Autor: Lucio Luiz

  • 28º FESTIVAL INTERNACIONAL DE BANDA DESENHADA DE AMADORA


    Heróis do dia a dia e super-heróis, ficção e realidade, histórias ilustradas que se contam aos quadradinhos. A 28ª edição do Amadora BD, que acontece entre os dias 27 de outubro a 12 de novembro, organizado pela Câmara Municipal da Amadora, oferece uma vasta programação para toda a família – exposições, apresentações e lançamentos, sessões de autógrafos, cinema de animação e oficinas.
    A animação eleva-se ao quadrado, num Festival em que “CONTAR O MUNDO. A reportagem em banda desenhada”, é o tema da exposição central. Se há temas da nossa atualidade que podem ser analisados, questionados, narrados através da linguagem da banda desenhada, este Festival traz-nos bons exemplos através de obras de referência que atravessam diferentes geografias e em que a reportagem jornalística e a BD se cruzam.
    Esta é também a oportunidade de homenagear dois autores lendários, com duas exposições evocativas: Jack Kirby (1917-1994) pai do grande Capitão América e de muitos dos heróis da Marvel, e Will Eisner (1917-2005), um dos artistas que mais influenciou o desenvolvimento e divulgação da banda desenhada. No que toca a autores nacionais, o homenageado é Nuno Saraiva, que retratou o universo do fado e das suas personalidades no álbum Tudo Isto é Fado, vencedor do Prêmio Nacional de BD – Melhor Álbum Português 2016.

    Mais informações:
    Maria Teixeira Simões
    934872128
    amadorabd@newmatch.pt

    Veja uma prévia do que vamos encontrar em Amadora

    Jack Kirby (1917-1994)


  • 28º FESTIVAL INTERNACIONAL DE BANDA DESENHADA DE AMADORA


    Heróis do dia a dia e super-heróis, ficção e
    realidade, histórias ilustradas que se contam aos quadradinhos. A 28ª edição do
    Amadora BD, que acontece entre os dias 27 de outubro a 12 de novembro, organizado
    pela Câmara Municipal da Amadora, oferece uma vasta programação para toda a
    família – exposições, apresentações e lançamentos, sessões de autógrafos,
    cinema de animação e oficinas.
    A animação eleva-se ao quadrado, num Festival em
    que “CONTAR O MUNDO. A reportagem em banda desenhada”, é o tema da exposição
    central. Se há temas da nossa atualidade que podem ser analisados,
    questionados, narrados através da linguagem da banda desenhada, este Festival
    traz-nos bons exemplos através de obras de referência que atravessam diferentes
    geografias e em que a reportagem jornalística e a BD se cruzam.
    Esta é também a oportunidade de homenagear dois
    autores lendários, com duas exposições evocativas: Jack Kirby (1917-1994) pai
    do grande Capitão América e de muitos dos heróis da Marvel, e Will Eisner
    (1917-2005), um dos artistas que mais influenciou o desenvolvimento e divulgação
    da banda desenhada. No que toca a autores nacionais, o homenageado é Nuno
    Saraiva, que retratou o universo do fado e das suas personalidades no álbum Tudo
    Isto é Fado, vencedor do Prêmio Nacional de BD – Melhor Álbum Português 2016.

    Mais informações:
    Maria Teixeira Simões
    934872128
    amadorabd@newmatch.pt


    Veja uma prévia do que vamos encontrar em Amadora

    Jack Kirby (1917-1994)


  • CONFIRA TUDO O QUE ACONTECEU NO III COLÓQUIO REGIONAL SUL EM ARTE SEQUENCIAL

    Mesa sobre
    protagonismo feminino na cultura pop
    Por Maiara Alvim

    Aconteceu entre os dias 13 e 14 de Outubro, o
    III Colóquio Regional Sul  em Arte
    Sequencial. Trata-se de um evento anual, surgido como uma troca de experiências
    e socialização de pesquisas, com o intuito de agregar pesquisadores e
    entusiastas das artes sequenciais (entendidas pelo grupo em um sentido mais
    amplo, que vai além dos quadrinhos, englobando animações, cinema e outros tipos
    de narrativas afins). Além disso, o colóquio tem a intensão de promover um
    mapeamento de pesquisas, estabelecer de vínculos e e possibilitar a troca de
    experiências, podendo, assim, fortalecer as pesquisas na área. A edição deste
    ano ocorreu na Faculdades EST, na cidade de São Leopoldo/RS, e foi promovido
    pelo Grupo de Pesquisa em Arte Sequencial, Mídias e Cultura Pop – também
    conhecido como Cult de Cultura (o qual é vinculado ao PPG da Faculdades EST),
    em associação com a ASPAS. Nossa associação também se fez presente em publicações
    lançadas e vendidas no local e com as presenças de associados na organização do
    evento, e enquanto palestrantes e comunicadores.

