos (HQs) e Fanzines, bem como também é autor de HQs e Fanzines na temática fantástico-filosófica. E-mail: yzagandraus@gmail.com , Sites e blogs: http://tesegazy.blogspot.com/ , http://gazymagem.nafoto.net/index.html , http://classichqs.blogspot.com/ , http://conscienciasesociedades.blogspot.com/ , No facebook: https://www.facebook.com/gazy.andraus Instagram: https://www.instagram.com/gazyandraus/ e Twitter: GazyAndraus (@AndrausGazy):https://twitter.com/AndrausGazy

    Edgar Franco – É o Ciberpajé, artista transmídia com premiações nas áreas de quadrinhos e arte e tecnologia. É um dos pioneiros brasileiros do gênero poético-filosófico de quadrinhos, e mentor da banda performática Posthuman Tantra. Pesquisador criador do termo HQtrônicas, autor de 4 livros acadêmicos e inúmeros artigos. Sua obra já motivou a publicação de 3 livros dedicados exclusivamente a ela, além de vários artigos em periódicos e capítulos de livros no Brasil e exterior escritos por pesquisadores de áreas diversas que vão das letras, passando pela história e pelas ciências e chegando às artes. É pós-doutor em arte e tecnociência pela UnB, doutor em artes pela USP, mestre em multimeios pela Unicamp, e professor permanente do Programa  de Doutorado em Arte e Cultura Visual da UFG, em Goiânia. Atualmente realiza estágio pós-doutoral no PPG Artes da Unesp/SP. http://ciberpaje.blogspot.com/

    [1] Como provém o nelogismo da língua inglesa, não havendo distinção de gênero (“the fanzine), pode-se denominar como “o fanzine/zine” ou “a fanzine/zine”. Igualmente, pode-se considerar também apenas o termo “zinar” (de “zine”, um diminutivo de “fanzine” correntemente aceito).
    [2] Devido ao fanzine “Ficção” de Edson Rontani, lançado em 12 de outubro de 1965, há uma comemoração a cada 12 do referido mês, como o Dia nacional do Fanzine.
    [3] Uma variante biográfica dos fanzines, idealizada pelo saudoso educador Elydio dos Santos Neto.
  • COMIC ART SCHOOL DE ÖREBRO INICIA SUAS ATIVIDADES NO OUTONO

    Thomas Karlsson, pesquisador sueco e membro honorário da ASPAS

    A Örebro
    Konstskola (Örebro Art College), na Suécia, a  mais antiga escola de
    artes de Örebro e muito prestigiada como escola preparatória para  a Royal
    Art Academy of Sweden, inicia no outono sueco as aulas da  Comics Art
    School, para a formação de quadrinistas. O pesquisador Thomas Karlsson, responsável
    pelo Örebro Seriefestival (Örebro International Comics Festival) e membro
    honorário da ASPAS, será um dos docentes do curso.

    Em 26 de janeiro de
    2018, a pesquisadora Natania A S Nogueira, atual coordenadora da ASPAS, esteve
    na Örebro Konstskola, participando de um bate-papo com Thomas Karlsson, para
    alunos e professores que irão iniciar o curso no próximo semestre.
  • COMIC ART SCHOOL DE ÖREBRO INICIA SUAS ATIVIDADES NO OUTONO

    Thomas Karlsson, pesquisador sueco e membro honorário da ASPAS

    A Örebro Konstskola (Örebro Art College), na Suécia, a  mais antiga escola de artes de Örebro e muito prestigiada como escola preparatória para  a Royal Art Academy of Sweden, inicia no outono sueco as aulas da  Comics Art School, para a formação de quadrinistas. O pesquisador Thomas Karlsson, responsável pelo Örebro Seriefestival (Örebro International Comics Festival) e membro honorário da ASPAS, será um dos docentes do curso.

    Em 26 de janeiro de 2018, a pesquisadora Natania A S Nogueira, atual coordenadora da ASPAS, esteve na Örebro Konstskola, participando de um bate-papo com Thomas Karlsson, para alunos e professores que irão iniciar o curso no próximo semestre.