Categoria: pesquisa

  • CAFÉ COM ASPAS – UM ESPAÇO PARA FALAR DE QUADRINHOS E PESQUISA

    Neste último domingo, dia 27 de setembro de 2020, a ASPAS inaugurou oficialmente seu canal no Youtube com o programa “Café com ASPAS”.  O “Café com ASPAS” é
    uma iniciativa da associação, com o objetivo de discutir questões relativas às histórias em quadrinhos e cultura pop, dentro de uma perspectiva acadêmica, e oferecer ao público geral a oportunidade de conhecer o que está sendo feito nesta área, além de abordar temas gerais.

    Um novo programa vídeo será lançado a quinzenalmente, sempre aos domingos, às 17h, e irá girar em torno de um tema proposto pelos associados. O primeiro foi sobre “Biografia e quadrinhos” e teve a participação de diversos pesquisadores brasileiros como Sônia Luyten, Amaro Xavier Braga Jr e Valéria Aparecida Bari, entre outros.

    Confira o “Café com ASPAS” clicando aqui!

    Inscreva-se e curta nosso programa.

  • Só os Inteligentes Podem Ver: autobiografia em quadrinhos e sexualidade

    Compartilhamos o recém-lançado trabalho de Guilherme Smee, produto de sua pesquisa no mestrado profissional em Memória Social e Bens Culturais realizado na Universidade LaSalle (Canoas/RS).  

    Guilherme Smee é mestre em Memória Social e Bens Culturais pela Universidade LaSalle e especialista em Imagem Publicitária e bacharel em Publicidade em Propaganda pela PUCRS. É publicitário, designer gráfico e roteirista, responsável por quadrinhos como Desastres Ambulantes (com Romi Carlos) e Abandonados Pelos Deuses: Sigrid (com Thiago Krening). Há mais de dez anos se dedica ao blog Splash Pages onde publica análises, resenhas e outros textos mais aprofundados sobre quadrinhos. 

    Para produzir Só os Inteligentes Podem Ver, Guilherme Smee traçou algumas diretrizes que o orientaram na confecção de sua própria autobiografia em quadrinhos abordando questões de sexualidade, que estão presentes no final da publicação. Também neste livro em quadrinhos o leitor poderá encontrar partes da dissertação produzida, que discute identidade de gênero e as pressões socioculturais para uma atuação binária da normatividade como heteronormatividade, heterossexismo e heterossexualidade compulsória, além de outras teorias dos estudos queer, feministas e de gênero, fortemente apoiadas na filósofa pós-estruturalista Judith Butler. 
    Orientado pela Prof. Dra. Tatiana Vargas Maia e co-orientação do Prof. Dr. Steven Butterman, da University of Miami, o quadrinho está disponível para download gratuito no site da editora paraibana Marca de Fantasia (www.marcadefantasia.com) e também pode ser adquirido em formato físico com o autor em eventos ou pelo e-mail guilhermesmee@gmail.com.

    Confiram!

  • Só os Inteligentes Podem Ver: autobiografia em quadrinhos e sexualidade

    Compartilhamos o recém-lançado trabalho de Guilherme Smee, produto de sua pesquisa no mestrado profissional em Memória Social e Bens Culturais realizado na Universidade LaSalle (Canoas/RS).  

    Guilherme Smee é mestre em Memória Social e Bens Culturais pela Universidade LaSalle e especialista em Imagem Publicitária e bacharel em Publicidade em Propaganda pela PUCRS. É publicitário, designer gráfico e roteirista, responsável por quadrinhos como Desastres Ambulantes (com Romi Carlos) e Abandonados Pelos Deuses: Sigrid (com Thiago Krening). Há mais de dez anos se dedica ao blog Splash Pages onde publica análises, resenhas e outros textos mais aprofundados sobre quadrinhos. 