    O evento iniciou-se com a conferência da mestra Beatriz Sequeira de Carvalho,
    mediada pelo organizador do evento e membro da ASPAS professor doutor Iuri
    Andréas Reblin. A palestra teve como temática o processo de legitimação
    cultural dos quadrinhos, tema da dissertação de mestrado da pesquisadora, e foi
    bastante instigante e relevante para todos estudiosos da área – o que se
    evidenciou pelas perguntas feitas pela plateia.
    O evento seguiu com um momento de socialização entre os participantes,
    com dinâmicas, compartilhamento de experiências e lançamento de livros, alguns
    publicados em parceria com a ASPAS. Dentre tantas atividades, o destaque
    certamente ficou com a chegada da heroína Mulher Maravilha – ou melhor, da cosplayer
    Angel, que conversou com os participantes sobre suas experiências e trajetória.
    O ponto mais emocionante de sua fala foi, certamente, quando Angel comentou
    sobre o episódio de ataques virtuais que sofreu por conta de sua roupa de
    Mulher Maravilha. Seu relato foi seguido da exibição do filme Mulher
    Maravilha
    – com direito a pipoca e guloseimas – seguida de discussão sobre
    protagonismo feminino na cultura pop, com a presença da associada ASPAS,
    mestranda da ECA – USP, colaboradora do MinasNerds e do IlumiNerds, Dani
    Marino, e com problematizações feitas pela
    Profa. Dra. Kathlen Luana de Oliveira, docente do IFRS – Campus Osório. Com esse debate tão rico e
    construtivo, encerraram-se as atividades do primeiro dia.

    A programação do sábado concentrou-se nas socializações de pesquisas
    tanto na parte da manhã quanto da tarde. Alguns membros da ASPAS fizeram-se
    presentes falando a respeito de seus trabalhos. Após as apresentações,
    seguiu-se o encerramento do evento, com convite para a edição do ano que vem.
    Também foram feitas entrevistas com alguns participantes, que falaram um pouco
    sobre seus trabalhos e responderam perguntas sobre seus livros, séries, filmes
    e heróis preferidos, além de falarem seus posicionamentos no velho debate
    “Marvel ou DC?”.

  • CONFIRA TUDO O QUE ACONTECEU NO III COLÓQUIO REGIONAL SUL EM ARTE SEQUENCIAL

    Mesa sobre protagonismo feminino na cultura pop
    Por Maiara Alvim

    Aconteceu entre os dias 13 e 14 de Outubro, o III Colóquio Regional Sul  em Arte Sequencial. Trata-se de um evento anual, surgido como uma troca de experiências e socialização de pesquisas, com o intuito de agregar pesquisadores e entusiastas das artes sequenciais (entendidas pelo grupo em um sentido mais amplo, que vai além dos quadrinhos, englobando animações, cinema e outros tipos de narrativas afins). Além disso, o colóquio tem a intensão de promover um mapeamento de pesquisas, estabelecer de vínculos e e possibilitar a troca de experiências, podendo, assim, fortalecer as pesquisas na área. A edição deste ano ocorreu na Faculdades EST, na cidade de São Leopoldo/RS, e foi promovido pelo Grupo de Pesquisa em Arte Sequencial, Mídias e Cultura Pop – também conhecido como Cult de Cultura (o qual é vinculado ao PPG da Faculdades EST), em associação com a ASPAS. Nossa associação também se fez presente em publicações lançadas e vendidas no local e com as presenças de associados na organização do evento, e enquanto palestrantes e comunicadores.

    O evento iniciou-se com a conferência da mestra Beatriz Sequeira de Carvalho, mediada pelo organizador do evento e membro da ASPAS professor doutor Iuri Andréas Reblin. A palestra teve como temática o processo de legitimação cultural dos quadrinhos, tema da dissertação de mestrado da pesquisadora, e foi bastante instigante e relevante para todos estudiosos da área – o que se evidenciou pelas perguntas feitas pela plateia.
    O evento seguiu com um momento de socialização entre os participantes, com dinâmicas, compartilhamento de experiências e lançamento de livros, alguns publicados em parceria com a ASPAS. Dentre tantas atividades, o destaque certamente ficou com a chegada da heroína Mulher Maravilha – ou melhor, da cosplayerAngel, que conversou com os participantes sobre suas experiências e trajetória. O ponto mais emocionante de sua fala foi, certamente, quando Angel comentou sobre o episódio de ataques virtuais que sofreu por conta de sua roupa de Mulher Maravilha. Seu relato foi seguido da exibição do filme Mulher Maravilha – com direito a pipoca e guloseimas – seguida de discussão sobre protagonismo feminino na cultura pop, com a presença da associada ASPAS, mestranda da ECA – USP, colaboradora do MinasNerds e do IlumiNerds, Dani Marino, e com problematizações feitas pela Profa. Dra. Kathlen Luana de Oliveira, docente do IFRS – Campus Osório. Com esse debate tão rico e construtivo, encerraram-se as atividades do primeiro dia.

