Autor: Lucio Luiz
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28º FESTIVAL INTERNACIONAL DE BANDA DESENHADA DE AMADORA
Heróis do dia a dia e super-heróis, ficção e realidade, histórias ilustradas que se contam aos quadradinhos. A 28ª edição do Amadora BD, que acontece entre os dias 27 de outubro a 12 de novembro, organizado pela Câmara Municipal da Amadora, oferece uma vasta programação para toda a família – exposições, apresentações e lançamentos, sessões de autógrafos, cinema de animação e oficinas.A animação eleva-se ao quadrado, num Festival em que “CONTAR O MUNDO. A reportagem em banda desenhada”, é o tema da exposição central. Se há temas da nossa atualidade que podem ser analisados, questionados, narrados através da linguagem da banda desenhada, este Festival traz-nos bons exemplos através de obras de referência que atravessam diferentes geografias e em que a reportagem jornalística e a BD se cruzam.Esta é também a oportunidade de homenagear dois autores lendários, com duas exposições evocativas: Jack Kirby (1917-1994) pai do grande Capitão América e de muitos dos heróis da Marvel, e Will Eisner (1917-2005), um dos artistas que mais influenciou o desenvolvimento e divulgação da banda desenhada. No que toca a autores nacionais, o homenageado é Nuno Saraiva, que retratou o universo do fado e das suas personalidades no álbum Tudo Isto é Fado, vencedor do Prêmio Nacional de BD – Melhor Álbum Português 2016.Mais informações:Maria Teixeira Simões934872128 -
28º FESTIVAL INTERNACIONAL DE BANDA DESENHADA DE AMADORA
Heróis do dia a dia e super-heróis, ficção e
realidade, histórias ilustradas que se contam aos quadradinhos. A 28ª edição do
Amadora BD, que acontece entre os dias 27 de outubro a 12 de novembro, organizado
pela Câmara Municipal da Amadora, oferece uma vasta programação para toda a
família – exposições, apresentações e lançamentos, sessões de autógrafos,
cinema de animação e oficinas.A animação eleva-se ao quadrado, num Festival em
que “CONTAR O MUNDO. A reportagem em banda desenhada”, é o tema da exposição
central. Se há temas da nossa atualidade que podem ser analisados,
questionados, narrados através da linguagem da banda desenhada, este Festival
traz-nos bons exemplos através de obras de referência que atravessam diferentes
geografias e em que a reportagem jornalística e a BD se cruzam.Esta é também a oportunidade de homenagear dois
autores lendários, com duas exposições evocativas: Jack Kirby (1917-1994) pai
do grande Capitão América e de muitos dos heróis da Marvel, e Will Eisner
(1917-2005), um dos artistas que mais influenciou o desenvolvimento e divulgação
da banda desenhada. No que toca a autores nacionais, o homenageado é Nuno
Saraiva, que retratou o universo do fado e das suas personalidades no álbum Tudo
Isto é Fado, vencedor do Prêmio Nacional de BD – Melhor Álbum Português 2016.Mais informações:Maria Teixeira Simões934872128 -
CONFIRA TUDO O QUE ACONTECEU NO III COLÓQUIO REGIONAL SUL EM ARTE SEQUENCIAL
Mesa sobre
protagonismo feminino na cultura popPor Maiara AlvimAconteceu entre os dias 13 e 14 de Outubro, o
III Colóquio Regional Sul em Arte
Sequencial. Trata-se de um evento anual, surgido como uma troca de experiências
e socialização de pesquisas, com o intuito de agregar pesquisadores e
entusiastas das artes sequenciais (entendidas pelo grupo em um sentido mais
amplo, que vai além dos quadrinhos, englobando animações, cinema e outros tipos
de narrativas afins). Além disso, o colóquio tem a intensão de promover um
mapeamento de pesquisas, estabelecer de vínculos e e possibilitar a troca de
experiências, podendo, assim, fortalecer as pesquisas na área. A edição deste
ano ocorreu na Faculdades EST, na cidade de São Leopoldo/RS, e foi promovido
pelo Grupo de Pesquisa em Arte Sequencial, Mídias e Cultura Pop – também
conhecido como Cult de Cultura (o qual é vinculado ao PPG da Faculdades EST),
em associação com a ASPAS. Nossa associação também se fez presente em publicações
lançadas e vendidas no local e com as presenças de associados na organização do
evento, e enquanto palestrantes e comunicadores.O evento iniciou-se com a conferência da mestra Beatriz Sequeira de Carvalho,
mediada pelo organizador do evento e membro da ASPAS professor doutor Iuri
Andréas Reblin. A palestra teve como temática o processo de legitimação
cultural dos quadrinhos, tema da dissertação de mestrado da pesquisadora, e foi
bastante instigante e relevante para todos estudiosos da área – o que se
evidenciou pelas perguntas feitas pela plateia.O evento seguiu com um momento de socialização entre os participantes,
com dinâmicas, compartilhamento de experiências e lançamento de livros, alguns
publicados em parceria com a ASPAS. Dentre tantas atividades, o destaque
certamente ficou com a chegada da heroína Mulher Maravilha – ou melhor, da cosplayer
Angel, que conversou com os participantes sobre suas experiências e trajetória.
