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  • LANÇAMENTO DE LIVROS DURANTE O III ENTRE ASPAS

    Durante o III Entre ASPAS ocorreu o lançamento de livros e fanzines de associados, na noite do dia 26 de maio de 2017. Confira as fotos!

  • [Ensaio] O Riso como arma de contestação ou naturalização de discursos

    Texto da nossa Sócia, a pesquisadora mestranda em Comunicação na ECA_USP, Dani Marino. Publicado no Iluminerds. 

    Reproduzido da VERSÃO ORIGINAL: HTTP://WWW.ILUMINERDS.COM.BR/O-RISO-COMO-ARMA-DE-CONTESTACAO-OU-NATURALIZACAO-DE-DISCURSOS/ 

    Em tempos de termos como “politicamente correto”, “mimimi”, “problematização” e muitos discursos superficiais em comentários acalorados nas redes sociais, entender um pouco sobre alguns conceitos relacionados ao humor talvez se faça necessário.
    O polêmico filósofo Zizeck afirma em um de seus vídeos que o politicamente correto é uma forma de totalitarismo. Frank Cho alegou sofrer censura na DC por ter seus desenhos editados. Várias pessoas, diante da crítica ou contestação de sua expressão, alegam estar sendo censuradas. Não, quanto à última afirmação, não se trata de um dado empírico, mas poderia ser verificável por qualquer pesquisador que se interesse pelo assunto.
    A questão é, além do desconhecimento sobre o que realmente significa censura, parece haver uma certa desonestidade intelectual para entender que escolhas editoriais nada têm a ver com censura. Nem mesmo o que as pessoas entendem como autocensura, no caso de alguns artistas, chegaria perto disso, porque não existem ferramentas legais ou qualquer argumentação plausível que indique que essas pessoas serão presas, exterminadas, punidas, torturadas por publicarem ou expressarem o que quer que seja.
    O que existe é consequência, que nos faz diretamente responsáveis pelo que divulgamos. Caso ofenda alguém, existem medidas legais para lidar com o problema, mas não há, no meio editorial brasileiro ou em grande parte dos países ocidentais, censores que proíbam que algo seja publicado previamente. O que existe são escolhas editoriais baseadas em performances de lucro, existe um sistema capitalista que prevê que certas produções agradam ou não alguns grupos e baseados nisso, os editores decidem o que será publicado.

    Arte de Motoca
    Maíra Colares

    Obviamente, alguns meios possuem inclinações políticas, religiosas, raciais, sociais, que podem determinar a linha editorial de uma publicação. Ainda assim, vale lembrar que, quando se trata de liberdade de expressão, os conceitos mais amplamente difundidos no ocidente, tratam de garantir e proteger a liberdade de expressão individual como um direito inalienável de ter acesso à informação. Ou seja, publicações em meios que visam lucro, não podem requerer para si a mesma amplitude dos direitos individuais.
    De qualquer forma, apesar da interpretação de certas manifestações serem muito pessoais e subjetivas, vale lembrar que o humor não é apenas uma forma de provocar escárnio e ridicularizar comportamentos. O professor e cartunista premiado Osvaldo da Costa, em seu livro Uma Ovelha Negra na Produção Midiática, lembra que o humor também pode ser uma arma de contestação política:
    “A linguagem do humor – arma política contra regimes repressivos – é também considerada subversiva e de contracultura – pode ser narrada por meio do teatro, da música, da literatura, da imprensa, do cinema e do desenho de humor. Tem como finalidade provocar o riso ou o sorriso. O risível nas piadas e paródias, como imitação burlesca, era um dos recursos mais populares entres os bufões na Antiguidade. Rir de si mesmo e do seu semelhante, seja em tom jocoso ou de escárnio, é um traço marcante da natureza humana desde os tempos mais remotos.”

    Salsicha em Conserva
    https://www.facebook.com/salsichaemconservahq/

    O escritor e semiólogo Umberto Eco, conhecendo o poder inquietador do riso, dedicou uma das de suas maiores obras a ele. Em O nome da Rosa, thriller ambientando na França medieval, a luta dos monges beneditinos do mosteiro de Melk para proteger um manuscrito nunca publicado de Aristóteles acaba causando inúmeras mortes e deixando um rastro de sangue. De acordo com as convicções dos monges mais conservadores do romance, o riso seria algo muito próximo da morte e da corrupção do corpo, mas o filósofo grego, em seu livro que só existiu na ficção, alertava para o poder libertador do riso como um veículo da verdade.
    “O riso desvia, por alguns instantes, o vilão do medo. Mas a lei impõe-se através do medo, cujo nome verdadeiro é temor de Deus. E deste livro poderia partir a centelha luciferina que transmitiria ao mundo inteiro um novo incêndio: e o riso designar-se-ia como a arte nova, ignorada até de Prometeu, para anular o medo. Ao vilão que ri naquele momento, não importa morrer: mas depois, cessada a sua licença, a liturgia impõe-lhe de novo, segundo o desígnio divino, o medo da morte. E deste livro poderia nascer a nova e destruidora aspiração a destruir a morte através da libertação do medo. E que seríamos nós, criaturas pecadoras, sem o medo, talvez o mais provido e afetuoso dos dons divinos?”(ECO,1980: 359)
    Sendo então o riso capaz de nos guiar no caminho de descobertas sobre verdades que talvez nossos governantes prefiram que não tomemos conhecimento, não é de se espantar que tantos cartunistas tenham sido ameaçados, torturados ou mortos durante regimes ditatoriais ocorridos na América Latina, como foi o caso do autor de El Eternauta. Héctor Germán Oesterheld foi sequestrado, assim como quatro de suas filhas, duas delas grávidas, durante o regime militar da Argentina. Apesar de El Eternauta ser uma história de ficção, o conteúdo de sua segunda parte apresenta teor político, o que teria causado o desaparecimento de um dos autores mais consagrados de histórias em quadrinhos da América Latina.