    Para produzir Só os Inteligentes Podem Ver, Guilherme Smee traçou algumas diretrizes que o orientaram na confecção de sua própria autobiografia em quadrinhos abordando questões de sexualidade, que estão presentes no final da publicação. Também neste livro em quadrinhos o leitor poderá encontrar partes da dissertação produzida, que discute identidade de gênero e as pressões socioculturais para uma atuação binária da normatividade como heteronormatividade, heterossexismo e heterossexualidade compulsória, além de outras teorias dos estudos queer, feministas e de gênero, fortemente apoiadas na filósofa pós-estruturalista Judith Butler. 
    Orientado pela Prof. Dra. Tatiana Vargas Maia e co-orientação do Prof. Dr. Steven Butterman, da University of Miami, o quadrinho está disponível para download gratuito no site da editora paraibana Marca de Fantasia (www.marcadefantasia.com) e também pode ser adquirido em formato físico com o autor em eventos ou pelo e-mail guilhermesmee@gmail.com.

    Confiram!

  • CONHEÇA A ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA EM FANZINES (ANZINE)

    A Associação Nacional de Pesquisa em
    Fanzines (ANZINE) com sedes no IFF – Instituto
    Federal de Fluminense, em Macaé-RJ, cujo campus possui a Fanzinoteca de
    Macaé; e na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), campus Paulo Freire em Teixeira de Freitas-BA (a ser implementada);
    se propõe a ser um
    a associação de pesquisadores/as envolvidos/as com a
    pesquisa, criação e o desenvolvimento científico e pedagógico acerca dos
    Fanzines, com desmembramentos nos zines, biograficzines e zineletrônicos, e
    todas as demais manifestações do amplo espectro dos fanzines.
    A ANZINE foi idealizada inicialmente pela
    pesquisadora e fanzineira Dra. Danielle Barros (UFSB) com o estímulo inicial
    dos pesquisadores e também fanzineiros Alberto de
    Souza (Beralto) (IFF-MACAÉ),
    Dr. Edgar Franco (Ciberpajé – UFG) – que
    sugeriu o nome para a associação -, e Dr. Gazy Andraus (UFG), formando assim o
    núcleo inicial de criadores da ANZINE. A associação vê o/a “fanzine[1]
    como uma modalidade paralela de publicação autoral e/ou em grupo, ou seja,
    paratópica, já que não se configura como uma publicação oficial, embora
    extremamente importante como construtora social, e que existe desde o final da
    década de 1920/30, e batizado/a em 1940 por Russ Chaveneut, nos EUA. Embora
    inicialmente fossem os zines publicações com contos e textos amadores atinentes
    à literatura da ficção científica, propagaram-se pelo mundo ampliando os temas
    aportando em 1965 no Brasil incluindo inicialmente como um dos temas de
    destaque, as histórias em quadrinhos (HQs)[2].
    Atualmente, o universo fanzineiro se desdobra com
    eventos e exposições no mundo inteiro, como no Canadá, EUA, Toronto, França,
    Portugal, Taiwan, Brasil e outros, e abriga coleções em bibliotecas públicas,
    ou de faculdades e universidades, e ainda como espaços e locais destinados a
    eles/elas, fanzines, no que se convencionou chamar de fanzinotecas , ou
    fanzinetecas, e ainda zinetecas, como a recentemente inaugurada  FanzinoteKa de Barueri-SP
    (denominada de
    Fanzinoteca “Thina Curtis” em homenagem à idealizadora do evento “Fanzinada”) e
    a Fanzinoteca IFF – do Instituto Federal Fluminense).
    Além disso, os fanzines, especialmente no Brasil e
    a partir do início deste século XXI, começaram a ser mais conhecidos,
    compreendidos e utilizados na educação, sobretudo por seus aspectos multi e
    interdisciplinares, desde o ensino fundamental e médio chegando ao
    universitário, incluindo na pedagogia da EJA, na formação de jovens e adultos,
    na formação de educadores/as e até em cursos de pós-graduação.
    A proposta da ANZINE tem como aglutinador de
    pesquisa e criação seu objeto, o fanzine (e suas derivações), sendo por isso um
    espaço livre e interdisciplinar desde sua concepção. Em seus princípios gerais,
    entende que são justamente as diferentes perspectivas das diversas áreas do
    conhecimento que possibilitam a melhor compreensão de um todo imiscuído na vida
    e na realidade autoral de cada indivíduo na sociedade, que tem na criação de
    seu fanzine (ou zine, ou biograficzine[3]),
    um melhor diálogo entre si e a realidade cotidiana social que o permeia.
    Destacamos ainda que o fanzine, por não ter
    caráter comercial, propicia uma fraternidade entre seus idealizadores e
    colaboradores que não tem par nas outras modalidades de expressão. Assim, o
    fanzine é aglutinador, traz o humanismo necessário, mais ainda em tempos atuais
    de discussões e querelas sem reflexão que despontam nas redes sociais como o
    “Facebook”, cujo caráter original, embora seja também aglutinador, perpassa uma
    premissa de conteúdo publicitário e comercial. Assim, o/a fanzineiro/a
    geralmente é conhecedor intuitivo de que seu trabalho existe numa modalidade
    paratópica à comercial, e que busca o entrosamento, o diálogo e confluência e
    troca de ideias, bem como de expressões artísticas sejam quais forem (textos,
    contos, HQs, HQforismos, cartuns, poesias, miscelâneas, etc.), desvinculando-se
    de competições e salvaguardando um sentimento fraternal pouco propalado nos
    sistemas sociais ora vigentes.
    Assim, plantamos a semente e damos início à ANZINE
    no contexto do ‘IV ENTRE ASPAS’ em Leopoldina/MG, já propondo e aplicando
    oficinas com o tema fanzine para os participantes do evento.
    Esperamos que apreciem este iníciozine. Abraço fraternal a todos/as, e sejam bem vindos à
    ANZINE!
    A
    comissão da ANZINE, em 14/05/2019, num local paratópico!