O ponto mais emocionante de sua fala foi, certamente, quando Angel comentou
sobre o episódio de ataques virtuais que sofreu por conta de sua roupa de
Mulher Maravilha. Seu relato foi seguido da exibição do filme Mulher
Maravilha – com direito a pipoca e guloseimas – seguida de discussão sobre
protagonismo feminino na cultura pop, com a presença da associada ASPAS,
mestranda da ECA – USP, colaboradora do MinasNerds e do IlumiNerds, Dani
Marino, e com problematizações feitas pela Profa. Dra. Kathlen Luana de Oliveira, docente do IFRS – Campus Osório. Com esse debate tão rico e
construtivo, encerraram-se as atividades do primeiro dia.A programação do sábado concentrou-se nas socializações de pesquisas
tanto na parte da manhã quanto da tarde. Alguns membros da ASPAS fizeram-se
presentes falando a respeito de seus trabalhos. Após as apresentações,
seguiu-se o encerramento do evento, com convite para a edição do ano que vem.
Também foram feitas entrevistas com alguns participantes, que falaram um pouco
sobre seus trabalhos e responderam perguntas sobre seus livros, séries, filmes
e heróis preferidos, além de falarem seus posicionamentos no velho debate
“Marvel ou DC?”. -
CONFIRA TUDO O QUE ACONTECEU NO III COLÓQUIO REGIONAL SUL EM ARTE SEQUENCIAL
Mesa sobre protagonismo feminino na cultura popPor Maiara AlvimAconteceu entre os dias 13 e 14 de Outubro, o III Colóquio Regional Sul em Arte Sequencial. Trata-se de um evento anual, surgido como uma troca de experiências e socialização de pesquisas, com o intuito de agregar pesquisadores e entusiastas das artes sequenciais (entendidas pelo grupo em um sentido mais amplo, que vai além dos quadrinhos, englobando animações, cinema e outros tipos de narrativas afins). Além disso, o colóquio tem a intensão de promover um mapeamento de pesquisas, estabelecer de vínculos e e possibilitar a troca de experiências, podendo, assim, fortalecer as pesquisas na área. A edição deste ano ocorreu na Faculdades EST, na cidade de São Leopoldo/RS, e foi promovido pelo Grupo de Pesquisa em Arte Sequencial, Mídias e Cultura Pop – também conhecido como Cult de Cultura (o qual é vinculado ao PPG da Faculdades EST), em associação com a ASPAS. Nossa associação também se fez presente em publicações lançadas e vendidas no local e com as presenças de associados na organização do evento, e enquanto palestrantes e comunicadores.O evento iniciou-se com a conferência da mestra Beatriz Sequeira de Carvalho, mediada pelo organizador do evento e membro da ASPAS professor doutor Iuri Andréas Reblin. A palestra teve como temática o processo de legitimação cultural dos quadrinhos, tema da dissertação de mestrado da pesquisadora, e foi bastante instigante e relevante para todos estudiosos da área – o que se evidenciou pelas perguntas feitas pela plateia.O evento seguiu com um momento de socialização entre os participantes, com dinâmicas, compartilhamento de experiências e lançamento de livros, alguns publicados em parceria com a ASPAS. Dentre tantas atividades, o destaque certamente ficou com a chegada da heroína Mulher Maravilha – ou melhor, da cosplayerAngel, que conversou com os participantes sobre suas experiências e trajetória. O ponto mais emocionante de sua fala foi, certamente, quando Angel comentou sobre o episódio de ataques virtuais que sofreu por conta de sua roupa de Mulher Maravilha. Seu relato foi seguido da exibição do filme Mulher Maravilha – com direito a pipoca e guloseimas – seguida de discussão sobre protagonismo feminino na cultura pop, com a presença da associada ASPAS, mestranda da ECA – USP, colaboradora do MinasNerds e do IlumiNerds, Dani Marino, e com problematizações feitas pela Profa. Dra. Kathlen Luana de Oliveira, docente do IFRS – Campus Osório. Com esse debate tão rico e construtivo, encerraram-se as atividades do primeiro dia.A programação do sábado concentrou-se nas socializações de pesquisas tanto na parte da manhã quanto da tarde. Alguns membros da ASPAS fizeram-se presentes falando a respeito de seus trabalhos. Após as apresentações, seguiu-se o encerramento do evento, com convite para a edição do ano que vem. Também foram feitas entrevistas com alguns participantes, que falaram um pouco sobre seus trabalhos e responderam perguntas sobre seus livros, séries, filmes e heróis preferidos, além de falarem seus posicionamentos no velho debate “Marvel ou DC?”. -
FANZINOTECA IFF MACAÉ: ESPAÇO INÉDITO DE AUTORIA E SUBJETIVAÇÃO ZINEIRA NUMA ESCOLA PÚBLICA PROFISSIONALIZANTE
Por
Alberto de Souza (Beralto)A
Fanzinoteca IFF Macaé foi inaugurada na última quarta-feira, 11 de outubro,
concretizando um meta que há quatro anos vem sendo perseguida – a de reunir o
acervo adquirido pelo Projeto de Extensão IFanzine por meio de trocas com a
comunidade de fanzineiros, e possibilitar a apreciação e o registro de memória
das publicações independentes, além de dispor de um espaço para promover a
capacitação de educadores para uso de fanzines na sala de aula, além de
proporcionar mecanismos de estímulo à leitura e produção de literatura popular.O
Coro do IFF Macaé, regido pelo professor Helio Junior, deu início à programação
do evento, que contou com exposição do acervo de publicações independentes,
feira de troca de fanzines, debates e lançamentos. Na entrada da Fanzinoteca,
uma catraca reaproveitada foi instalada para destacar, contraditória e
criativamente, a liberdade criativa e o estímulo à autoralidade acessível a
todos, pois desde a entrada, os participantes são convidados a contribuir com
alguma expressão artística autoral, seja com desenhos, textos ou outras
performances.