    https://www.facebook.com/pg/sirlanneynogueira/photos/
    Todo mundo erra – por Sirlanney e Clara Averbuck Magra de ruim

    Muito embora estejamos acostumados a associar o riso ao escárnio e à representação de estereótipos que acabam perpetuando certas opressões, entendemos que sua função crítica foi e ainda é extremamente necessária quando se trata de contestar sistemas políticos ou situações com as quais não concordamos. Porém, o que talvez não estejamos acostumados a perceber, é que o riso também pode ser uma forma de naturalizar comportamentos que são recriminados socialmente.
    O professor, pesquisador e um dos diretores da Associação de Pesquisadores em Arte Sequencial – ASPAS, Amaro Braga, tem se dedicado à pesquisa de tiras cômicas e histórias em quadrinhos que, ao abordarem temas como religião, sexualidade e gênero, façam isso como uma forma de naturalizar comportamentos e práticas, ao invés de perpetuarem um discurso de ódio e preconceito contra grupos minorizados.
    Em sua apresentação no XVII Congresso Internacional de Humor Luso-Hispânico, na UNESP/Araraquara, Amaro usou exemplos de tiras e HQ que, além de abordar temas que os professores sentem dificuldade de trabalhar em sala de aula, fazem isso de forma cômica e natural, o que propiciaria aos educadores acessar seus alunos de formas mais tranquila e leve, principalmente se tivermos em mente que os alunos provavelmente já têm acesso a estes trabalhos via internet e redes sociais.

    https://www.facebook.com/transistorizada/

    Portanto, ainda que estejamos mais acostumados a entender o humor como uma forma de humilhar certos grupos, carecemos mesmo é de boa interpretação e melhor desenvolvimento de nossas capacidades cognitivas. Carecemos também de uma educação que nos ensine que nenhuma produção cultural é desprendida de seu contexto e que conhecer previamente o posicionamento de quem produz é fundamental para interpretar certas obras.
    Por isso, vou comentar rapidamente dois exemplos apenas para ilustrar o que já mencionei acima.
    Quem acompanha a página Motoca, já sabe que o posicionamento da artista está alinhado com um pensamento que privilegie a visibilidade de grupos minorizados, no sentido de promover reflexões que possam favorecer maior empatia por parte de quem costuma oprimir os outros. Quando da polêmica  – que sequer deveria ter virado notícia – do turbante, a página postou essa ilustração/charge que foi interpretada de maneiras diferentes por pessoas de convicções contrárias. Minha leitura – confirmada pela própria artista – foi que as pessoas que apoiaram a hashtag #vaiterbrancadeturbantesim – ou algo do gênero – não atentaram para o fato de que o problema vai muito além de poder ou não usar um pano na cabeça, já que os maiores representantes de culturas que fariam uso de turbante no Brasil, são assassinados, apedrejados… Uma forma de dizer que a cultura negra é popular, mas os negros não.

    Turbante
    https://www.facebook.com/colaresmaira/

    No entanto, uma quantidade grande de pessoas interpretou como uma forma da artista dizer que ninguém deveria se importar com um turbante, porque existiam problemas maiores, como se ela estivesse endossando a fala do “estão fazendo mimimi, a pessoa usa o que quiser”, quando na verdade, essa nem é a questão do problema.
    Uma mesma ilustração gerou leituras com interpretações diferentes, tal qual aconteceu com esse post do Sensacionalista, sabidamente satírico, mas ainda assim, também com posicionamento mais alinhado com os movimentos sociais, e que foi problematizado por algumas mulheres como sendo uma piada com um assunto sério, quando se trata na verdade de uma forte crítica a um comportamento naturalizado. Nesse sentido, o que se buscou aqui foi chamar a atenção para algo que é naturalizado e não deveria ser.
    Longe de encerrar a discussão, porque é um tema polêmico, o objetivo aqui é justamente lembrar que discussões e análises superficiais não contribuem para que problemas sérios sejam sanados. O humor também é coisa muito séria e sua produção é necessária para que certos assuntos continuem sendo abordados de forma crítica, ainda que por meio do riso.