    A programação do sábado concentrou-se nas socializações de pesquisas tanto na parte da manhã quanto da tarde. Alguns membros da ASPAS fizeram-se presentes falando a respeito de seus trabalhos. Após as apresentações, seguiu-se o encerramento do evento, com convite para a edição do ano que vem. Também foram feitas entrevistas com alguns participantes, que falaram um pouco sobre seus trabalhos e responderam perguntas sobre seus livros, séries, filmes e heróis preferidos, além de falarem seus posicionamentos no velho debate “Marvel ou DC?”.
  • FANZINOTECA IFF MACAÉ: ESPAÇO INÉDITO DE AUTORIA E SUBJETIVAÇÃO ZINEIRA NUMA ESCOLA PÚBLICA PROFISSIONALIZANTE

     

    Mostra de fanzines

    Por
    Alberto de Souza (Beralto)

    A
    Fanzinoteca IFF Macaé foi inaugurada na última quarta-feira, 11 de outubro,
    concretizando um meta que há quatro anos vem sendo perseguida – a de reunir o
    acervo adquirido pelo Projeto de Extensão IFanzine por meio de trocas com a
    comunidade de fanzineiros, e possibilitar a apreciação e o registro de memória
    das publicações independentes, além de dispor de um espaço para promover a
    capacitação de educadores para uso de fanzines na sala de aula, além de
    proporcionar mecanismos de estímulo à leitura e produção de literatura popular.
    O
    Coro do IFF Macaé, regido pelo professor Helio Junior, deu início à programação
    do evento, que contou com exposição do acervo de publicações independentes,
    feira de troca de fanzines, debates e lançamentos. Na entrada da Fanzinoteca,
    uma catraca reaproveitada foi instalada para destacar, contraditória e
    criativamente, a liberdade criativa e o estímulo à autoralidade acessível a
    todos, pois desde a entrada, os participantes são convidados a contribuir com
    alguma expressão artística autoral, seja com desenhos, textos ou outras
    performances.

    Adesivos da artista TAOB
    Jovens
    estudantes do IFF Macaé e que atuam diretamente no projeto IFanzine lançaram
    seus fanzines autorais no evento e puderam vivenciar a experiência da
    fanzinagem em plenitude. “Postar material virtualmente e alcançar retorno é uma
    coisa, mas estar presente, em contato com pessoas distintas analisando seu
    trabalho é totalmente diferente. Cada sorriso esboçado, cada expressão de afeição,
    pedido de dedicatória e perguntas a respeito de meu processo criativo fizeram
    meu coração dançar no peito como nunca antes. Que venham mais eventos como este”
    – comemorou Vitor Fortunato, que lançou no evento o zine “PLANETA EMOÇÃO”.
     

    Fanzines de Sara Gaspar

    Outros
    zines como “QUE MERDA É ESSA” de Sara Gaspar; “GIRLS” de Duda Belmont; “BOM
    DIA?” de Keven Rocha; “SEREIANDO” de Clara March e“CRIME E CASTIGO” de Erika
    Freitas movimentaram as trocas na feira que aconteceu no interior da
    Fanzinoteca. Destacamos ainda, além dos estudantes da casa, o poeta Max
    Medeiros, vindo do Rio de Janeiro especialmente para o evento e que, além de
    participar da feira com seu trabalho muito apreciado pelos visitantes, declamou
    uma de suas criações no decorrer da Mostra.
     

    Totem-Zine

    Destacamos
    a presença das artistas Taob, de São Pedro da Aldeia, com suas belíssimas
    gravuras na exposição “IMAGINÁRIO” e a fotógrafa macaense Amanda Moraes com a mostra
    “FILOGRAFIAS”. As rodas de conversa mantiveram a dinâmica de interação e
    sinergia no decorrer de uma agradável tarde de véspera de feriado, com o
    lançamento de zines que deram o tom dos bate-papos. Iniciou-se com o lançamento
    do zine “MARX NA ATUALIDADE” produzido pelo projeto IFanzine em parceria com o
    professor de filosofia Leonardo Berbat de Brito, que mediou a falação sobre o
    tema em questão.
     

    Zine de Duda Balmont

    O
    zine estreia a “Coleção Fanzinoteca IFF Macaé” selo editorial que pretende
    destacar a nova Fanzinoteca como espaço de estímulo à produção autoral e
    subjetivação zineira. Outras publicações e rodas de bate-papo se seguiram, com
    o relançamento do zine PEIBÊ 5 e depoimentos dos estudantes que atuam no
    projeto IFanzine e do coordenador, Beralto. Outros zines produzidos pelo
    projeto em parcerias foram relançados, como o zine Traços de Memória 2,
    contando com a participação da professora de português e literatura Andrea
    Barbosa e suas bolsistas Juliana Campos e Erika Freitas.
     

    Lançamentos de Fanzines

    Distribuiu-se
    ainda o zine “DEPRESSÃO, E EU COM ISSO? Houve ainda a inauguração do aparato
    audio-visual produzido pela equipe organizadora com material reaproveitado, e
    que foi denominado TOTEN-ZINE – um display em formato de caixa de
    autoatendimento bancário, contendo zines ofertados gratuitamente, enquanto um
    monitor de vídeo exibiu um audiovisual produzido pelos artistas Edgar Franco, o
    Ciberpajé e Danielle Barros, a IV Sacerdotisa, no qual criam um HQforismo
    especialmente para demonstrar o processo criativo deste subgênero dos
    quadrinhos poético-filosóficos. 
    Zines do poeta Max Medeiros
    Os dois, pesquisadores renomados e referências entre
    os autores de quadrinhos independentes de inspiração poético-filosóficos,
    participaram juntamente com Gazy Andraus da produção do zine Café Filosófico 2,
    que marcou a estreia do TOTEN-ZINE que, segundo Beralto, coordenador da
    Fanzinoteca, será um recurso para disponibilizar, além dos fanzines que sejam
    enviados para o acervo, materiais audiovisuais produzidos pelos artistas que se
    interessem em divulgar sua obra e processo criativo para os visitantes da Fanzinoteca.
     