Adesivos da artista TAOB Jovens
estudantes do IFF Macaé e que atuam diretamente no projeto IFanzine lançaram
seus fanzines autorais no evento e puderam vivenciar a experiência da
fanzinagem em plenitude. “Postar material virtualmente e alcançar retorno é uma
coisa, mas estar presente, em contato com pessoas distintas analisando seu
trabalho é totalmente diferente. Cada sorriso esboçado, cada expressão de afeição,
pedido de dedicatória e perguntas a respeito de meu processo criativo fizeram
meu coração dançar no peito como nunca antes. Que venham mais eventos como este”
– comemorou Vitor Fortunato, que lançou no evento o zine “PLANETA EMOÇÃO”.Outros
zines como “QUE MERDA É ESSA” de Sara Gaspar; “GIRLS” de Duda Belmont; “BOM
DIA?” de Keven Rocha; “SEREIANDO” de Clara March e“CRIME E CASTIGO” de Erika
Freitas movimentaram as trocas na feira que aconteceu no interior da
Fanzinoteca. Destacamos ainda, além dos estudantes da casa, o poeta Max
Medeiros, vindo do Rio de Janeiro especialmente para o evento e que, além de
participar da feira com seu trabalho muito apreciado pelos visitantes, declamou
uma de suas criações no decorrer da Mostra.Destacamos
a presença das artistas Taob, de São Pedro da Aldeia, com suas belíssimas
gravuras na exposição “IMAGINÁRIO” e a fotógrafa macaense Amanda Moraes com a mostra
“FILOGRAFIAS”. As rodas de conversa mantiveram a dinâmica de interação e
sinergia no decorrer de uma agradável tarde de véspera de feriado, com o
lançamento de zines que deram o tom dos bate-papos. Iniciou-se com o lançamento
do zine “MARX NA ATUALIDADE” produzido pelo projeto IFanzine em parceria com o
professor de filosofia Leonardo Berbat de Brito, que mediou a falação sobre o
tema em questão.O
zine estreia a “Coleção Fanzinoteca IFF Macaé” selo editorial que pretende
destacar a nova Fanzinoteca como espaço de estímulo à produção autoral e
subjetivação zineira. Outras publicações e rodas de bate-papo se seguiram, com
o relançamento do zine PEIBÊ 5 e depoimentos dos estudantes que atuam no
projeto IFanzine e do coordenador, Beralto. Outros zines produzidos pelo
projeto em parcerias foram relançados, como o zine Traços de Memória 2,
contando com a participação da professora de português e literatura Andrea
Barbosa e suas bolsistas Juliana Campos e Erika Freitas.Distribuiu-se
ainda o zine “DEPRESSÃO, E EU COM ISSO? Houve ainda a inauguração do aparato
audio-visual produzido pela equipe organizadora com material reaproveitado, e
que foi denominado TOTEN-ZINE – um display em formato de caixa de
autoatendimento bancário, contendo zines ofertados gratuitamente, enquanto um
monitor de vídeo exibiu um audiovisual produzido pelos artistas Edgar Franco, o
Ciberpajé e Danielle Barros, a IV Sacerdotisa, no qual criam um HQforismo
especialmente para demonstrar o processo criativo deste subgênero dos
quadrinhos poético-filosóficos.