    https://www.facebook.com/mundomeioroxo/
    Todo mundo meio roxo

    BRAGA JR, Amaro X. O humor das tiras em quadrinhos na educação para a diversidade sexual. Palestra. 10 nov.2016. XVII Congresso Internacional de Humor Luso-Hispânico, São Paulo, UNESP/Araraquara. 60min., 2016. [Mesa Redonda 4 – Humor e HQ]
    DA COSTA, Oswaldo. UMA OVELHA NEGRA NA CULTURA MIDIÁTICA: Inovações do Humor Gráfico na imprensa alternativa brasileira. São Caetano do Sul. Universidade Municipal de São Caetano do Sul. 2012. Disponível em: http://repositorio.uscs.edu.br/handle/123456789/256
    ECO, Umberto. O nome da Rosa. São Paulo. Record. 2009

    DANI MARINO 

    Dani Marino
    Dani Marino é pesquisadora de Quadrinhos, integrante do
    Observatório de Quadrinhos da ECA/USP e da 
    Associação de Pesquisadores em Arte Sequencial – ASPAS. 
    Formada em Letras, com habilitação Português/Inglês, 
    atualmente cursa o Mestrado em Comunicação na Escola 
    de Artes e Comunicação da USP. 
    Também colabora com outros sites de cultura pop e quadrinhos 
    como o Minas Nerds, Quadro-a-Quadro, entre outros.

  • [Ensaio] O Riso como arma de contestação ou naturalização de discursos

    Texto da nossa Sócia, a pesquisadora mestranda em Comunicação na ECA_USP, Dani Marino. Publicado no Iluminerds. 

    Reproduzido da VERSÃO ORIGINAL: HTTP://WWW.ILUMINERDS.COM.BR/O-RISO-COMO-ARMA-DE-CONTESTACAO-OU-NATURALIZACAO-DE-DISCURSOS/ 

    Em tempos de termos como “politicamente correto”, “mimimi”, “problematização” e muitos discursos superficiais em comentários acalorados nas redes sociais, entender um pouco sobre alguns conceitos relacionados ao humor talvez se faça necessário.
    O polêmico filósofo Zizeck afirma em um de seus vídeos que o politicamente correto é uma forma de totalitarismo. Frank Cho alegou sofrer censura na DC por ter seus desenhos editados. Várias pessoas, diante da crítica ou contestação de sua expressão, alegam estar sendo censuradas. Não, quanto à última afirmação, não se trata de um dado empírico, mas poderia ser verificável por qualquer pesquisador que se interesse pelo assunto.
    A questão é, além do desconhecimento sobre o que realmente significa censura, parece haver uma certa desonestidade intelectual para entender que escolhas editoriais nada têm a ver com censura. Nem mesmo o que as pessoas entendem como autocensura, no caso de alguns artistas, chegaria perto disso, porque não existem ferramentas legais ou qualquer argumentação plausível que indique que essas pessoas serão presas, exterminadas, punidas, torturadas por publicarem ou expressarem o que quer que seja.
    O que existe é consequência, que nos faz diretamente responsáveis pelo que divulgamos. Caso ofenda alguém, existem medidas legais para lidar com o problema, mas não há, no meio editorial brasileiro ou em grande parte dos países ocidentais, censores que proíbam que algo seja publicado previamente. O que existe são escolhas editoriais baseadas em performances de lucro, existe um sistema capitalista que prevê que certas produções agradam ou não alguns grupos e baseados nisso, os editores decidem o que será publicado.

    Arte de Motoca
    Maíra Colares

    Obviamente, alguns meios possuem inclinações políticas, religiosas, raciais, sociais, que podem determinar a linha editorial de uma publicação. Ainda assim, vale lembrar que, quando se trata de liberdade de expressão, os conceitos mais amplamente difundidos no ocidente, tratam de garantir e proteger a liberdade de expressão individual como um direito inalienável de ter acesso à informação. Ou seja, publicações em meios que visam lucro, não podem requerer para si a mesma amplitude dos direitos individuais.
    De qualquer forma, apesar da interpretação de certas manifestações serem muito pessoais e subjetivas, vale lembrar que o humor não é apenas uma forma de provocar escárnio e ridicularizar comportamentos. O professor e cartunista premiado Osvaldo da Costa, em seu livro Uma Ovelha Negra na Produção Midiática, lembra que o humor também pode ser uma arma de contestação política:
    “A linguagem do humor – arma política contra regimes repressivos – é também considerada subversiva e de contracultura – pode ser narrada por meio do teatro, da música, da literatura, da imprensa, do cinema e do desenho de humor. Tem como finalidade provocar o riso ou o sorriso. O risível nas piadas e paródias, como imitação burlesca, era um dos recursos mais populares entres os bufões na Antiguidade. Rir de si mesmo e do seu semelhante, seja em tom jocoso ou de escárnio, é um traço marcante da natureza humana desde os tempos mais remotos.”