    Feira de Zines

    O
    produtor cultural e fanzineiro de Casimiro de Abreu, Tiago ABS finalizou as
    rodas de conversa apresentando seu acervo pessoal de zines e um relato sobre os
    aspectos subjetivos relevantes na prática da fanzinagem, com ênfase na
    afetividade e troca presentes como fator de grande motivação para o autor à
    margem da grande imprensa. Compuseram a mostra os originais de fanzines
    produzidos pelos estudantes das professoras de português e literatura Olivia
    Fonseca e Elida Tuão, com o tema Empoderamento Feminino e que tiveram destaque
    na Mostra em estantes próprias.
     

    Coquetel retrô

    A
    decoração festiva e um coquetel retrô, servido no decorrer do evento aos
    participantes, deram o 
    tom
    de descontração proposta pela organização e o público concorreu durante toda a
    tarde, com 
    cerca
    de 200 visitantes até o final do dia.
    A
    Fanzinoteca IFF Macaé informará em breve os dias e horários de atendimento, mas
    estará permanentemente aberto a visitações mediante agendamento prévio,
    inclusive para promoções de oficinas, minicursos e lançamento de publicações.
    Segundo Alberto de Souza (Beralto), coordenador da Fanzinoteca, o espaço
    representa uma nova fase do projeto IFanzine, pois corporifica o acolhimento do
    fanzine no Instituto Federal Fluminense, uma vez que temos construído ao longo
    de 4 anos a inserção da prática da fanzinagem na sala de aula e em ações de extensão,
    por meio de parceria com professores, que vêm reconhecendo este suporte das
    revistas de fã como um mecanismo de estímulo à produção textual e mesmo como
    processo avaliativo.
     

    Fanzines sobre empoderamento feminino

    Por
    sua vez os estudantes têm respondido com entusiasmo na medida em que percebem
    os predicados da mídia tátil como detentora de atributos únicos e a interação
    presencial que ela oportuniza – uma vivência ímpar, que a dinâmica das redes
    sociais não consegue suprir plenamente. Ver de perto um autor com sua revista
    artesanal e independente, desprovida das amarras comerciais, provoca identificação
    junto ao jovem que se vê motivado a fazer sua revista também e a explorar seu potencial
    criativo. O uso de recursos de impressão acessíveis e processos compositivos
    artesanais são um fator motivacional a mais, que fazem do zine uma excelente
    ferramenta a ser explorada mais amplamente no ambiente educacional.
    Manifestamos
    nosso agradecimento à direção geral do IFF campus Macaé pela sensibilidade de
    acolher
    nossa proposta e acreditar no ineditismo e potencial do fanzine na âmbito do
    ensino e aprendizagem e também aos educadores da instituição que vêm
    colaborando com o êxito de nossa proposta em inúmeras parcerias. Pro fim, nossa
    gratidão aos artistas independentes que enviaram suas publicações para o acervo
    da Fanzinoteca, reafirmando o valor inestimável da relação fraternal e
    contagiante que ora os estudantes da nossa instituição poderão vivenciar de
    forma mais cotidiana nas ações que serão desenvolvidas no nosso novo espaço dos
    fanzines, até então inédito em uma instituição de ensino no estado do Rio de
    Janeiro e quiçá em nosso país, finalizou Beralto.
    Para
    agendamento de visitações, oficinas, minicurso, lançamentos de publicações
    envie e-mail para projetoifanzine @gmail.com

    Para
    envio de publicações para o acervo da Fanzinoteca:
    Instituto
    Federal Fluminense (A/C Alberto Carlos Paula de Souza) – 
    Rodovia
    Amaral Peixoto, km 164, Bairro Lagoa
    Macaé-RJ.

    CEP:
    27.925-290
  • FANZINOTECA IFF MACAÉ: ESPAÇO INÉDITO DE AUTORIA E SUBJETIVAÇÃO ZINEIRA NUMA ESCOLA PÚBLICA PROFISSIONALIZANTE

     

    Mostra de fanzines

    Por Alberto de Souza (Beralto)

    A Fanzinoteca IFF Macaé foi inaugurada na última quarta-feira, 11 de outubro, concretizando um meta que há quatro anos vem sendo perseguida – a de reunir o acervo adquirido pelo Projeto de Extensão IFanzine por meio de trocas com a comunidade de fanzineiros, e possibilitar a apreciação e o registro de memória das publicações independentes, além de dispor de um espaço para promover a capacitação de educadores para uso de fanzines na sala de aula, além de proporcionar mecanismos de estímulo à leitura e produção de literatura popular.
    O Coro do IFF Macaé, regido pelo professor Helio Junior, deu início à programação do evento, que contou com exposição do acervo de publicações independentes, feira de troca de fanzines, debates e lançamentos. Na entrada da Fanzinoteca, uma catraca reaproveitada foi instalada para destacar, contraditória e criativamente, a liberdade criativa e o estímulo à autoralidade acessível a todos, pois desde a entrada, os participantes são convidados a contribuir com alguma expressão artística autoral, seja com desenhos, textos ou outras performances.