Zines do poeta Max Medeiros Os dois, pesquisadores renomados e referências entre
os autores de quadrinhos independentes de inspiração poético-filosóficos,
participaram juntamente com Gazy Andraus da produção do zine Café Filosófico 2,
que marcou a estreia do TOTEN-ZINE que, segundo Beralto, coordenador da
Fanzinoteca, será um recurso para disponibilizar, além dos fanzines que sejam
enviados para o acervo, materiais audiovisuais produzidos pelos artistas que se
interessem em divulgar sua obra e processo criativo para os visitantes da Fanzinoteca.O
produtor cultural e fanzineiro de Casimiro de Abreu, Tiago ABS finalizou as
rodas de conversa apresentando seu acervo pessoal de zines e um relato sobre os
aspectos subjetivos relevantes na prática da fanzinagem, com ênfase na
afetividade e troca presentes como fator de grande motivação para o autor à
margem da grande imprensa. Compuseram a mostra os originais de fanzines
produzidos pelos estudantes das professoras de português e literatura Olivia
Fonseca e Elida Tuão, com o tema Empoderamento Feminino e que tiveram destaque
na Mostra em estantes próprias.A
decoração festiva e um coquetel retrô, servido no decorrer do evento aos
participantes, deram o tom
de descontração proposta pela organização e o público concorreu durante toda a
tarde, com cerca
de 200 visitantes até o final do dia.A
Fanzinoteca IFF Macaé informará em breve os dias e horários de atendimento, mas
estará permanentemente aberto a visitações mediante agendamento prévio,
inclusive para promoções de oficinas, minicursos e lançamento de publicações.
Segundo Alberto de Souza (Beralto), coordenador da Fanzinoteca, o espaço
representa uma nova fase do projeto IFanzine, pois corporifica o acolhimento do
fanzine no Instituto Federal Fluminense, uma vez que temos construído ao longo
de 4 anos a inserção da prática da fanzinagem na sala de aula e em ações de extensão,
por meio de parceria com professores, que vêm reconhecendo este suporte das
revistas de fã como um mecanismo de estímulo à produção textual e mesmo como
processo avaliativo.Por
sua vez os estudantes têm respondido com entusiasmo na medida em que percebem
os predicados da mídia tátil como detentora de atributos únicos e a interação
presencial que ela oportuniza – uma vivência ímpar, que a dinâmica das redes
sociais não consegue suprir plenamente. Ver de perto um autor com sua revista
artesanal e independente, desprovida das amarras comerciais, provoca identificação
junto ao jovem que se vê motivado a fazer sua revista também e a explorar seu potencial
criativo. O uso de recursos de impressão acessíveis e processos compositivos
artesanais são um fator motivacional a mais, que fazem do zine uma excelente
ferramenta a ser explorada mais amplamente no ambiente educacional.Manifestamos
nosso agradecimento à direção geral do IFF campus Macaé pela sensibilidade deacolher
nossa proposta e acreditar no ineditismo e potencial do fanzine na âmbito do
ensino e aprendizagem e também aos educadores da instituição que vêm
colaborando com o êxito de nossa proposta em inúmeras parcerias. Pro fim, nossa
gratidão aos artistas independentes que enviaram suas publicações para o acervo
da Fanzinoteca, reafirmando o valor inestimável da relação fraternal e
contagiante que ora os estudantes da nossa instituição poderão vivenciar de
forma mais cotidiana nas ações que serão desenvolvidas no nosso novo espaço dos
fanzines, até então inédito em uma instituição de ensino no estado do Rio de
Janeiro e quiçá em nosso país, finalizou Beralto.Para
agendamento de visitações, oficinas, minicurso, lançamentos de publicações
envie e-mail para projetoifanzine @gmail.comPara
envio de publicações para o acervo da Fanzinoteca:Instituto
Federal Fluminense (A/C Alberto Carlos Paula de Souza) – Rodovia
Amaral Peixoto, km 164, Bairro LagoaMacaé-RJ.CEP:
27.925-290 -
FANZINOTECA IFF MACAÉ: ESPAÇO INÉDITO DE AUTORIA E SUBJETIVAÇÃO ZINEIRA NUMA ESCOLA PÚBLICA PROFISSIONALIZANTE
Por Alberto de Souza (Beralto)A Fanzinoteca IFF Macaé foi inaugurada na última quarta-feira, 11 de outubro, concretizando um meta que há quatro anos vem sendo perseguida – a de reunir o acervo adquirido pelo Projeto de Extensão IFanzine por meio de trocas com a comunidade de fanzineiros, e possibilitar a apreciação e o registro de memória das publicações independentes, além de dispor de um espaço para promover a capacitação de educadores para uso de fanzines na sala de aula, além de proporcionar mecanismos de estímulo à leitura e produção de literatura popular.O Coro do IFF Macaé, regido pelo professor Helio Junior, deu início à programação do evento, que contou com exposição do acervo de publicações independentes, feira de troca de fanzines, debates e lançamentos. Na entrada da Fanzinoteca, uma catraca reaproveitada foi instalada para destacar, contraditória e criativamente, a liberdade criativa e o estímulo à autoralidade acessível a todos, pois desde a entrada, os participantes são convidados a contribuir com alguma expressão artística autoral, seja com desenhos, textos ou outras performances.