    Salsicha em Conserva
    https://www.facebook.com/salsichaemconservahq/

    O escritor e semiólogo Umberto Eco, conhecendo o poder inquietador do riso, dedicou uma das de suas maiores obras a ele. Em O nome da Rosa, thriller ambientando na França medieval, a luta dos monges beneditinos do mosteiro de Melk para proteger um manuscrito nunca publicado de Aristóteles acaba causando inúmeras mortes e deixando um rastro de sangue. De acordo com as convicções dos monges mais conservadores do romance, o riso seria algo muito próximo da morte e da corrupção do corpo, mas o filósofo grego, em seu livro que só existiu na ficção, alertava para o poder libertador do riso como um veículo da verdade.
    “O riso desvia, por alguns instantes, o vilão do medo. Mas a lei impõe-se através do medo, cujo nome verdadeiro é temor de Deus. E deste livro poderia partir a centelha luciferina que transmitiria ao mundo inteiro um novo incêndio: e o riso designar-se-ia como a arte nova, ignorada até de Prometeu, para anular o medo. Ao vilão que ri naquele momento, não importa morrer: mas depois, cessada a sua licença, a liturgia impõe-lhe de novo, segundo o desígnio divino, o medo da morte. E deste livro poderia nascer a nova e destruidora aspiração a destruir a morte através da libertação do medo. E que seríamos nós, criaturas pecadoras, sem o medo, talvez o mais provido e afetuoso dos dons divinos?”(ECO,1980: 359)
    Sendo então o riso capaz de nos guiar no caminho de descobertas sobre verdades que talvez nossos governantes prefiram que não tomemos conhecimento, não é de se espantar que tantos cartunistas tenham sido ameaçados, torturados ou mortos durante regimes ditatoriais ocorridos na América Latina, como foi o caso do autor de El Eternauta. Héctor Germán Oesterheld foi sequestrado, assim como quatro de suas filhas, duas delas grávidas, durante o regime militar da Argentina. Apesar de El Eternauta ser uma história de ficção, o conteúdo de sua segunda parte apresenta teor político, o que teria causado o desaparecimento de um dos autores mais consagrados de histórias em quadrinhos da América Latina.

    https://www.facebook.com/pg/sirlanneynogueira/photos/
    Todo mundo erra – por Sirlanney e Clara Averbuck Magra de ruim

    Muito embora estejamos acostumados a associar o riso ao escárnio e à representação de estereótipos que acabam perpetuando certas opressões, entendemos que sua função crítica foi e ainda é extremamente necessária quando se trata de contestar sistemas políticos ou situações com as quais não concordamos. Porém, o que talvez não estejamos acostumados a perceber, é que o riso também pode ser uma forma de naturalizar comportamentos que são recriminados socialmente.
    O professor, pesquisador e um dos diretores da Associação de Pesquisadores em Arte Sequencial – ASPAS, Amaro Braga, tem se dedicado à pesquisa de tiras cômicas e histórias em quadrinhos que, ao abordarem temas como religião, sexualidade e gênero, façam isso como uma forma de naturalizar comportamentos e práticas, ao invés de perpetuarem um discurso de ódio e preconceito contra grupos minorizados.
    Em sua apresentação no XVII Congresso Internacional de Humor Luso-Hispânico, na UNESP/Araraquara, Amaro usou exemplos de tiras e HQ que, além de abordar temas que os professores sentem dificuldade de trabalhar em sala de aula, fazem isso de forma cômica e natural, o que propiciaria aos educadores acessar seus alunos de formas mais tranquila e leve, principalmente se tivermos em mente que os alunos provavelmente já têm acesso a estes trabalhos via internet e redes sociais.

    https://www.facebook.com/transistorizada/

    Portanto, ainda que estejamos mais acostumados a entender o humor como uma forma de humilhar certos grupos, carecemos mesmo é de boa interpretação e melhor desenvolvimento de nossas capacidades cognitivas. Carecemos também de uma educação que nos ensine que nenhuma produção cultural é desprendida de seu contexto e que conhecer previamente o posicionamento de quem produz é fundamental para interpretar certas obras.
    Por isso, vou comentar rapidamente dois exemplos apenas para ilustrar o que já mencionei acima.
    Quem acompanha a página Motoca, já sabe que o posicionamento da artista está alinhado com um pensamento que privilegie a visibilidade de grupos minorizados, no sentido de promover reflexões que possam favorecer maior empatia por parte de quem costuma oprimir os outros. Quando da polêmica  – que sequer deveria ter virado notícia – do turbante, a página postou essa ilustração/charge que foi interpretada de maneiras diferentes por pessoas de convicções contrárias. Minha leitura – confirmada pela própria artista – foi que as pessoas que apoiaram a hashtag #vaiterbrancadeturbantesim – ou algo do gênero – não atentaram para o fato de que o problema vai muito além de poder ou não usar um pano na cabeça, já que os maiores representantes de culturas que fariam uso de turbante no Brasil, são assassinados, apedrejados… Uma forma de dizer que a cultura negra é popular, mas os negros não.

