Categoria: destaque

  • MAIS DETALHES SOBRE O II ENCONTRO COM TRINA ROBBINS


    II ENCONTRO DE QUADRINISTAS COM TRINA ROBBINS
    Promoção:
    ASPAS – Associação de Pesquisadores em Arte Sequencial
     Programa de
    pós graduação em Tecnologias da imagem PPGTLCOM, da ECO- UFRJ
    Blooks
    Livraria

    QUANDO?
    Dia 28 de setembro de 2017, das 10h às 12h.
    ONDE?
    Na ECO – UFRJ/Campus Urca
    Como vai
    funcionar?
    Seguindo a dinâmica de 2015, Trina vai fazer uma
    apresentação do seu trabalho e da sua experiência como quadrinista. Em seguida,
    as quadrinistas brasileiras inscritas vão fazer o mesmo, em um tempo estimado
    de 15 minutos. Logo após será aberto para Trina fazer perguntas a elas e o
    público presente, posteriormente, poderá fazer o mesmo. A professora Maiara
    Alvim atuará como intérprete.
    Quem pode participar?
    O encontro é aberto ao
    público geral, mas apenas as quadrinistas previamente inscritas poderão
    apresentar seus trabalhos. O público pode interagir com perguntas.
    Quadrinistas inscritas e confirmadas
    para a roda de conversa com Trina Robbins


    Aline
    Lemos
    – Nasceu e mora em Belo
    Horizonte, onde faz e publica 
    quadrinhos de forma independente desde 2013. É Mestre em
    História e 
    possui formação complementar em Design Gráfico e Artes
    Plásticas. 
    Atualmente, é colaboradora nos portais Lady’s Comics e Marsam Graphics.

    Beliza
    Buzzolo
    Nerd mineira, tem
    graduação em Publicidade pela Universidade de São Paulo, e mestrado em Pão de
    Queijo com Doce de Leite. Quadrinista que assina o Na Ponta da Língua, Beliza
    mistura humor e ativismo feminista e LBT. Seu trabalho foca em mídias
    online (facebook e tumblr) com extenso alcance, mas também possui publicações
    impressas como o zine NPLD e o zine Divertida Diversidade. Também promoveu uma
    ocupação artística em sua cidade natal, Uberaba. Participa ativamente da
    comunidade tanto LGBT quanto de quadrinhos realizando palestras, participando
    de eventos e de rodas de discussão. Seu ativismo lhe rendeu lugar na lista
    “10 Lésbicas do Nosso Brasil; Memória e Atuação” feita pelo [SSEX
    BBOX].  (Um orgulho secreto seu é ter participado de um painel juntamente
    com um de seus ídolos, David Lloy sobre “Quadrinhos como forma de
    protesto” na GGRF).

    Catia Ana Baldoino  – Mestranda em Estudos Literários no Programa de
    Pós-graduação Letras e Linguística da Faculdade de Letras da Universidade
    Federal de Goiás, sob orientação do Prof. Dr. Jorge Alves Santana. Publicou de
    2010 a 2016 a HQtrônica “O Diário de Virgínia” (
    http://www.odiariodevirginia.com), que concorreu em 2011 e 2015 ao Troféu HQmix na
    categoria webquadrinhos. É membro associado da ASPAS (Associação de
    Pesquisadores em Arte Sequencial).



    Crau da Ilha – Maria Cláudia França Nogueira é paulistana apaixonada por
    Ilhabela, quadrinista, pintora, poeta e mãe de quatro filhos. Com mais de 40
    anos de carreira, Crau, como prefere ser chamada, é formada em Tecnologia em
    Produção Multimídia, no Centro Universitário Módulo e, recém graduada em
    Engenharia de Aquicultura na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
    Antes das graduações, Crau fez curso técnico de desenho de comunicação no
    colégio técnico Iadê, ainda no ensino médio. Curiosa, sempre se interessou pelos
    tipos e contrastes do Brasil, sendo esse o grande gatilho para os desenhos de
    humor. No início, seu trabalho foi publicado na revista 
    O Bicho, onde trabalhou
    também como redatora ao lado do humorista Fortuna. Na sequência, atuou em
    vários jornais no litoral norte de São Paulo. Em 1997 obteve o 3º lugar no Mapa
    Cultural Paulista, com a História em Quadrinhos 
    Um casal (des)prevenido vale
    por 3
    . Nessa época,
    idealizou 
    A Periquita, uma
    publicação de humor gráfico reunindo mulheres. Embora tenha provocado um
    movimento aglutinador, a revista não chegou a ser editada na época. Em 2013,
    editou a revista-livro 
    As Periquitas, que chegou a ser
    indicada para o Prêmio HQ Mix, Publicação de Humor Gráfico de 2014.