Adesivos da artista TAOB Jovens estudantes do IFF Macaé e que atuam diretamente no projeto IFanzine lançaram seus fanzines autorais no evento e puderam vivenciar a experiência da fanzinagem em plenitude. “Postar material virtualmente e alcançar retorno é uma coisa, mas estar presente, em contato com pessoas distintas analisando seu trabalho é totalmente diferente. Cada sorriso esboçado, cada expressão de afeição, pedido de dedicatória e perguntas a respeito de meu processo criativo fizeram meu coração dançar no peito como nunca antes. Que venham mais eventos como este” – comemorou Vitor Fortunato, que lançou no evento o zine “PLANETA EMOÇÃO”.Outros zines como “QUE MERDA É ESSA” de Sara Gaspar; “GIRLS” de Duda Belmont; “BOM DIA?” de Keven Rocha; “SEREIANDO” de Clara March e“CRIME E CASTIGO” de Erika Freitas movimentaram as trocas na feira que aconteceu no interior da Fanzinoteca. Destacamos ainda, além dos estudantes da casa, o poeta Max Medeiros, vindo do Rio de Janeiro especialmente para o evento e que, além de participar da feira com seu trabalho muito apreciado pelos visitantes, declamou uma de suas criações no decorrer da Mostra.Destacamos a presença das artistas Taob, de São Pedro da Aldeia, com suas belíssimas gravuras na exposição “IMAGINÁRIO” e a fotógrafa macaense Amanda Moraes com a mostra “FILOGRAFIAS”. As rodas de conversa mantiveram a dinâmica de interação e sinergia no decorrer de uma agradável tarde de véspera de feriado, com o lançamento de zines que deram o tom dos bate-papos. Iniciou-se com o lançamento do zine “MARX NA ATUALIDADE” produzido pelo projeto IFanzine em parceria com o professor de filosofia Leonardo Berbat de Brito, que mediou a falação sobre o tema em questão.O zine estreia a “Coleção Fanzinoteca IFF Macaé” selo editorial que pretende destacar a nova Fanzinoteca como espaço de estímulo à produção autoral e subjetivação zineira. Outras publicações e rodas de bate-papo se seguiram, com o relançamento do zine PEIBÊ 5 e depoimentos dos estudantes que atuam no projeto IFanzine e do coordenador, Beralto. Outros zines produzidos pelo projeto em parcerias foram relançados, como o zine Traços de Memória 2, contando com a participação da professora de português e literatura Andrea Barbosa e suas bolsistas Juliana Campos e Erika Freitas.Distribuiu-se ainda o zine “DEPRESSÃO, E EU COM ISSO? Houve ainda a inauguração do aparato audio-visual produzido pela equipe organizadora com material reaproveitado, e que foi denominado TOTEN-ZINE – um display em formato de caixa de autoatendimento bancário, contendo zines ofertados gratuitamente, enquanto um monitor de vídeo exibiu um audiovisual produzido pelos artistas Edgar Franco, o Ciberpajé e Danielle Barros, a IV Sacerdotisa, no qual criam um HQforismo especialmente para demonstrar o processo criativo deste subgênero dos quadrinhos poético-filosóficos.
Zines do poeta Max Medeiros Os dois, pesquisadores renomados e referências entre os autores de quadrinhos independentes de inspiração poético-filosóficos, participaram juntamente com Gazy Andraus da produção do zine Café Filosófico 2, que marcou a estreia do TOTEN-ZINE que, segundo Beralto, coordenador da Fanzinoteca, será um recurso para disponibilizar, além dos fanzines que sejam enviados para o acervo, materiais audiovisuais produzidos pelos artistas que se interessem em divulgar sua obra e processo criativo para os visitantes da Fanzinoteca.O produtor cultural e fanzineiro de Casimiro de Abreu, Tiago ABS finalizou as rodas de conversa apresentando seu acervo pessoal de zines e um relato sobre os aspectos subjetivos relevantes na prática da fanzinagem, com ênfase na afetividade e troca presentes como fator de grande motivação para o autor à margem da grande imprensa. Compuseram a mostra os originais de fanzines produzidos pelos estudantes das professoras de português e literatura Olivia Fonseca e Elida Tuão, com o tema Empoderamento Feminino e que tiveram destaque na Mostra em estantes próprias.A decoração festiva e um coquetel retrô, servido no decorrer do evento aos participantes, deram o tom de descontração proposta pela organização e o público concorreu durante toda a tarde, com cerca de 200 visitantes até o final do dia.A Fanzinoteca IFF Macaé informará em breve os dias e horários de atendimento, mas estará permanentemente aberto a visitações mediante agendamento prévio, inclusive para promoções de oficinas, minicursos e lançamento de publicações. Segundo Alberto de Souza (Beralto), coordenador da Fanzinoteca, o espaço representa uma nova fase do projeto IFanzine, pois corporifica o acolhimento do fanzine no Instituto Federal Fluminense, uma vez que temos construído ao longo de 4 anos a inserção da prática da fanzinagem na sala de aula e em ações de extensão, por meio de parceria com professores, que vêm reconhecendo este suporte das revistas de fã como um mecanismo de estímulo à produção textual e mesmo como processo avaliativo.Por sua vez os estudantes têm respondido com entusiasmo na medida em que percebem os predicados da mídia tátil como detentora de atributos únicos e a interação presencial que ela oportuniza – uma vivência ímpar, que a dinâmica das redes sociais não consegue suprir plenamente. Ver de perto um autor com sua revista artesanal e independente, desprovida das amarras comerciais, provoca identificação junto ao jovem que se vê motivado a fazer sua revista também e a explorar seu potencial criativo. O uso de recursos de impressão acessíveis e processos compositivos artesanais são um fator motivacional a mais, que fazem do zine uma excelente ferramenta a ser explorada mais amplamente no ambiente educacional.Manifestamos nosso agradecimento à direção geral do IFF campus Macaé pela sensibilidade deacolher nossa proposta e acreditar no ineditismo e potencial do fanzine na âmbito do ensino e aprendizagem e também aos educadores da instituição que vêm colaborando com o êxito de nossa proposta em inúmeras parcerias. Pro fim, nossa gratidão aos artistas independentes que enviaram suas publicações para o acervo da Fanzinoteca, reafirmando o valor inestimável da relação fraternal e contagiante que ora os estudantes da nossa instituição poderão vivenciar de forma mais cotidiana nas ações que serão desenvolvidas no nosso novo espaço dos fanzines, até então inédito em uma instituição de ensino no estado do Rio de Janeiro e quiçá em nosso país, finalizou Beralto.Para agendamento de visitações, oficinas, minicurso, lançamentos de publicações envie e-mail para projetoifanzine @gmail.comPara envio de publicações para o acervo da Fanzinoteca:Instituto Federal Fluminense (A/C Alberto Carlos Paula de Souza) – Rodovia Amaral Peixoto, km 164, Bairro LagoaMacaé-RJ.CEP: 27.925-290 -
COMO FOI O II ENCONTRO COM TRINA ROBBINS
No dia 28 de setembro ocorreu na ECO/ UFRJ o II Encontro de Trina Robbins com várias quadrinistas brasileiras. Membro honorária da ASPAS, Trina Robbins veio ao Brasil pela segunda vez. Na sua primeira visita, em agosto de 2015, em São Paulo, ela realizou sua primeira reunião com quadrinistas brasileiras, quando na época participava das Jornadas Internacionais de Quadrinhos, realizadas na ECA/USP.Trina Robbins, ao centro, ladeada por Octavio Aragão e Amaury Fernandes, acompanhados da equipe da SIQ. Agora, dois anos depois, foi a vez da quadrinista e pesquisadora visitar o Rio de Janeiro e participar da Semana Internacional de Quadrinhos (SIQ). Trina Robbins realizou uma verdadeira maratona, de dar inveja a muito jovem pesquisador(a). Ela chegou no dia 26 de setembro e no mesmo dia deu entrevistas e participou de uma conferência na SIQ. Auditório, por sinal, lotado. Alunos, professores e fãs estavam compareceram ao evento. Um verdadeiro sucesso. No dia 27, a autora participou de um bate-papo na Blooks, livraria que patrocinou sua vinda ao evento.
Trina Robbins e Maiara Alvim (intérprete), na Blooks. Por fim, no dia 28 se setembro ela se reuniu pela manhã com várias cartunistas brasileiras (clique aqui para mais informações), não apenas do Rio de Janeiro mas, também, de outros estados e até regiões. Todas elas, muito emocionadas, ouviram Trina Robbins falar sobre sua trajetória, que por sinal pode ser lida em detalhes em seu novo livro, Last Girl Standing, lançado recentemente nos Estados Unidos e, claro, falaram para ela sobre seus projetos. Uma manhã muito produtiva que, tenho certeza, deixou marcas em todas as pessoas presentes.
Trina Robbins e as participantes do “II Encontro com Trina Robbins.” Tudo isso só foi possível através da parceria entre a organização da SIQ, representada por Octavio Aragão e Amaury Fernandes que generosamente cederam espaço na ECO/USP para a realização do encontro e, claro, a própria Trina Robbins, que se dispôs a contar e ouvir histórias. Agradecemos ainda às aspianas Maiara Alvim, que atuou como intérprete e Catia Ana Baldoíno, responsável pela criação do material gráfico que foi utilizado para a divulgação do evento.
