Autor: Lucio Luiz

  • Só os Inteligentes Podem Ver: autobiografia em quadrinhos e sexualidade

    Compartilhamos o recém-lançado trabalho de Guilherme Smee, produto de sua pesquisa no mestrado profissional em Memória Social e Bens Culturais realizado na Universidade LaSalle (Canoas/RS).  

    Guilherme Smee é mestre em Memória Social e Bens Culturais pela Universidade LaSalle e especialista em Imagem Publicitária e bacharel em Publicidade em Propaganda pela PUCRS. É publicitário, designer gráfico e roteirista, responsável por quadrinhos como Desastres Ambulantes (com Romi Carlos) e Abandonados Pelos Deuses: Sigrid (com Thiago Krening). Há mais de dez anos se dedica ao blog Splash Pages onde publica análises, resenhas e outros textos mais aprofundados sobre quadrinhos. 

    Para produzir Só os Inteligentes Podem Ver, Guilherme Smee traçou algumas diretrizes que o orientaram na confecção de sua própria autobiografia em quadrinhos abordando questões de sexualidade, que estão presentes no final da publicação. Também neste livro em quadrinhos o leitor poderá encontrar partes da dissertação produzida, que discute identidade de gênero e as pressões socioculturais para uma atuação binária da normatividade como heteronormatividade, heterossexismo e heterossexualidade compulsória, além de outras teorias dos estudos queer, feministas e de gênero, fortemente apoiadas na filósofa pós-estruturalista Judith Butler. 
    Orientado pela Prof. Dra. Tatiana Vargas Maia e co-orientação do Prof. Dr. Steven Butterman, da University of Miami, o quadrinho está disponível para download gratuito no site da editora paraibana Marca de Fantasia (www.marcadefantasia.com) e também pode ser adquirido em formato físico com o autor em eventos ou pelo e-mail guilhermesmee@gmail.com.

    Confiram!

  • VÍDEO APRESENTA MEMBROS DA ASPAS

    Durante o IV Entre ASPAS foi lançado um vídeo apresentando alguns dos membros ativos da ASPAS. O vídeo está disponível youtube e pode ser acessada clicando aqui!
  • VÍDEO APRESENTA MEMBROS DA ASPAS

    Durante o IV Entre ASPAS foi lançado um vídeo apresentando alguns dos membros ativos da ASPAS. O vídeo está disponível youtube e pode ser acessada clicando aqui!
  • OFICINA: O PROCESSO CRIATIvO PARA QuADRINHOS

    No dia 01 de junho de 2019, dentro da programação do IV Entre ASPAS, teremos uma oficina de quadrinhos com Caetano Galindo Borges, Mestre em História e Crítica da Arte pelo PPGAV/EBA/UFRJ; com especialização em Ilustração e Design pelas Faculdades Pestalozzi e graduado Bacharel em Gravura pela Escola de Belas Artes/UFRJ. Atualmente é professor substituto da Escola de Belas Artes UFRJ. 

    Leia o release da oficina:
    Ler quadrinhos é muito diferente de ver um filme ou ler um livro, assim sendo se a fruição é diferente então a execução também é. Pensar em forma de quadrinhos é um processo cheio de particularidades próprias e habituar-se com elas não apenas dinamiza o processo de leitura como torna a execução do objeto final muito mais integrado com a linguagem. Essa oficina apresenta reflexões em forma de exercícios simples e dinâmicas coletivas sobre como imaginar e  executar quadrinhos, de maneira explorar o que há de único nessa linguagem e diminuir a distância entre a ideia inicial e sua forma final.
    A oficina será ministra no Centro Cultural Mauro Almeida, das 8hs às 10 hs. As inscrições podem ser realizadas pelo e-mail aspascontato@gmail.com  ou no dia da oficina, caso haja vagas.
  • CONHEÇA A ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA EM FANZINES (ANZINE)