    SOBRE OS FUNDADORES:

    Prof. Drª.Danielle Barros Silva Fortuna – Docente do ensino superior na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Campus Paulo Freire, Teixeira de Freitas-BA. IV Sacerdotisa da Aurora Pós-Humana, artecientista, bióloga (UNEB), mestre em Ciências (ICICT/Fiocruz) e doutora em Ensino de Biociências e Saúde (IOC/Fiocruz). Atua como arte educadora com quadrinhos e fanzines no ensino de biociências e saúde. Escreve poesias, ilustrações, quadrinhos e fanzines.

    Alberto Souza – Designer Gráfico e Cartunista. Especialização em Artes na Educação. Coordenador do Projeto de Extensão IFanzine, ganhador do Troféu Angelo Agostini em 2016 pelo fanzine Peibê, publicação que reune histórias em quadrinhos autorais e poético-filosóficas produzidas pelos estudantes do IFF Macaé sob sua orientação. A partir do referido projeto, estruturou no IFF Macaé a primeira Fanzinoteca do Estado do Rio de Janeiro, com a proposta de promover catalogação, apreciação e produção de fanzines, como suporte à produção textual e estímulo a autoralidade e criticidade por meio de revistas artesanais e sua aplicabilidade no ensino e aprendizagem. http://iffanzine.blogspot.com/

    Gazy Andraus  – É pós-doutorando pelo PPGACV da UFG, Doutor pela ECA-USP, Mestre em Artes Visuais pela UNESP, Pesquisador e membro do Observatório de HQ da USP e ASPAS – Associação dos Pesquisadores em arte Sequencial; faz parte dos grupos INTERESPE-Interdisciplinaridade e Espiritualidade na Educação (PUC/SP) e Criação e Ciberarte (UFG). Também publica artigos e textos no meio acadêmico e em livros acerca das Histórias em Quadrinhos (HQs) e Fanzines, bem como também é autor de HQs e Fanzines na temática fantástico-filosófica. E-mail: yzagandraus@gmail.com , Sites e blogs: http://tesegazy.blogspot.com/ , http://gazymagem.nafoto.net/index.html , http://classichqs.blogspot.com/ , http://conscienciasesociedades.blogspot.com/ , No facebook: https://www.facebook.com/gazy.andraus Instagram: https://www.instagram.com/gazyandraus/ e Twitter: GazyAndraus (@AndrausGazy):https://twitter.com/AndrausGazy