    Adesivos da artista TAOB
    Jovens estudantes do IFF Macaé e que atuam diretamente no projeto IFanzine lançaram seus fanzines autorais no evento e puderam vivenciar a experiência da fanzinagem em plenitude. “Postar material virtualmente e alcançar retorno é uma coisa, mas estar presente, em contato com pessoas distintas analisando seu trabalho é totalmente diferente. Cada sorriso esboçado, cada expressão de afeição, pedido de dedicatória e perguntas a respeito de meu processo criativo fizeram meu coração dançar no peito como nunca antes. Que venham mais eventos como este” – comemorou Vitor Fortunato, que lançou no evento o zine “PLANETA EMOÇÃO”.
     

    Fanzines de Sara Gaspar

    Outros zines como “QUE MERDA É ESSA” de Sara Gaspar; “GIRLS” de Duda Belmont; “BOM DIA?” de Keven Rocha; “SEREIANDO” de Clara March e“CRIME E CASTIGO” de Erika Freitas movimentaram as trocas na feira que aconteceu no interior da Fanzinoteca. Destacamos ainda, além dos estudantes da casa, o poeta Max Medeiros, vindo do Rio de Janeiro especialmente para o evento e que, além de participar da feira com seu trabalho muito apreciado pelos visitantes, declamou uma de suas criações no decorrer da Mostra.
     

    Totem-Zine

    Destacamos a presença das artistas Taob, de São Pedro da Aldeia, com suas belíssimas gravuras na exposição “IMAGINÁRIO” e a fotógrafa macaense Amanda Moraes com a mostra “FILOGRAFIAS”. As rodas de conversa mantiveram a dinâmica de interação e sinergia no decorrer de uma agradável tarde de véspera de feriado, com o lançamento de zines que deram o tom dos bate-papos. Iniciou-se com o lançamento do zine “MARX NA ATUALIDADE” produzido pelo projeto IFanzine em parceria com o professor de filosofia Leonardo Berbat de Brito, que mediou a falação sobre o tema em questão.
     

    Zine de Duda Balmont

    O zine estreia a “Coleção Fanzinoteca IFF Macaé” selo editorial que pretende destacar a nova Fanzinoteca como espaço de estímulo à produção autoral e subjetivação zineira. Outras publicações e rodas de bate-papo se seguiram, com o relançamento do zine PEIBÊ 5 e depoimentos dos estudantes que atuam no projeto IFanzine e do coordenador, Beralto. Outros zines produzidos pelo projeto em parcerias foram relançados, como o zine Traços de Memória 2, contando com a participação da professora de português e literatura Andrea Barbosa e suas bolsistas Juliana Campos e Erika Freitas.
     

    Lançamentos de Fanzines

    Distribuiu-se ainda o zine “DEPRESSÃO, E EU COM ISSO? Houve ainda a inauguração do aparato audio-visual produzido pela equipe organizadora com material reaproveitado, e que foi denominado TOTEN-ZINE – um display em formato de caixa de autoatendimento bancário, contendo zines ofertados gratuitamente, enquanto um monitor de vídeo exibiu um audiovisual produzido pelos artistas Edgar Franco, o Ciberpajé e Danielle Barros, a IV Sacerdotisa, no qual criam um HQforismo especialmente para demonstrar o processo criativo deste subgênero dos quadrinhos poético-filosóficos. 
    Zines do poeta Max Medeiros
    Os dois, pesquisadores renomados e referências entre os autores de quadrinhos independentes de inspiração poético-filosóficos, participaram juntamente com Gazy Andraus da produção do zine Café Filosófico 2, que marcou a estreia do TOTEN-ZINE que, segundo Beralto, coordenador da Fanzinoteca, será um recurso para disponibilizar, além dos fanzines que sejam enviados para o acervo, materiais audiovisuais produzidos pelos artistas que se interessem em divulgar sua obra e processo criativo para os visitantes da Fanzinoteca.
     

    Feira de Zines

    O produtor cultural e fanzineiro de Casimiro de Abreu, Tiago ABS finalizou as rodas de conversa apresentando seu acervo pessoal de zines e um relato sobre os aspectos subjetivos relevantes na prática da fanzinagem, com ênfase na afetividade e troca presentes como fator de grande motivação para o autor à margem da grande imprensa. Compuseram a mostra os originais de fanzines produzidos pelos estudantes das professoras de português e literatura Olivia Fonseca e Elida Tuão, com o tema Empoderamento Feminino e que tiveram destaque na Mostra em estantes próprias.
     