    A Associação Nacional de Pesquisa em Fanzines (ANZINE) com sedes no IFF – Instituto Federal de Fluminense, em Macaé-RJ, cujo campus possui a Fanzinoteca de Macaé; e na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), campus Paulo Freire em Teixeira de Freitas-BA (a ser implementada); se propõe a ser uma associação de pesquisadores/as envolvidos/as com a pesquisa, criação e o desenvolvimento científico e pedagógico acerca dos Fanzines, com desmembramentos nos zines, biograficzines e zineletrônicos, e todas as demais manifestações do amplo espectro dos fanzines.
    A ANZINE foi idealizada inicialmente pela pesquisadora e fanzineira Dra. Danielle Barros (UFSB) com o estímulo inicial dos pesquisadores e também fanzineiros Alberto de Souza (Beralto) (IFF-MACAÉ), Dr. Edgar Franco (Ciberpajé – UFG) – que sugeriu o nome para a associação -, e Dr. Gazy Andraus (UFG), formando assim o núcleo inicial de criadores da ANZINE. A associação vê o/a “fanzine[1]” como uma modalidade paralela de publicação autoral e/ou em grupo, ou seja, paratópica, já que não se configura como uma publicação oficial, embora extremamente importante como construtora social, e que existe desde o final da década de 1920/30, e batizado/a em 1940 por Russ Chaveneut, nos EUA. Embora inicialmente fossem os zines publicações com contos e textos amadores atinentes à literatura da ficção científica, propagaram-se pelo mundo ampliando os temas aportando em 1965 no Brasil incluindo inicialmente como um dos temas de destaque, as histórias em quadrinhos (HQs)[2].
    Atualmente, o universo fanzineiro se desdobra com eventos e exposições no mundo inteiro, como no Canadá, EUA, Toronto, França, Portugal, Taiwan, Brasil e outros, e abriga coleções em bibliotecas públicas, ou de faculdades e universidades, e ainda como espaços e locais destinados a eles/elas, fanzines, no que se convencionou chamar de fanzinotecas , ou fanzinetecas, e ainda zinetecas, como a recentemente inaugurada  FanzinoteKa de Barueri-SP (denominada de Fanzinoteca “Thina Curtis” em homenagem à idealizadora do evento “Fanzinada”) e a Fanzinoteca IFF – do Instituto Federal Fluminense).
    Além disso, os fanzines, especialmente no Brasil e a partir do início deste século XXI, começaram a ser mais conhecidos, compreendidos e utilizados na educação, sobretudo por seus aspectos multi e interdisciplinares, desde o ensino fundamental e médio chegando ao universitário, incluindo na pedagogia da EJA, na formação de jovens e adultos, na formação de educadores/as e até em cursos de pós-graduação.
    A proposta da ANZINE tem como aglutinador de pesquisa e criação seu objeto, o fanzine (e suas derivações), sendo por isso um espaço livre e interdisciplinar desde sua concepção. Em seus princípios gerais, entende que são justamente as diferentes perspectivas das diversas áreas do conhecimento que possibilitam a melhor compreensão de um todo imiscuído na vida e na realidade autoral de cada indivíduo na sociedade, que tem na criação de seu fanzine (ou zine, ou biograficzine[3]), um melhor diálogo entre si e a realidade cotidiana social que o permeia.
    Destacamos ainda que o fanzine, por não ter caráter comercial, propicia uma fraternidade entre seus idealizadores e colaboradores que não tem par nas outras modalidades de expressão. Assim, o fanzine é aglutinador, traz o humanismo necessário, mais ainda em tempos atuais de discussões e querelas sem reflexão que despontam nas redes sociais como o “Facebook”, cujo caráter original, embora seja também aglutinador, perpassa uma premissa de conteúdo publicitário e comercial. Assim, o/a fanzineiro/a geralmente é conhecedor intuitivo de que seu trabalho existe numa modalidade paratópica à comercial, e que busca o entrosamento, o diálogo e confluência e troca de ideias, bem como de expressões artísticas sejam quais forem (textos, contos, HQs, HQforismos, cartuns, poesias, miscelâneas, etc.), desvinculando-se de competições e salvaguardando um sentimento fraternal pouco propalado nos sistemas sociais ora vigentes.
    Assim, plantamos a semente e damos início à ANZINE no contexto do ‘IV ENTRE ASPAS’ em Leopoldina/MG, já propondo e aplicando oficinas com o tema fanzine para os participantes do evento.
    Esperamos que apreciem este iníciozine. Abraço fraternal a todos/as, e sejam bem vindos à ANZINE!
    A comissão da ANZINE, em 14/05/2019, num local paratópico!

    SOBRE OS FUNDADORES:

    Prof. Drª.Danielle Barros Silva Fortuna – Docente do ensino superior na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Campus Paulo Freire, Teixeira de Freitas-BA. IV Sacerdotisa da Aurora Pós-Humana, artecientista, bióloga (UNEB), mestre em Ciências (ICICT/Fiocruz) e doutora em Ensino de Biociências e Saúde (IOC/Fiocruz). Atua como arte educadora com quadrinhos e fanzines no ensino de biociências e saúde. Escreve poesias, ilustrações, quadrinhos e fanzines.