    Edgar Franco – É o Ciberpajé, artista transmídia com premiações nas áreas de quadrinhos e arte e tecnologia. É um dos pioneiros brasileiros do gênero poético-filosófico de quadrinhos, e mentor da banda performática Posthuman Tantra. Pesquisador criador do termo HQtrônicas, autor de 4 livros acadêmicos e inúmeros artigos. Sua obra já motivou a publicação de 3 livros dedicados exclusivamente a ela, além de vários artigos em periódicos e capítulos de livros no Brasil e exterior escritos por pesquisadores de áreas diversas que vão das letras, passando pela história e pelas ciências e chegando às artes. É pós-doutor em arte e tecnociência pela UnB, doutor em artes pela USP, mestre em multimeios pela Unicamp, e professor permanente do Programa  de Doutorado em Arte e Cultura Visual da UFG, em Goiânia. Atualmente realiza estágio pós-doutoral no PPG Artes da Unesp/SP. http://ciberpaje.blogspot.com/

    [1] Como provém o nelogismo da língua
    inglesa, não havendo distinção de gênero (“the fanzine), pode-se denominar como
    “o fanzine/zine” ou “a fanzine/zine”. Igualmente, pode-se considerar também
    apenas o termo “zinar” (de “zine”, um diminutivo de “fanzine” correntemente
    aceito).
    [2] Devido ao fanzine “Ficção” de Edson
    Rontani, lançado em 12 de outubro de 1965, há uma comemoração a cada 12 do
    referido mês, como o Dia nacional do Fanzine.
    [3] Uma variante biográfica dos fanzines,
    idealizada pelo saudoso educador Elydio dos Santos Neto.
  • CONHEÇA A ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA EM FANZINES (ANZINE)