    Turbante
    https://www.facebook.com/colaresmaira/

    No entanto, uma quantidade grande de pessoas interpretou como uma forma da artista dizer que ninguém deveria se importar com um turbante, porque existiam problemas maiores, como se ela estivesse endossando a fala do “estão fazendo mimimi, a pessoa usa o que quiser”, quando na verdade, essa nem é a questão do problema.
    Uma mesma ilustração gerou leituras com interpretações diferentes, tal qual aconteceu com esse post do Sensacionalista, sabidamente satírico, mas ainda assim, também com posicionamento mais alinhado com os movimentos sociais, e que foi problematizado por algumas mulheres como sendo uma piada com um assunto sério, quando se trata na verdade de uma forte crítica a um comportamento naturalizado. Nesse sentido, o que se buscou aqui foi chamar a atenção para algo que é naturalizado e não deveria ser.
    Longe de encerrar a discussão, porque é um tema polêmico, o objetivo aqui é justamente lembrar que discussões e análises superficiais não contribuem para que problemas sérios sejam sanados. O humor também é coisa muito séria e sua produção é necessária para que certos assuntos continuem sendo abordados de forma crítica, ainda que por meio do riso.

    https://www.facebook.com/mundomeioroxo/
    Todo mundo meio roxo

    BRAGA JR, Amaro X. O humor das tiras em quadrinhos na educação para a diversidade sexual. Palestra. 10 nov.2016. XVII Congresso Internacional de Humor Luso-Hispânico, São Paulo, UNESP/Araraquara. 60min., 2016. [Mesa Redonda 4 – Humor e HQ]
    DA COSTA, Oswaldo. UMA OVELHA NEGRA NA CULTURA MIDIÁTICA: Inovações do Humor Gráfico na imprensa alternativa brasileira. São Caetano do Sul. Universidade Municipal de São Caetano do Sul. 2012. Disponível em: http://repositorio.uscs.edu.br/handle/123456789/256
    ECO, Umberto. O nome da Rosa. São Paulo. Record. 2009

    DANI MARINO 

    Dani Marino
    Dani Marino é pesquisadora de Quadrinhos, integrante do
    Observatório de Quadrinhos da ECA/USP e da 
    Associação de Pesquisadores em Arte Sequencial – ASPAS. 
    Formada em Letras, com habilitação Português/Inglês, 
    atualmente cursa o Mestrado em Comunicação na Escola 
    de Artes e Comunicação da USP. 
    Também colabora com outros sites de cultura pop e quadrinhos 
    como o Minas Nerds, Quadro-a-Quadro, entre outros.

  • Caderno de Resumos do III FNPAS

    Disponibilizamos hoje o “Caderno de Resumos do III FNPAS” (Incluindo o ISSN). 
    Nele, além dos resumos aprovados, está inclusa a programação detalhada com os horários de todas as comunicações, baixem o PDF no link:
  • Caderno de Resumos do III FNPAS

    Disponibilizamos hoje o “Caderno de Resumos do III FNPAS” (Incluindo o ISSN). 
    Nele, além dos resumos aprovados, está inclusa a programação detalhada com os horários de todas as comunicações, baixem o PDF no link:
  • III Simpósio Nacional sobre Linguagem Humorística


    III Simpósio Nacional sobre Linguagem Humorística

    Será realizado entre 23 a 25 de novembro de 2016, na Universidade Federal do Espírito Santo- Vitória-ES.
    OBJETIVO
    Integrar pesquisadores sobre a temática Linguagem Humorística
    OBJETIVOS ESPECÍFICOS
    – Proporcionar visibilidade a estudos sobre o tema Linguagem Humorística.
    – Promover intercâmbios de estudos, a partir de um programação que contará com conferências, mesas-redondas, sessões temáticas, comunicações individuais, minicursos, oficinas e lançamento de livro.
    – Incluir o estado do Espírito Santo entre os mais importantes centros de investigação científica sobre o Humor.

    DATAS IMPORTANTES 


    20/10/2016
    Prazo final para envio dos resumos.
    30/10/2016
    Prazo final para divulgação do aceite dos resumos.
    30/10/2016
    Prazo final para pagamento da taxa de inscrição para inclusão dos resumos aceitos na programação do III Simpósio Nacional sobre Linguagem Humorística.
    23 a 25/11
    Realização do II Simpósio Nacional sobre Linguagem Humorística: Focalizando Quadrinhos


    Site do evento: http://eventos.ufes.br/humorhq/
    Inscrições: clique aqui

    O III Simpósio Nacional sobre Linguagem Humorística será realizado entre 23 a 25 de novembro de 2016, na Universidade Federal do Espírito Santo- Vitória-ES.


    O objetivo principal é a integração de pesquisadores sobre a temática de humor. O Simpósio Acadêmico, além de proporcionar visibilidade a estudos sobre o tema, tem, ainda, o propósito de promover intercâmbio de estudos, a partir de uma programação que contará com com conferências, mesas-redondas, sessões temáticas com comunicações individuais, minicursos, oficinas e lançamentos de livros.


    EIXOS TEMÁTICOS
    Os interessados em apresentar trabalhos poderão submeter seus resumos, para serem
    apresentados na forma de comunicação individual, obedecendo a um dos eixos a seguir:


    Humor e Educação
    Humor e Gêneros Textuais
    Humor e História
    Humor e Mídias Virtuais
    Humor e Linguagem
    Humor e Literatura
    Humor e Sociedade
    Humor e Política


    NORMAS PARA ENVIO DE RESUMOS
    O processo de envio de resumos será feito obrigatoriamente por meio do link: http://migre.me/uq0P2  . Cada resumo deverá conter entre 200 e 300 palavras, com 3 palavras-chave, separadas por ponto-e-vírgula. Os resumos deverão apresentar, minimamente, o objetivo da comunicação, o objeto ou tema a ser trabalhado e o arcabouço teórico envolvido.Só serão aceitos resumos com até 3 autores.