    Alberto Souza – Designer Gráfico e Cartunista. Especialização em Artes na Educação. Coordenador do Projeto de Extensão IFanzine, ganhador do Troféu Angelo Agostini em 2016 pelo fanzine Peibê, publicação que reune histórias em quadrinhos autorais e poético-filosóficas produzidas pelos estudantes do IFF Macaé sob sua orientação. A partir do referido projeto, estruturou no IFF Macaé a primeira Fanzinoteca do Estado do Rio de Janeiro, com a proposta de promover catalogação, apreciação e produção de fanzines, como suporte à produção textual e estímulo a autoralidade e criticidade por meio de revistas artesanais e sua aplicabilidade no ensino e aprendizagem. http://iffanzine.blogspot.com/

    Gazy Andraus  – É pós-doutorando pelo PPGACV da UFG, Doutor pela ECA-USP, Mestre em Artes Visuais pela UNESP, Pesquisador e membro do Observatório de HQ da USP e ASPAS – Associação dos Pesquisadores em arte Sequencial; faz parte dos grupos INTERESPE-Interdisciplinaridade e Espiritualidade na Educação (PUC/SP) e Criação e Ciberarte (UFG). Também publica artigos e textos no meio acadêmico e em livros acerca das Histórias em Quadrinhos (HQs) e Fanzines, bem como também é autor de HQs e Fanzines na temática fantástico-filosófica. E-mail: yzagandraus@gmail.com , Sites e blogs: http://tesegazy.blogspot.com/ , http://gazymagem.nafoto.net/index.html , http://classichqs.blogspot.com/ , http://conscienciasesociedades.blogspot.com/ , No facebook: https://www.facebook.com/gazy.andraus Instagram: https://www.instagram.com/gazyandraus/ e Twitter: GazyAndraus (@AndrausGazy):https://twitter.com/AndrausGazy

    Edgar Franco – É o Ciberpajé, artista transmídia com premiações nas áreas de quadrinhos e arte e tecnologia. É um dos pioneiros brasileiros do gênero poético-filosófico de quadrinhos, e mentor da banda performática Posthuman Tantra. Pesquisador criador do termo HQtrônicas, autor de 4 livros acadêmicos e inúmeros artigos. Sua obra já motivou a publicação de 3 livros dedicados exclusivamente a ela, além de vários artigos em periódicos e capítulos de livros no Brasil e exterior escritos por pesquisadores de áreas diversas que vão das letras, passando pela história e pelas ciências e chegando às artes. É pós-doutor em arte e tecnociência pela UnB, doutor em artes pela USP, mestre em multimeios pela Unicamp, e professor permanente do Programa  de Doutorado em Arte e Cultura Visual da UFG, em Goiânia. Atualmente realiza estágio pós-doutoral no PPG Artes da Unesp/SP. http://ciberpaje.blogspot.com/

    [1] Como provém o nelogismo da língua inglesa, não havendo distinção de gênero (“the fanzine), pode-se denominar como “o fanzine/zine” ou “a fanzine/zine”. Igualmente, pode-se considerar também apenas o termo “zinar” (de “zine”, um diminutivo de “fanzine” correntemente aceito).
    [2] Devido ao fanzine “Ficção” de Edson Rontani, lançado em 12 de outubro de 1965, há uma comemoração a cada 12 do referido mês, como o Dia nacional do Fanzine.
    [3] Uma variante biográfica dos fanzines, idealizada pelo saudoso educador Elydio dos Santos Neto.
  • A MULHER NO MEIO GEEK E A IMPORTÂNCIA DA CAPITÃ MARVEL


    Dentro da proposta da ASPAS de oferecer à comunidade oportunidade de conhecer mais sobre quadrinhos e cultura POP, teremos no dia 01 de junho, no Centro Cultural Mauro Almeida, em Leopoldina (MG) um minicurso com Daniela Marino, pesquisadora de Histórias em Quadrinhos e Cultura Pop, mestra em Ciências da Comunicação da Escola de Comunicação e Artes na Universidade de São Paulo (USP) e colaboradora em diversos sites sobre cultura POP, como o Minas Nerds. O minicurso terá um tema bem atual: A mulher no Meio Geek. 

     Leia o release do minicurso
    As histórias em quadrinhos têm se tornado uma mídia cada vez mais relevante no universo Geek e têm passado por um processo de legitimação cultural que vem se sedimentando com as produções cinematográficas e comic cons, maiores a cada ano. Portanto, conhecer as peculiaridades e as relações que cada obra estabelece com o contexto onde está inserida, pode propiciar o aprofundamento do pensamento crítico de seus leitores, além de aproximá-los a obras que normalmente não têm acesso. Assim, buscamos apresentar diversos conteúdos relacionados à cultura pop para que os participantes consigam explorar diversas potencialidades das histórias em quadrinhos e suas obras derivativas, expandindo assim seu conhecimento, sua fruição na leitura e seu senso crítico.

    O minicurso  estará sendo oferecida aos alunos do CEFET –  Leopoldina, mas haverão vagas para alunos de outras escolas e para a comunidade em geral, sendo recomendado fazer a inscrição antecipada pelo e-mail aspascontato@gmail.com 

    O IV Entre ASPAS ocorrerá entre os dias 29 de maio e 01 de junho de 2019. das 8hs às 10 hs. Para mais informações, clique aqui!