Leia alguns depoimentos:O encontro com Trina Robbins foi uma injeção de entusiasmo para mim. Fazer quadrinhos é com frequência uma atividade solitária, porém, quando nos unimos de forma produtiva, é possível sentir o quão próximas estão as nossas trajetórias apaixonadas nesse campo pouco profissionalizado e dominado por homens. Mais do que tudo, esses momentos abrem caminho para a transformação e a potência. Sou grata pela presença inspiradora de Trina e de todas as artistas e pesquisadoras em quadrinhos!
Aline Lemos
Foi muito legal esse tempo pra conhecer pela própria Trina o trabalho dela. Imaginar o cenário e ambiente fechado às mulheres na época que ela começou a trabalhar, que nem é tanto tempo assim, me fez pensar na importância de se manter o resgate da historia das mulheres nos quadrinhos e ao mesmo tempo de continuarmos abrindo caminho no cenário atual, para nós e para as futuras quadrinistas.Catia Ana Baldoíno
Uma experiência que fica como referência. Conhecer em pessoa uma das figuras de ponta dos quadrinhos de militância, é inspirador e transformador. Trina não é só generosa, mas elétrica. Quero ser Trina quando crescer!Thaís Linhares -
COMO FOI O II ENCONTRO COM TRINA ROBBINS
No dia 28 de setembro ocorreu na ECO/ UFRJ o II Encontro de Trina Robbins com várias quadrinistas brasileiras. Membro honorária da ASPAS, Trina Robbins veio ao Brasil pela segunda vez. Na sua primeira visita, em agosto de 2015, em São Paulo, ela realizou sua primeira reunião com quadrinistas brasileiras, quando na época participava das Jornadas Internacionais de Quadrinhos, realizadas na ECA/USP.Trina Robbins, ao centro, ladeada por Octavio Aragão e Amaury Fernandes, acompanhados da equipe da SIQ. Agora, dois anos depois, foi a vez da quadrinista e pesquisadora visitar o Rio de Janeiro e participar da Semana Internacional de Quadrinhos (SIQ). Trina Robbins realizou uma verdadeira maratona, de dar inveja a muito jovem pesquisador(a). Ela chegou no dia 26 de setembro e no mesmo dia deu entrevistas e participou de uma conferência na SIQ. Auditório, por sinal, lotado. Alunos, professores e fãs estavam compareceram ao evento. Um verdadeiro sucesso. No dia 27, a autora participou de um bate-papo na Blooks, livraria que patrocinou sua vinda ao evento.
Trina Robbins e Maiara Alvim (intérprete), na Blooks. Por fim, no dia 28 se setembro ela se reuniu pela manhã com várias cartunistas brasileiras (clique aqui para mais informações), não apenas do Rio de Janeiro mas, também, de outros estados e até regiões. Todas elas, muito emocionadas, ouviram Trina Robbins falar sobre sua trajetória, que por sinal pode ser lida em detalhes em seu novo livro, Last Girl Standing, lançado recentemente nos Estados Unidos e, claro, falaram para ela sobre seus projetos. Uma manhã muito produtiva que, tenho certeza, deixou marcas em todas as pessoas presentes.
Trina Robbins e as participantes do “II Encontro com Trina Robbins.” Tudo isso só foi possível através da parceria entre a organização da SIQ, representada por Octavio Aragão e Amaury Fernandes que generosamente cederam espaço na ECO/USP para a realização do encontro e, claro, a própria Trina Robbins, que se dispôs a contar e ouvir histórias. Agradecemos ainda às aspianas Maiara Alvim, que atuou como intérprete e Catia Ana Baldoíno, responsável pela criação do material gráfico que foi utilizado para a divulgação do evento.
Leia alguns depoimentos:O encontro com Trina Robbins foi uma injeção de entusiasmo para mim. Fazer quadrinhos é com frequência uma atividade solitária, porém, quando nos unimos de forma produtiva, é possível sentir o quão próximas estão as nossas trajetórias apaixonadas nesse campo pouco profissionalizado e dominado por homens. Mais do que tudo, esses momentos abrem caminho para a transformação e a potência. Sou grata pela presença inspiradora de Trina e de todas as artistas e pesquisadoras em quadrinhos!