    A Associação Nacional de Pesquisa em Fanzines (ANZINE) com sedes no IFF – Instituto Federal de Fluminense, em Macaé-RJ, cujo campus possui a Fanzinoteca de Macaé; e na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), campus Paulo Freire em Teixeira de Freitas-BA (a ser implementada); se propõe a ser uma associação de pesquisadores/as envolvidos/as com a pesquisa, criação e o desenvolvimento científico e pedagógico acerca dos Fanzines, com desmembramentos nos zines, biograficzines e zineletrônicos, e todas as demais manifestações do amplo espectro dos fanzines.
    A ANZINE foi idealizada inicialmente pela pesquisadora e fanzineira Dra. Danielle Barros (UFSB) com o estímulo inicial dos pesquisadores e também fanzineiros Alberto de Souza (Beralto) (IFF-MACAÉ), Dr. Edgar Franco (Ciberpajé – UFG) – que sugeriu o nome para a associação -, e Dr. Gazy Andraus (UFG), formando assim o núcleo inicial de criadores da ANZINE. A associação vê o/a “fanzine[1]” como uma modalidade paralela de publicação autoral e/ou em grupo, ou seja, paratópica, já que não se configura como uma publicação oficial, embora extremamente importante como construtora social, e que existe desde o final da década de 1920/30, e batizado/a em 1940 por Russ Chaveneut, nos EUA. Embora inicialmente fossem os zines publicações com contos e textos amadores atinentes à literatura da ficção científica, propagaram-se pelo mundo ampliando os temas aportando em 1965 no Brasil incluindo inicialmente como um dos temas de destaque, as histórias em quadrinhos (HQs)[2].
    Atualmente, o universo fanzineiro se desdobra com eventos e exposições no mundo inteiro, como no Canadá, EUA, Toronto, França, Portugal, Taiwan, Brasil e outros, e abriga coleções em bibliotecas públicas, ou de faculdades e universidades, e ainda como espaços e locais destinados a eles/elas, fanzines, no que se convencionou chamar de fanzinotecas , ou fanzinetecas, e ainda zinetecas, como a recentemente inaugurada  FanzinoteKa de Barueri-SP (denominada de Fanzinoteca “Thina Curtis” em homenagem à idealizadora do evento “Fanzinada”) e a Fanzinoteca IFF – do Instituto Federal Fluminense).
    Além disso, os fanzines, especialmente no Brasil e a partir do início deste século XXI, começaram a ser mais conhecidos, compreendidos e utilizados na educação, sobretudo por seus aspectos multi e interdisciplinares, desde o ensino fundamental e médio chegando ao universitário, incluindo na pedagogia da EJA, na formação de jovens e adultos, na formação de educadores/as e até em cursos de pós-graduação.
    A proposta da ANZINE tem como aglutinador de pesquisa e criação seu objeto, o fanzine (e suas derivações), sendo por isso um espaço livre e interdisciplinar desde sua concepção. Em seus princípios gerais, entende que são justamente as diferentes perspectivas das diversas áreas do conhecimento que possibilitam a melhor compreensão de um todo imiscuído na vida e na realidade autoral de cada indivíduo na sociedade, que tem na criação de seu fanzine (ou zine, ou biograficzine[3]), um melhor diálogo entre si e a realidade cotidiana social que o permeia.
    Destacamos ainda que o fanzine, por não ter caráter comercial, propicia uma fraternidade entre seus idealizadores e colaboradores que não tem par nas outras modalidades de expressão. Assim, o fanzine é aglutinador, traz o humanismo necessário, mais ainda em tempos atuais de discussões e querelas sem reflexão que despontam nas redes sociais como o “Facebook”, cujo caráter original, embora seja também aglutinador, perpassa uma premissa de conteúdo publicitário e comercial. Assim, o/a fanzineiro/a geralmente é conhecedor intuitivo de que seu trabalho existe numa modalidade paratópica à comercial, e que busca o entrosamento, o diálogo e confluência e troca de ideias, bem como de expressões artísticas sejam quais forem (textos, contos, HQs, HQforismos, cartuns, poesias, miscelâneas, etc.), desvinculando-se de competições e salvaguardando um sentimento fraternal pouco propalado nos sistemas sociais ora vigentes.
    Assim, plantamos a semente e damos início à ANZINE no contexto do ‘IV ENTRE ASPAS’ em Leopoldina/MG, já propondo e aplicando oficinas com o tema fanzine para os participantes do evento.
    Esperamos que apreciem este iníciozine. Abraço fraternal a todos/as, e sejam bem vindos à ANZINE!
    A comissão da ANZINE, em 14/05/2019, num local paratópico!

    SOBRE OS FUNDADORES:

    Prof. Drª.Danielle Barros Silva Fortuna – Docente do ensino superior na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Campus Paulo Freire, Teixeira de Freitas-BA. IV Sacerdotisa da Aurora Pós-Humana, artecientista, bióloga (UNEB), mestre em Ciências (ICICT/Fiocruz) e doutora em Ensino de Biociências e Saúde (IOC/Fiocruz). Atua como arte educadora com quadrinhos e fanzines no ensino de biociências e saúde. Escreve poesias, ilustrações, quadrinhos e fanzines.

    Alberto Souza – Designer Gráfico e Cartunista. Especialização em Artes na Educação. Coordenador do Projeto de Extensão IFanzine, ganhador do Troféu Angelo Agostini em 2016 pelo fanzine Peibê, publicação que reune histórias em quadrinhos autorais e poético-filosóficas produzidas pelos estudantes do IFF Macaé sob sua orientação. A partir do referido projeto, estruturou no IFF Macaé a primeira Fanzinoteca do Estado do Rio de Janeiro, com a proposta de promover catalogação, apreciação e produção de fanzines, como suporte à produção textual e estímulo a autoralidade e criticidade por meio de revistas artesanais e sua aplicabilidade no ensino e aprendizagem. http://iffanzine.blogspot.com/