    Coquetel retrô

    A decoração festiva e um coquetel retrô, servido no decorrer do evento aos participantes, deram o tom de descontração proposta pela organização e o público concorreu durante toda a tarde, com cerca de 200 visitantes até o final do dia.
    A Fanzinoteca IFF Macaé informará em breve os dias e horários de atendimento, mas estará permanentemente aberto a visitações mediante agendamento prévio, inclusive para promoções de oficinas, minicursos e lançamento de publicações. Segundo Alberto de Souza (Beralto), coordenador da Fanzinoteca, o espaço representa uma nova fase do projeto IFanzine, pois corporifica o acolhimento do fanzine no Instituto Federal Fluminense, uma vez que temos construído ao longo de 4 anos a inserção da prática da fanzinagem na sala de aula e em ações de extensão, por meio de parceria com professores, que vêm reconhecendo este suporte das revistas de fã como um mecanismo de estímulo à produção textual e mesmo como processo avaliativo.
     

    Fanzines sobre empoderamento feminino

    Por sua vez os estudantes têm respondido com entusiasmo na medida em que percebem os predicados da mídia tátil como detentora de atributos únicos e a interação presencial que ela oportuniza – uma vivência ímpar, que a dinâmica das redes sociais não consegue suprir plenamente. Ver de perto um autor com sua revista artesanal e independente, desprovida das amarras comerciais, provoca identificação junto ao jovem que se vê motivado a fazer sua revista também e a explorar seu potencial criativo. O uso de recursos de impressão acessíveis e processos compositivos artesanais são um fator motivacional a mais, que fazem do zine uma excelente ferramenta a ser explorada mais amplamente no ambiente educacional.
    Manifestamos nosso agradecimento à direção geral do IFF campus Macaé pela sensibilidade de
    acolher nossa proposta e acreditar no ineditismo e potencial do fanzine na âmbito do ensino e aprendizagem e também aos educadores da instituição que vêm colaborando com o êxito de nossa proposta em inúmeras parcerias. Pro fim, nossa gratidão aos artistas independentes que enviaram suas publicações para o acervo da Fanzinoteca, reafirmando o valor inestimável da relação fraternal e contagiante que ora os estudantes da nossa instituição poderão vivenciar de forma mais cotidiana nas ações que serão desenvolvidas no nosso novo espaço dos fanzines, até então inédito em uma instituição de ensino no estado do Rio de Janeiro e quiçá em nosso país, finalizou Beralto.
    Para agendamento de visitações, oficinas, minicurso, lançamentos de publicações envie e-mail para projetoifanzine @gmail.com

    Para envio de publicações para o acervo da Fanzinoteca:
    Instituto Federal Fluminense (A/C Alberto Carlos Paula de Souza) – Rodovia Amaral Peixoto, km 164, Bairro Lagoa
    Macaé-RJ.

    CEP: 27.925-290
  • COMO FOI O II ENCONTRO COM TRINA ROBBINS


    No dia 28 de setembro ocorreu na ECO/ UFRJ o II Encontro de Trina Robbins com várias quadrinistas brasileiras. Membro honorária da ASPAS, Trina Robbins veio ao Brasil pela segunda vez. Na sua primeira visita, em agosto de 2015,  em São Paulo,  ela realizou sua primeira reunião com quadrinistas brasileiras, quando na época participava das Jornadas Internacionais de Quadrinhos, realizadas na ECA/USP. 

    Trina Robbins, ao centro, ladeada por Octavio Aragão e Amaury Fernandes, acompanhados da equipe da SIQ.

    Agora, dois anos depois, foi a vez da quadrinista e pesquisadora visitar o Rio de Janeiro e participar da Semana Internacional de Quadrinhos (SIQ). Trina Robbins realizou uma verdadeira maratona, de dar inveja a muito jovem pesquisador(a). Ela chegou no dia 26 de setembro  e no mesmo dia deu entrevistas e participou de uma conferência na SIQ. Auditório, por sinal, lotado. Alunos, professores e fãs estavam compareceram ao evento. Um verdadeiro sucesso. No dia 27, a autora participou de um bate-papo na Blooks, livraria que patrocinou sua vinda ao evento. 

    Trina Robbins e Maiara Alvim (intérprete), na Blooks.

    Por fim, no dia 28 se setembro ela se reuniu pela manhã com várias cartunistas brasileiras (clique aqui para mais informações), não apenas do Rio de Janeiro mas, também, de outros estados e até regiões. Todas elas, muito emocionadas, ouviram Trina Robbins falar sobre sua trajetória, que por sinal pode ser lida em detalhes em seu novo livro, Last Girl Standing, lançado recentemente nos Estados Unidos e, claro, falaram para ela sobre seus projetos. Uma manhã muito produtiva que, tenho certeza, deixou marcas em todas as pessoas presentes. 

    Trina Robbins e as participantes do “II Encontro com Trina Robbins.”

    Tudo isso só foi possível através da parceria entre a organização da SIQ, representada por Octavio Aragão e Amaury Fernandes que generosamente cederam espaço na ECO/USP para a realização do encontro e, claro, a própria Trina Robbins, que se dispôs a contar e ouvir histórias. Agradecemos ainda às aspianas Maiara Alvim, que atuou como intérprete e Catia Ana Baldoíno, responsável pela criação do material gráfico que foi utilizado para a divulgação do evento.