    Jéssica Azevedo – Museóloga
    com mestrado em preservação do patrimônio cultural pelo IPHAN. Colaboradora do
    blog Delirium Nerd, roteirista e desenhista.



    Luli
    Penna
    – É ilustradora
    e cartunista. Publicou seus cartuns em zines, revistas femininas, caderno
    Ilustríssima, seção Quadrinhas da Ilustrada e revista Piauí. Publicou o livro
    de cartuns Totalmente Grávida pela Publifolha. Foi a primeira mulher a publicar
    cartum político na página 2 da Folha de S. Paulo, cobrindo por duas vezes as
    férias do Angeli. É autora da HQ Sem Dó, a ser lançada pela Editora Todavia em
    outubro.

    Rebeca Silva – Formada
    em Desenho Industrial com ênfase em Programação Visual, especialista em Design e Ilustração
    e atualmente fazendo Pintura na UFRJ. Trabalha com ilustração e quadrinhos e em
    parceria com grupo Gibizeira, leva seus quadrinhos por todo o estado do Rio de
    Janeiro, com o objetivo de difundir os quadrinhos e a literatura ilustrada para
    as classes mais baixas. Tendo já ter participado de outros eventos pelo Brasil,
    como a Bienal de Quadrinhos de Curitiba (Gibicon) e a Bienal do Livro Rio.
    Ministra palestras e aulas, tanto em universidades, como em escolas da área,
    lecionando sobre a importância do ilustrador e do livro ilustrado e como
    funciona seu processo criativo, tanto em roteiro quanto em ilustração. Em 2016
    publicou seu primeiro livro totalmente independente chamado Submodos, com foco
    no público infantil com um discurso sobre a preservação da vida e do meio
    ambiente.

    Thais
    Linhares –
    Quadrinista,
    roteirista, entre outros pecados. Na literatura, um satisfatório prêmio Jabuti
    (2016) e Prêmio White Ravens (2015) para a obra ilustrada
    “Iluminuras”. Em quadrinho, prefere o  arte-ativismo +
    fantasia/fc com seu zine Grimoire. Pra
    TV/cinema, produziu roteiros, pichtings e cenografias de produções da 2DLab e
    Multirio. Atua como comunicadora em Direitos Humanos, prioritariamente no DDH – Instituto de Defensores de Direitos Humanos e Revista Vírus. Membro dos coletivos feministas
    Revista Periquitas, e
    ilustradora do Slam das Minas RJ.

    Veja algumas fotos do encontro anterior, na Gibiteca Henfil, em 2015:


  • O MERCADO DE HISTÓRIAS EM QUADRINHOS NO BRASIL E OS SUPORTES PARA PUBLICAÇÃO DIGITAL




    Quando nosso colega Edgar Franco publicou sua dissertação de Mestrado em 2001, cunhou o termo “HQtrônicas” para se referir às primeiras tiras publicadas em formato digital, registrando a historiografia desse processo de mudança de suporte do papel para os meios eletrônicos. Em quase duas décadas, os avanços tecnológicos foram responsáveis por mudanças significativas no mercado de quadrinhos, principalmente no que tange às antigas páginas de tiras cômicas dos grandes jornais. Sites como o Comixology, Tapastic e Social Comics são alguns dos espaços dedicados exclusivamente à publicação de quadrinhos digitais. Por isso, estudiosos como Paulo Ramos (2014) e Vitor Nicolau (2013) também têm se dedicado a observar e registrar essas mudanças por meio de artigos e publicações acadêmicas, fornecendo meios para a interpretação de dados fornecidos pelo Social Comics, tornando possível observar aspectos relevantes para a compreensão do atual mercado de quadrinhos, como faixa etária, preferências, gênero, entre outros dados que podem servir de referência para possíveis conclusões acerca do do contexto atual do mercado de quadrinhos. 

    Os dados mais significativos foram apresentados durante as 4ªs Jornadas Internacionais de Histórias em Quadrinhos e compartilhamos aqui a apresentação via slideshare.