    VALORES DE INSCRIÇÃO


    I – Com apresentação de trabalhos –



    até 15/10/2016
    até 31/10/2016
    após 01/11/2016
    Alunos de Graduação
    R$ 50,00
    R$ 70,00
    R$ 80,00
    Alunos de Pós-graduação
    R$ 100,00
    R$ 120,00
    R$ 150,00
    Pesquisadores
    R$ 150,00
    R$ 170,00
    R$ 210,00


    II. Sem apresentação de trabalhos (ouvintes)



    até 15/10/2016
    até 31/10/2016
    após 01/11/2016
    Alunos de Graduação
    R$ 30,00
    R$ 40,00
    R$ 50,00
    Alunos de Pós-graduação
    R$ 50,00
    R$ 70,00
    R$ 80,00
    Pesquisadores
    R$ 60,00
    R$ 80,00
    R$ 90,00

    III. Valores das oficinas e minicurso

    até 15/10/2016
    até 31/10/2016
    Após 01/11/2016
    Oficina
    R$ 30,00
    R$ 40,00
    R$ 50,00
    Minicurso
    R$ 30,00
    R$ 40,00
    R$ 50,00
    Oficina + Minicurso
    R$ 40,00
    R$ 50,00
    R$ 60,00


    Observações:
    a) Quem tiver o resumo aprovado só entrará na programação do Congresso se realizar o pagamento da inscrição até a data de 31 de outubro de 2016.
    b) Autores e coautores deverão se inscrever individualmente e pagar a taxa de inscrição. Exemplo: artigo que tiver autor e co-autor deverá ter duas inscrições e dois pagamentos, um para cada participante. Se um dos autores não efetuar o pagamento até a data acima, o trabalho não será incluído na programação do congresso.
    c) Não serão efetuadas devoluções de pagamento em hipótese alguma.


    Os pagamentos deverão ser feitos na seguinte conta:
    Conta poupança 0662 013 10265-4
    Banco: Caixa Econômica Federal
    Nome: SEG. SIMP. NAC DE LING HUMORISTICA


    Os comprovantes de pagamento deverão ser escaneados e enviados pelo e-mail: gethufes@gmail.com. Trabalhos aceitos que não tiverem seus pagamentos efetuados até a data devida não serão incluídos na programação do III Simpósio Nacional sobre Linguagem Humorística.


    PROMOÇÃO
    PPGEL – Programa de Pós -Graduação em Estudos Linguísticos
    NETED – Núcleo de Estudos Sobre Texto e Discurso


    ORGANIZAÇÃO
    Profª Drª Maria da Penha Pereira Lins (Coordenadora)
    Mônica Lopes Smiderle de Oliveira- UFES
    Bharbara Bonelle de Sousa – UFES
    Mayra Duarte Figueira – UFES


         COLABORAÇÃO
    Wendell Luís Táboas – MPT
    Eduardy Rocio Cabral –  Grafitusa
    Jean Diaz
    Luciano Feijão
    Murilo Góes
    APOIO
    DLL
    Departamento de Línguas e Letras/UFES
    CCE
    Centro de Ciências Exatas
    MPT- Ministério Público do Trabalho

  • III Simpósio Nacional sobre Linguagem Humorística


    III Simpósio Nacional sobre Linguagem Humorística

    Será realizado entre 23 a 25 de novembro de 2016, na Universidade Federal do Espírito Santo- Vitória-ES.
    OBJETIVO
    Integrar pesquisadores sobre a temática Linguagem Humorística
    OBJETIVOS ESPECÍFICOS
    – Proporcionar visibilidade a estudos sobre o tema Linguagem Humorística.
    – Promover intercâmbios de estudos, a partir de um programação que contará com conferências, mesas-redondas, sessões temáticas, comunicações individuais, minicursos, oficinas e lançamento de livro.
    – Incluir o estado do Espírito Santo entre os mais importantes centros de investigação científica sobre o Humor.

    DATAS IMPORTANTES 


    20/10/2016
    Prazo final para envio dos resumos.
    30/10/2016
    Prazo final para divulgação do aceite dos resumos.
    30/10/2016
    Prazo final para pagamento da taxa de inscrição para inclusão dos resumos aceitos na programação do III Simpósio Nacional sobre Linguagem Humorística.
    23 a 25/11
    Realização do II Simpósio Nacional sobre Linguagem Humorística: Focalizando Quadrinhos


    Site do evento: http://eventos.ufes.br/humorhq/
    Inscrições: clique aqui

    O III Simpósio Nacional sobre Linguagem Humorística será realizado entre 23 a 25 de novembro de 2016, na Universidade Federal do Espírito Santo- Vitória-ES.