    Gazy Andraus  – É pós-doutorando pelo PPGACV da UFG, Doutor pela ECA-USP, Mestre em Artes Visuais pela UNESP, Pesquisador e membro do Observatório de HQ da USP e ASPAS – Associação dos Pesquisadores em arte Sequencial; faz parte dos grupos INTERESPE-Interdisciplinaridade e Espiritualidade na Educação (PUC/SP) e Criação e Ciberarte (UFG). Também publica artigos e textos no meio acadêmico e em livros acerca das Histórias em Quadrinhos (HQs) e Fanzines, bem como também é autor de HQs e Fanzines na temática fantástico-filosófica. E-mail: yzagandraus@gmail.com , Sites e blogs: http://tesegazy.blogspot.com/ , http://gazymagem.nafoto.net/index.html , http://classichqs.blogspot.com/ , http://conscienciasesociedades.blogspot.com/ , No facebook: https://www.facebook.com/gazy.andraus Instagram: https://www.instagram.com/gazyandraus/ e Twitter: GazyAndraus (@AndrausGazy):https://twitter.com/AndrausGazy

    Edgar Franco – É o Ciberpajé, artista transmídia com premiações nas áreas de quadrinhos e arte e tecnologia. É um dos pioneiros brasileiros do gênero poético-filosófico de quadrinhos, e mentor da banda performática Posthuman Tantra. Pesquisador criador do termo HQtrônicas, autor de 4 livros acadêmicos e inúmeros artigos. Sua obra já motivou a publicação de 3 livros dedicados exclusivamente a ela, além de vários artigos em periódicos e capítulos de livros no Brasil e exterior escritos por pesquisadores de áreas diversas que vão das letras, passando pela história e pelas ciências e chegando às artes. É pós-doutor em arte e tecnociência pela UnB, doutor em artes pela USP, mestre em multimeios pela Unicamp, e professor permanente do Programa  de Doutorado em Arte e Cultura Visual da UFG, em Goiânia. Atualmente realiza estágio pós-doutoral no PPG Artes da Unesp/SP. http://ciberpaje.blogspot.com/

    [1] Como provém o nelogismo da língua inglesa, não havendo distinção de gênero (“the fanzine), pode-se denominar como “o fanzine/zine” ou “a fanzine/zine”. Igualmente, pode-se considerar também apenas o termo “zinar” (de “zine”, um diminutivo de “fanzine” correntemente aceito).
    [2] Devido ao fanzine “Ficção” de Edson Rontani, lançado em 12 de outubro de 1965, há uma comemoração a cada 12 do referido mês, como o Dia nacional do Fanzine.
    [3] Uma variante biográfica dos fanzines, idealizada pelo saudoso educador Elydio dos Santos Neto.
  • DISSERTAÇÃO DE MESTRADO: O TEMPO MULTIDIMENSIONAL NOS QUADRINHOS


    A pesquisadora  e quadrinista Catia Ana Baldoíno da Silva apresentou no mês de março sua dissertação intitulada “O tempo multidimensional nos quadrinhos: um estudo das estratégias narrativas em Here, de Richard McGuire”, na área de Linguística Letras e Artes, pela  Universidade de Goiás. 

    Leia o resumo:

    Esta pesquisa tem como objetivo analisar como se configura a representação do tempo na história em quadrinhos Here (1989), a partir da análise da sua estrutura e dos recursos narrativos utilizados pelo autor, Richard McGuire. Estruturada a partir de um ângulo de visão fixo, Here (1989) apresenta, de forma múltipla, multilinear e fragmentada, a evolução e acontecimentos do espaço retratado, num período de milhões de anos. Tal estrutura demanda uma leitura também múltipla, multilinear e fragmentada, a partir da qual o leitor consegue construir os sentidos da história. Sua análise, assim, possibilita uma melhor compreensão da linguagem dos quadrinhos, especialmente no que diz respeito à suas dimensões temporais. A escolha do aporte teórico, guiada pela temática e objeto de estudo, propicia um diálogo entre a teoria literária e os estudos das histórias em quadrinhos (ELIAS, 1998; NUNES, 1995; TODOROV, 2013; EAGLETON, 2006; GROENSTEEN, 2015; EISNER, 1999 e 2005). Espera-se, com essa intersecção, contribuir para um melhor entendimento acerca das possibilidades e potencialidades das narrativas gráficas.