  • OFICINA COM AMAURY FERNANDES: ENCADERNAÇÃO ARTESANAL


    Durante o IV Entre ASPAS, que acontecerá entre os dias 29 de maio e 1º de junho de 2019, em Leopoldina – MG, a Associação de Pesquisadores em Arte Sequencial (ASPAS) estará oferecendo para associados e comunidade local oficinas e minicursos gratuitos. Estaremos durante a semana divulgando informações sobre cada um delas.

    Nos dias 30 e 31 de maio, na Casa de Leitura Lya Müller Botelho, haverá a oficina de introdução à encadernação artesanal. A oficina será ministrada por Amaury Fernandes, que é Professor Associado da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO/UFRJ).  no Programa de Pós-Graduação em Tecnologias e Linguagens da Comunicação (PPGTLCom/ECO/UFRJ). 


    Leia o breve resumo da oficina:

    A atividade proposta visa apresentar os fundamentos básicos do ofício de encadernador, com ênfase nas habilidades manuais mais necessárias para a boa confecção de capas duras e sua aplicação aos miolos de livros e outros produtos gráficos.
    Público alvo: professores, estudantes e comunidade em geral.
    Vagas: 25

    A oficina é gratuita tem duração de até 03 horas e será ministrada nos dias 30 e 31 de maio, das 09:00 às 12:00. Inscrições poderão ser realizadas pelo e-mail: aspascontato@gmail.com.



  • Revista Multidisciplinar de Estudos Nerds/ Geek


    Está aberta a chamada de artigos para a primeira edição da Revista Multidisciplinar de Estudos Nerds/ Geek, prevista para ser publicada no segundo semestre de 2019.

    A revista é uma publicação científica vinculada ao Diretório Acadêmico de Arqueologia da Universidade Federal do Rio Grande (FURG), e visa difundir a cultura nerd/geek no meio acadêmico. São aceitos trabalhos de todas as áreas oriundos de pesquisas ou reflexões teórico-metodológicas, além de resenhas e relatos de experiência que envolvam o fenômeno Nerd/Geek.

    Para maiores informações clique aqui!
  • II EDIÇÃO DO ASPAS NORTE


    O Aspas Norte é um congresso de quadrinhos da região norte, versão regional dos eventos da Associação dos Pesquisadores em Arte Sequênciala – ASPAS. A primeira edição aconteceu em outubro de 2018 na Universidade Federal do Amapá e na Biblioteca Pública Elcy Lacerda. 

    A segunda edição traz uma novidade: O Aspas Norte passa a a integrar um evento maior, o Comertec (Comunicação, mercado e tecnologia), que ocorrerá nos dias 6,7 e 8 de junho no SEBRAE Amapá. O grupo de pesquisa Comertec reúne pesquisadores da área de comunicação e realiza todo ano um congresso – esta é a terceira edição. O tema deste ano será Comunicação, convergência e novos mercados. 

    As inscrições podem ser feitas aqui: https://www.comertec.org/eventos  (atenção para as regras de apresentação do resumo). As inscrições vão até o dia 31 de maio.
  • DISSERTAÇÃO DE MESTRADO: O TEMPO MULTIDIMENSIONAL NOS QUADRINHOS


    A pesquisadora  e quadrinista Catia Ana Baldoíno da Silva apresentou no mês de março sua dissertação intitulada “O tempo multidimensional nos quadrinhos: um estudo das estratégias narrativas em Here, de Richard McGuire”, na área de Linguística Letras e Artes, pela  Universidade de Goiás. 

    Leia o resumo:

    Esta pesquisa tem como objetivo analisar como se configura a representação do tempo na história em quadrinhos Here (1989), a partir da análise da sua estrutura e dos recursos narrativos utilizados pelo autor, Richard McGuire. Estruturada a partir de um ângulo de visão fixo, Here (1989) apresenta, de forma múltipla, multilinear e fragmentada, a evolução e acontecimentos do espaço retratado, num período de milhões de anos. Tal estrutura demanda uma leitura também múltipla, multilinear e fragmentada, a partir da qual o leitor consegue construir os sentidos da história. Sua análise, assim, possibilita uma melhor compreensão da linguagem dos quadrinhos, especialmente no que diz respeito à suas dimensões temporais. A escolha do aporte teórico, guiada pela temática e objeto de estudo, propicia um diálogo entre a teoria literária e os estudos das histórias em quadrinhos (ELIAS, 1998; NUNES, 1995; TODOROV, 2013; EAGLETON, 2006; GROENSTEEN, 2015; EISNER, 1999 e 2005). Espera-se, com essa intersecção, contribuir para um melhor entendimento acerca das possibilidades e potencialidades das narrativas gráficas.

    A dissertação pode ser lida clicando aqui!