    O objetivo principal é a integração de pesquisadores sobre a temática de humor. O Simpósio Acadêmico, além de proporcionar visibilidade a estudos sobre o tema, tem, ainda, o propósito de promover intercâmbio de estudos, a partir de uma programação que contará com com conferências, mesas-redondas, sessões temáticas com comunicações individuais, minicursos, oficinas e lançamentos de livros.


    EIXOS TEMÁTICOS
    Os interessados em apresentar trabalhos poderão submeter seus resumos, para serem
    apresentados na forma de comunicação individual, obedecendo a um dos eixos a seguir:


    Humor e Educação
    Humor e Gêneros Textuais
    Humor e História
    Humor e Mídias Virtuais
    Humor e Linguagem
    Humor e Literatura
    Humor e Sociedade
    Humor e Política


    NORMAS PARA ENVIO DE RESUMOS
    O processo de envio de resumos será feito obrigatoriamente por meio do link: http://migre.me/uq0P2  . Cada resumo deverá conter entre 200 e 300 palavras, com 3 palavras-chave, separadas por ponto-e-vírgula. Os resumos deverão apresentar, minimamente, o objetivo da comunicação, o objeto ou tema a ser trabalhado e o arcabouço teórico envolvido.Só serão aceitos resumos com até 3 autores.

    VALORES DE INSCRIÇÃO


    I – Com apresentação de trabalhos –



    até 15/10/2016
    até 31/10/2016
    após 01/11/2016
    Alunos de Graduação
    R$ 50,00
    R$ 70,00
    R$ 80,00
    Alunos de Pós-graduação
    R$ 100,00
    R$ 120,00
    R$ 150,00
    Pesquisadores
    R$ 150,00
    R$ 170,00
    R$ 210,00


    II. Sem apresentação de trabalhos (ouvintes)



    até 15/10/2016
    até 31/10/2016
    após 01/11/2016
    Alunos de Graduação
    R$ 30,00
    R$ 40,00
    R$ 50,00
    Alunos de Pós-graduação
    R$ 50,00
    R$ 70,00
    R$ 80,00
    Pesquisadores
    R$ 60,00
    R$ 80,00
    R$ 90,00

    III. Valores das oficinas e minicurso

    até 15/10/2016
    até 31/10/2016
    Após 01/11/2016
    Oficina
    R$ 30,00
    R$ 40,00
    R$ 50,00
    Minicurso
    R$ 30,00
    R$ 40,00
    R$ 50,00
    Oficina + Minicurso
    R$ 40,00
    R$ 50,00
    R$ 60,00


    Observações:
    a) Quem tiver o resumo aprovado só entrará na programação do Congresso se realizar o pagamento da inscrição até a data de 31 de outubro de 2016.
    b) Autores e coautores deverão se inscrever individualmente e pagar a taxa de inscrição. Exemplo: artigo que tiver autor e co-autor deverá ter duas inscrições e dois pagamentos, um para cada participante. Se um dos autores não efetuar o pagamento até a data acima, o trabalho não será incluído na programação do congresso.
    c) Não serão efetuadas devoluções de pagamento em hipótese alguma.


    Os pagamentos deverão ser feitos na seguinte conta:
    Conta poupança 0662 013 10265-4
    Banco: Caixa Econômica Federal
    Nome: SEG. SIMP. NAC DE LING HUMORISTICA


    Os comprovantes de pagamento deverão ser escaneados e enviados pelo e-mail: gethufes@gmail.com. Trabalhos aceitos que não tiverem seus pagamentos efetuados até a data devida não serão incluídos na programação do III Simpósio Nacional sobre Linguagem Humorística.


    PROMOÇÃO
    PPGEL – Programa de Pós -Graduação em Estudos Linguísticos
    NETED – Núcleo de Estudos Sobre Texto e Discurso


    ORGANIZAÇÃO
    Profª Drª Maria da Penha Pereira Lins (Coordenadora)
    Mônica Lopes Smiderle de Oliveira- UFES
    Bharbara Bonelle de Sousa – UFES
    Mayra Duarte Figueira – UFES


         COLABORAÇÃO
    Wendell Luís Táboas – MPT
    Eduardy Rocio Cabral –  Grafitusa
    Jean Diaz
    Luciano Feijão
    Murilo Góes
    APOIO
    DLL
    Departamento de Línguas e Letras/UFES
    CCE
    Centro de Ciências Exatas
    MPT- Ministério Público do Trabalho

  • JABOATÃO POP – Envio de Resumos (10/09)