    Leia alguns depoimentos:

    O encontro com Trina Robbins foi uma injeção de entusiasmo para mim. Fazer quadrinhos é com frequência uma atividade solitária, porém, quando nos unimos de forma produtiva, é possível sentir o quão próximas estão as nossas trajetórias apaixonadas nesse campo pouco profissionalizado e dominado por homens. Mais do que tudo, esses momentos abrem caminho para a transformação e a potência. Sou grata pela presença inspiradora de Trina e de todas as artistas e pesquisadoras em quadrinhos!

    Aline Lemos

    Foi muito legal esse tempo pra conhecer pela própria Trina o trabalho dela. Imaginar o cenário e ambiente fechado às mulheres na época que ela começou a trabalhar, que nem é tanto tempo assim, me fez pensar na importância de se manter o resgate da historia das mulheres nos quadrinhos e ao mesmo tempo de continuarmos abrindo caminho no cenário atual, para nós e para as futuras quadrinistas.
    Catia Ana Baldoíno

    Uma experiência que fica como referência. Conhecer em pessoa uma das figuras de ponta dos quadrinhos de militância, é inspirador e transformador. Trina não é só generosa, mas elétrica. Quero ser Trina quando crescer!
    Thaís Linhares
  • COMO FOI O II ENCONTRO COM TRINA ROBBINS



    No dia 28 de setembro ocorreu na ECO/ UFRJ o II Encontro de Trina Robbins com várias quadrinistas brasileiras. Membro honorária da ASPAS, Trina Robbins veio ao Brasil pela segunda vez. Na sua primeira visita, em agosto de 2015,  em São Paulo,  ela realizou sua primeira reunião com quadrinistas brasileiras, quando na época participava das Jornadas Internacionais de Quadrinhos, realizadas na ECA/USP. 

    Trina Robbins, ao centro, ladeada por Octavio Aragão e Amaury Fernandes, acompanhados da equipe da SIQ.

    Agora, dois anos depois, foi a vez da quadrinista e pesquisadora visitar o Rio de Janeiro e participar da Semana Internacional de Quadrinhos (SIQ). Trina Robbins realizou uma verdadeira maratona, de dar inveja a muito jovem pesquisador(a). Ela chegou no dia 26 de setembro  e no mesmo dia deu entrevistas e participou de uma conferência na SIQ. Auditório, por sinal, lotado. Alunos, professores e fãs estavam compareceram ao evento. Um verdadeiro sucesso. No dia 27, a autora participou de um bate-papo na Blooks, livraria que patrocinou sua vinda ao evento. 

    Trina Robbins e Maiara Alvim (intérprete), na Blooks.

    Por fim, no dia 28 se setembro ela se reuniu pela manhã com várias cartunistas brasileiras (clique aqui para mais informações), não apenas do Rio de Janeiro mas, também, de outros estados e até regiões. Todas elas, muito emocionadas, ouviram Trina Robbins falar sobre sua trajetória, que por sinal pode ser lida em detalhes em seu novo livro, Last Girl Standing, lançado recentemente nos Estados Unidos e, claro, falaram para ela sobre seus projetos. Uma manhã muito produtiva que, tenho certeza, deixou marcas em todas as pessoas presentes. 

    Trina Robbins e as participantes do “II Encontro com Trina Robbins.”

    Tudo isso só foi possível através da parceria entre a organização da SIQ, representada por Octavio Aragão e Amaury Fernandes que generosamente cederam espaço na ECO/USP para a realização do encontro e, claro, a própria Trina Robbins, que se dispôs a contar e ouvir histórias. Agradecemos ainda às aspianas Maiara Alvim, que atuou como intérprete e Catia Ana Baldoíno, responsável pela criação do material gráfico que foi utilizado para a divulgação do evento.


    Leia alguns depoimentos:

    O encontro com Trina Robbins foi uma injeção de entusiasmo para mim. Fazer quadrinhos é com frequência uma atividade solitária, porém, quando nos unimos de forma produtiva, é possível sentir o quão próximas estão as nossas trajetórias apaixonadas nesse campo pouco profissionalizado e dominado por homens. Mais do que tudo, esses momentos abrem caminho para a transformação e a potência. Sou grata pela presença inspiradora de Trina e de todas as artistas e pesquisadoras em quadrinhos!