Aline Lemos
Foi muito legal esse tempo pra conhecer pela
própria Trina o trabalho dela. Imaginar o cenário e ambiente fechado às
mulheres na época que ela começou a trabalhar, que nem é tanto tempo assim, me
fez pensar na importância de se manter o resgate da historia das mulheres nos
quadrinhos e ao mesmo tempo de continuarmos abrindo caminho no cenário atual,
para nós e para as futuras quadrinistas.Catia Ana Baldoíno
Uma experiência que fica como referência. Conhecer em pessoa uma das figuras de ponta dos quadrinhos de militância, é inspirador e transformador. Trina não é só generosa, mas elétrica. Quero ser Trina quando crescer!Thaís Linhares -
II FESTIVAL INTERNACIONAL DE QUADRINHOS DE ÖREBRO
O II Festival Internacional e Quadrinhos de Örebro (Örebro Seriefestival – Örebro International Comics Festival), vai acontecer nos dia 11 de 12 de novembro de 2017, na cidade de Örebro, na Suécia. O Festival tem como um dos organizadores Thomas Karlsson, atualmente presidente da Associação Sueca de Quadrinhos (Seriefrämjandet – The Swedish Comics Association) e membro honorário da ASPAS.Durante o festival estarão expostos trabalhos de autores independentes, fanzines e editoras suecas também irão marcar presença. Haverá palestras e bate-papos com autores. Entre os convidados deste anos estão Sara Bergmark Elfgren, roteirista que vem se destacando tanto na área dos quadrinhos quanto no cinema. Sara, juntamente com o cartunista Karl Johnsson, que também é um dos convidados do festival deste ano, criaram a série Vei-bok publicada em 2017.A série é uma história épica de fantasia inspirada na mitologia nórdica. O livro dois está previsto para 2018. Vei-bok teve os direitos de publicação vendidos para vários países. Outro quadrinho de sucesso de Sara Bergmark Elfgren é The Deaths Voice, publicado em 2016 e indicado para o Prêmio Prix Europa 2016.Também já estão confirmadas as quadrinistas Yvette Gustafsson, criadora da séria Zak och Ting (Zak & Ting) e Sara Olausson, autora de Kvinnor ritar bara serier om mens (As mulheres apenas desenham quadrinhos de menstruação), uma antologia criada em quadrinhos de 30 ilustrações onde o assunto gire em torno do tabu “homem”.Destaque para o quadrinista Ilpo Koskela, convidado internacional desta edição. Além de ter uma carreira de 30 anos como quadrinista, Koskela trabalhou como professor na escola de arte de Oulu. Em 2010, ele publicou seu livro de 156 páginas sobre a criação de quadrinhos. Este é o primeiro livro de texto mais completo neste campo, publicado na Finlândia nos últimos 20 anos. Em 2011, ele recebeu o título de Conselheiro de quadrinhos. Seus quadrinhos foram publicados na Suécia e em outros países, como a Argélia, onde participou de um Festival em Quadrinhos em 2015.Para mais informações sobre o Festival Internacional de Quadrinhos de Örebro, clique aqui! -
II FESTIVAL INTERNACIONAL DE QUADRINHOS DE ÖREBRO
O II Festival Internacional e Quadrinhos de
Örebro (Örebro Seriefestival – Örebro International Comics Festival), vai
acontecer nos dia 11 de 12 de novembro de 2017, na cidade de Örebro, na
Suécia. O Festival tem como um dos organizadores Thomas Karlsson, atualmente
presidente da Associação Sueca de Quadrinhos (Seriefrämjandet – The Swedish
Comics Association) e membro honorário da ASPAS.Durante o festival estarão expostos trabalhos de
autores independentes, fanzines e editoras suecas também irão marcar presença.
Haverá palestras e bate-papos com autores. Entre os convidados deste anos estão
Sara Bergmark Elfgren, roteirista que vem se destacando tanto na área dos
quadrinhos quanto no cinema. Sara, juntamente com o cartunista Karl
Johnsson, que também é um dos convidados do festival deste ano, criaram a
série Vei-bok publicada em 2017.A série é uma história épica de fantasia inspirada
na mitologia nórdica. O livro dois está previsto para
2018. Vei-bok teve os direitos de publicação vendidos para
vários países. Outro quadrinho de sucesso de Sara Bergmark
Elfgren é The Deaths Voice, publicado em 2016 e indicado para o
Prêmio Prix Europa 2016.Também já estão confirmadas as quadrinistas Yvette
Gustafsson, criadora da séria Zak och Ting (Zak & Ting) e Sara
Olausson, autora de Kvinnor ritar bara serier om mens (As mulheres apenas
desenham quadrinhos de menstruação), uma antologia criada em quadrinhos de
30 ilustrações onde o assunto gire em torno do tabu “homem”.Destaque para o quadrinista Ilpo
Koskela, convidado internacional desta edição. Além de ter uma carreira de
30 anos como quadrinista, Koskela trabalhou como professor na escola de arte de
Oulu. Em 2010, ele publicou seu livro de 156 páginas sobre a criação de
quadrinhos. Este é o primeiro livro de texto mais completo neste campo,
publicado na Finlândia nos últimos 20 anos. Em 2011, ele recebeu o título
de Conselheiro de quadrinhos. Seus quadrinhos foram publicados na Suécia e em
outros países, como a Argélia, onde participou de um Festival em Quadrinhos em
2015.Para mais informações sobre o Festival
Internacional de Quadrinhos de Örebro, clique aqui!