    JABOATÃO POP publica regras para participação da programação acadêmica do evento:
    Envio de resumo
    Realizar a inscrição na modalidade apresentação oral e enviar resumo por e-mail (jaboataopop@gmail.com) e pagamento de taxa.
    10 DE SETEMBRO – encerramento dos envios de resumo.
    Cada participante poderá inscrever até três resumos. Cada proposta pode ter até, no máximo, um coautor ou uma coautora. Coautores devem igualmente realizar a inscrição na modalidade com apresentação oral, enviar o mesmo arquivo de resumo via e-mail e realizar o pagamento da taxa de inscrição. O certificado de apresentação oral será entregue mediante a inscrição devidamente efetivada e o comparecimento no dia definido pela comissão organizadora para apresentação. Só serão aceitas comunicações presenciais, os certificados serão disponibilizados aos autores que tiverem assinado a lista de presença.
    Ao submeter o resumo, o participante está autorizando sua publicação nos anais e/ou livros a serem publicados a partir do Jaboatão Pop e está declarando ser o autor do texto. Lembre-se de atentar para as normas e formatações dispostas nesse edital. Não haverá a opção de correção e reenvio do arquivo.
    Observações importantes:
    É de responsabilidade do participante estar presente no local, dia e horário definido para sua apresentação;
    Não haverá ressarcimento da taxa de inscrição em caso de não comparecimento ou qualquer outro argumento;
    Orientação de pesquisa não configura coautoria. Neste caso, ela deve ser descrita em nota de rodapé somente no trabalho completo (artigo científico), que deverá ser encaminhado apenas após o aceite do resumo.
    A aprovação da proposta de apresentação oral no fórum (mediante efetivação da inscrição) garante a divulgação do trabalho na programação oficial do evento e o certificado de apresentação de trabalho científico (mediante comparecimento no dia determinado). A aprovação do resumo não implica aprovação automática do texto completo.
    Qual deve ser o formato do resumo? O que deve conter?
    O resumo deve ser encaminhado em um arquivo no formato Microsoft Word 2003 ou 2007 (extensão .doc ou .docx), com os seguintes itens, na seguinte ordem: Título do trabalho em maiúsculas e negrito, seguido de travessão (—) e texto de, no máximo, 300 palavras (utilize a opção “contar palavras” do Word). Em um único parágrafo, em fonte Arial, tamanho 12 com espaçamento entrelinhas simples, alinhamento justificado. Acrescentar até 3 palavras-chave que expressem a temática da proposta, separadas umas das outras por um ponto (.) . Ao final incluir a autoria, e co-autoria se for o caso, indicando obrigatoriamente nome completo, titulação, vínculo institucional, cidade, estado, país e e-mail.
  • JABOATÃO POP – Envio de Resumos (10/09)

    JABOATÃO POP publica regras para participação da programação acadêmica do evento:
    Envio de resumo
    Realizar a inscrição na modalidade apresentação oral e enviar resumo por e-mail (jaboataopop@gmail.com) e pagamento de taxa.
    10 DE SETEMBRO – encerramento dos envios de resumo.
    Cada participante poderá inscrever até três resumos. Cada proposta pode ter até, no máximo, um coautor ou uma coautora. Coautores devem igualmente realizar a inscrição na modalidade com apresentação oral, enviar o mesmo arquivo de resumo via e-mail e realizar o pagamento da taxa de inscrição. O certificado de apresentação oral será entregue mediante a inscrição devidamente efetivada e o comparecimento no dia definido pela comissão organizadora para apresentação. Só serão aceitas comunicações presenciais, os certificados serão disponibilizados aos autores que tiverem assinado a lista de presença.
    Ao submeter o resumo, o participante está autorizando sua publicação nos anais e/ou livros a serem publicados a partir do Jaboatão Pop e está declarando ser o autor do texto. Lembre-se de atentar para as normas e formatações dispostas nesse edital. Não haverá a opção de correção e reenvio do arquivo.
    Observações importantes:
    É de responsabilidade do participante estar presente no local, dia e horário definido para sua apresentação;
    Não haverá ressarcimento da taxa de inscrição em caso de não comparecimento ou qualquer outro argumento;
    Orientação de pesquisa não configura coautoria. Neste caso, ela deve ser descrita em nota de rodapé somente no trabalho completo (artigo científico), que deverá ser encaminhado apenas após o aceite do resumo.
    A aprovação da proposta de apresentação oral no fórum (mediante efetivação da inscrição) garante a divulgação do trabalho na programação oficial do evento e o certificado de apresentação de trabalho científico (mediante comparecimento no dia determinado). A aprovação do resumo não implica aprovação automática do texto completo.
    Qual deve ser o formato do resumo? O que deve conter?
    O resumo deve ser encaminhado em um arquivo no formato Microsoft Word 2003 ou 2007 (extensão .doc ou .docx), com os seguintes itens, na seguinte ordem: Título do trabalho em maiúsculas e negrito, seguido de travessão (—) e texto de, no máximo, 300 palavras (utilize a opção “contar palavras” do Word). Em um único parágrafo, em fonte Arial, tamanho 12 com espaçamento entrelinhas simples, alinhamento justificado. Acrescentar até 3 palavras-chave que expressem a temática da proposta, separadas umas das outras por um ponto (.) . Ao final incluir a autoria, e co-autoria se for o caso, indicando obrigatoriamente nome completo, titulação, vínculo institucional, cidade, estado, país e e-mail.
  • Chamada para Lançamentos no III FNPAS


    Não deixe de enviar sua contribuição!
    Chamada para lançamento de publicações: livros, revistas e fanzines de/ou sobre quadrinhos! 
    Vai até 30 de junho de 2016. Mais informações:https://forumaspasgoiania.wordpress.com/