    Aline Lemos


    Foi muito legal esse tempo pra conhecer pela
    própria Trina o trabalho dela. Imaginar o cenário e ambiente fechado às
    mulheres na época que ela começou a trabalhar, que nem é tanto tempo assim, me
    fez pensar na importância de se manter o resgate da historia das mulheres nos
    quadrinhos e ao mesmo tempo de continuarmos abrindo caminho no cenário atual,
    para nós e para as futuras quadrinistas.
    Catia Ana Baldoíno


    Uma experiência que fica como referência. Conhecer em pessoa uma das figuras de ponta dos quadrinhos de militância, é inspirador e transformador. Trina não é só generosa, mas elétrica. Quero ser Trina quando crescer!
    Thaís Linhares
  • II FESTIVAL INTERNACIONAL DE QUADRINHOS DE ÖREBRO


    O II Festival Internacional e Quadrinhos de Örebro  (Örebro Seriefestival – Örebro International Comics Festival), vai acontecer nos dia 11 de  12 de novembro de 2017, na cidade de Örebro, na Suécia. O Festival tem como um dos organizadores Thomas Karlsson, atualmente presidente da Associação Sueca de Quadrinhos (Seriefrämjandet – The Swedish Comics Association) e membro honorário da ASPAS.
    Durante o festival estarão expostos trabalhos de autores independentes, fanzines e editoras suecas também irão marcar presença. Haverá palestras e bate-papos com autores. Entre os convidados deste anos estão Sara Bergmark Elfgren, roteirista que vem se destacando tanto na área dos quadrinhos quanto no cinema. Sara, juntamente com o cartunista Karl Johnsson, que também é um dos convidados do festival deste ano, criaram a série Vei-bok  publicada em 2017. 
    A série é uma história épica de fantasia inspirada na mitologia nórdica. O livro dois está previsto para 2018.  Vei-bok  teve os direitos de publicação vendidos para vários países. Outro quadrinho de sucesso de Sara Bergmark Elfgren  é The Deaths Voice, publicado em 2016 e indicado para o Prêmio Prix Europa 2016. 
    Também já estão confirmadas as quadrinistas Yvette Gustafsson, criadora da séria Zak och Ting (Zak & Ting) e Sara Olausson, autora de Kvinnor ritar bara serier om mens (As mulheres apenas desenham quadrinhos de menstruação), uma antologia criada em quadrinhos de 30 ilustrações onde o assunto gire em torno do tabu “homem”.
    Destaque para o quadrinista  Ilpo Koskela, convidado internacional desta edição. Além de ter uma carreira de 30 anos como quadrinista, Koskela trabalhou como professor na escola de arte de Oulu. Em 2010, ele publicou seu livro de 156 páginas sobre a criação de quadrinhos. Este é o primeiro livro de texto mais completo neste campo, publicado na Finlândia nos últimos 20 anos. Em 2011, ele recebeu o título de Conselheiro de quadrinhos. Seus quadrinhos foram publicados na Suécia e em outros países, como a Argélia, onde participou de um Festival em Quadrinhos em 2015.
    Para mais informações sobre o Festival Internacional de Quadrinhos de Örebro, clique aqui!

  • II FESTIVAL INTERNACIONAL DE QUADRINHOS DE ÖREBRO



    O II Festival Internacional e Quadrinhos de
    Örebro 
    (Örebro Seriefestival – Örebro International Comics Festival), vai
    acontecer nos dia 11 de  12 de novembro de 2017, na cidade de Örebro, na
    Suécia. O Festival tem como um dos organizadores Thomas Karlsson, atualmente
    presidente da Associação Sueca de Quadrinhos (Seriefrämjandet – The Swedish
    Comics Association) e membro honorário da ASPAS.
    Durante o festival estarão expostos trabalhos de
    autores independentes, fanzines e editoras suecas também irão marcar presença.
    Haverá palestras e bate-papos com autores. Entre os convidados deste anos estão
    Sara Bergmark Elfgren, roteirista que vem se destacando tanto na área dos
    quadrinhos quanto no cinema. Sara, juntamente com o cartunista Karl
    Johnsson
    , que também é um dos convidados do festival deste ano, criaram a
    série Vei-bok  publicada em 2017. 
    A série é uma história épica de fantasia inspirada
    na mitologia nórdica. O livro dois está previsto para
    2018.  Vei-bok  teve os direitos de publicação vendidos para
    vários países. Outro quadrinho de sucesso de Sara Bergmark
    Elfgren  é The Deaths Voice, publicado em 2016 e indicado para o
    Prêmio Prix Europa 2016. 
    Também já estão confirmadas as quadrinistas Yvette
    Gustafsson
    , criadora da séria Zak och Ting (Zak & Ting) e Sara
    Olausson, autora de Kvinnor ritar bara serier om mens (As mulheres apenas
    desenham quadrinhos de menstruação), uma antologia criada em quadrinhos de
    30 ilustrações onde o assunto gire em torno do tabu “homem”.
    Destaque para o quadrinista  Ilpo
    Koskela
    , convidado internacional desta edição. Além de ter uma carreira de
    30 anos como quadrinista, Koskela trabalhou como professor na escola de arte de
    Oulu. Em 2010, ele publicou seu livro de 156 páginas sobre a criação de
    quadrinhos. Este é o primeiro livro de texto mais completo neste campo,
    publicado na Finlândia nos últimos 20 anos. Em 2011, ele recebeu o título
    de Conselheiro de quadrinhos. Seus quadrinhos foram publicados na Suécia e em
    outros países, como a Argélia, onde participou de um Festival em Quadrinhos em
    2015.
    Para mais informações sobre o Festival
    Internacional de Quadrinhos de Örebro, clique aqui!