    A dissertação pode ser lida clicando aqui!
  • DISSERTAÇÃO DE MESTRADO: O TEMPO MULTIDIMENSIONAL NOS QUADRINHOS


    A pesquisadora  e quadrinista Catia Ana Baldoíno da Silva apresentou no mês de março sua dissertação intitulada “O tempo multidimensional nos quadrinhos: um estudo das estratégias narrativas em Here, de Richard McGuire”, na área de Linguística Letras e Artes, pela  Universidade de Goiás. 

    Leia o resumo:

    Esta pesquisa tem como objetivo analisar como se configura a representação do tempo na história
    em quadrinhos Here (1989), a partir da análise da sua estrutura e dos recursos narrativos utilizados
    pelo autor, Richard McGuire. Estruturada a partir de um ângulo de visão fixo, Here (1989)
    apresenta, de forma múltipla, multilinear e fragmentada, a evolução e acontecimentos do espaço
    retratado, num período de milhões de anos. Tal estrutura demanda uma leitura também múltipla,
    multilinear e fragmentada, a partir da qual o leitor consegue construir os sentidos da história. Sua
    análise, assim, possibilita uma melhor compreensão da linguagem dos quadrinhos, especialmente
    no que diz respeito à suas dimensões temporais. A escolha do aporte teórico, guiada pela temática e
    objeto de estudo, propicia um diálogo entre a teoria literária e os estudos das histórias em
    quadrinhos (ELIAS, 1998; NUNES, 1995; TODOROV, 2013; EAGLETON, 2006;
    GROENSTEEN, 2015; EISNER, 1999 e 2005). Espera-se, com essa intersecção, contribuir para
    um melhor entendimento acerca das possibilidades e potencialidades das narrativas gráficas.

    A dissertação pode ser lida clicando aqui!
  • COMIC ART SCHOOL DE ÖREBRO INICIA SUAS ATIVIDADES NO OUTONO

    Thomas Karlsson, pesquisador sueco e membro honorário da ASPAS

    A Örebro
    Konstskola (Örebro Art College), na Suécia, a  mais antiga escola de
    artes de Örebro e muito prestigiada como escola preparatória para  a Royal
    Art Academy of Sweden, inicia no outono sueco as aulas da  Comics Art
    School, para a formação de quadrinistas. O pesquisador Thomas Karlsson, responsável
    pelo Örebro Seriefestival (Örebro International Comics Festival) e membro
    honorário da ASPAS, será um dos docentes do curso.

    Em 26 de janeiro de
    2018, a pesquisadora Natania A S Nogueira, atual coordenadora da ASPAS, esteve
    na Örebro Konstskola, participando de um bate-papo com Thomas Karlsson, para
    alunos e professores que irão iniciar o curso no próximo semestre.
  • COMIC ART SCHOOL DE ÖREBRO INICIA SUAS ATIVIDADES NO OUTONO

    Thomas Karlsson, pesquisador sueco e membro honorário da ASPAS

    A Örebro Konstskola (Örebro Art College), na Suécia, a  mais antiga escola de artes de Örebro e muito prestigiada como escola preparatória para  a Royal Art Academy of Sweden, inicia no outono sueco as aulas da  Comics Art School, para a formação de quadrinistas. O pesquisador Thomas Karlsson, responsável pelo Örebro Seriefestival (Örebro International Comics Festival) e membro honorário da ASPAS, será um dos docentes do curso.

    Em 26 de janeiro de 2018, a pesquisadora Natania A S Nogueira, atual coordenadora da ASPAS, esteve na Örebro Konstskola, participando de um bate-papo com Thomas Karlsson, para alunos e professores que irão iniciar o curso no próximo semestre.