  • O MERCADO DE HISTÓRIAS EM QUADRINHOS NO BRASIL E OS SUPORTES PARA PUBLICAÇÃO DIGITAL



    Quando nosso colega Edgar Franco publicou sua dissertação de Mestrado em 2001, cunhou o termo “HQtrônicas” para se referir às primeiras tiras publicadas em formato digital, registrando a historiografia desse processo de mudança de suporte do papel para os meios eletrônicos. Em quase duas décadas, os avanços tecnológicos foram responsáveis por mudanças significativas no mercado de quadrinhos, principalmente no que tange às antigas páginas de tiras cômicas dos grandes jornais. Sites como o Comixology, Tapastic e Social Comics são alguns dos espaços dedicados exclusivamente à publicação de quadrinhos digitais. Por isso, estudiosos como Paulo Ramos (2014) e Vitor Nicolau (2013) também têm se dedicado a observar e registrar essas mudanças por meio de artigos e publicações acadêmicas, fornecendo meios para a interpretação de dados fornecidos pelo Social Comics, tornando possível observar aspectos relevantes para a compreensão do atual mercado de quadrinhos, como faixa etária, preferências, gênero, entre outros dados que podem servir de referência para possíveis conclusões acerca do do contexto atual do mercado de quadrinhos. 

    Os dados mais significativos foram apresentados durante as 4ªs Jornadas Internacionais de Histórias em Quadrinhos e compartilhamos aqui a apresentação via slideshare.

  • FANZINE SOBRE DEPRESSÃO EM EVENTO PARA DISCUTIR O TEMA NO INSTITUTO FEDERAL

    Com o objetivo de tratar do tema
    Depressão no ambiente escolar, realizou-se nos dias 29 e 30 de agosto um
    seminário, como atividade letiva para todos os estudantes, que agrupou esforços
    de equipe multidisciplinar, capitaneada pelo psicólogo do IFF Macaé, Marcelo
    Quirino, além de assistentes sociais e corpo pedagógico da instituição, e cerca
    de 100 voluntários, a maior parte, estudantes, sob o título que encerra uma
    interrogação – “Depressão, e Eu com Isso?”.

    A pergunta em questão, trouxe à
    baila a reflexão sobre o papel dos diferentes segmentos da instituição frente a
    este problema que, embora presente de forma incontestável como “mal moderno”
    frequente na vida de muitas pessoas, não costuma ser tratado de maneira
    adequada e frequentemente percebem-se muitos mitos e preconceitos em torno do
    assunto. 

    Segundo o psicólogo Marcelo
    Quirino, o evento foi motivado pelo intento de dirimir os tabus e a
    desinformação sobre essa psicopatologia que acomete a todos, sem distinção de
    idade. Considerando todos os prejuízos claramente perceptíveis em diversos
    âmbitos, inclusive na vida dos estudantes e servidores, em suas diversas
    dimensões, seja social, afetivo, relacional, profissional, cognitivo ou
    acadêmico, afeta seriamente a vida de todos.

    Conforme divulgado no portal do
    IFFluminense, Marcelo comentou que o evento não pretendeu ser resolutivo de
    determinada questão, mas não deixou de possibilitar um outro olhar sobre aquilo
    que nos assola. “Temos alunos felizes, menos angustiados, servidores mais
    próximos uns dos outros e que trocam informaçoes sobre o que ouviram,
    referindo-se ao saldo unanimemente positivo, conforme as manifestações dos
    estudantes, servidores, visitantes e pais de estudantes que concorreram
    maciçamente ao evento, nos dois dias dedicados à promoção de palestras,
    oficinas, apresentações artísticas e também o lançamento e distribuição do
    fanzine desenvolvido especialmente pelo Coletivo IFanzine para o evento.
    FANZINE DA DEPRESSÃO
    O Fanzine, com título homônimo ao
    evento, foi proposto pela comissão organizadora durante a estruturação da
    programação, ao coordenador do projeto IFanzine, Beralto, que prontamente
    acatou o desafio de envolver os estudantes na produção autoral. Segundo
    Beralto, os estudantes que atuam no projeto IFanzine, bolsistas de extensão e
    voluntário(a)s, já estão acostumados a encarar propostas interdisciplinares,
    travar parcerias com os diversos segmentos da escola, seja ensino, extensão ou
    pesquisa, e conduzir processos criativos à moda “Do it Your Self”, de forma
    destemida e espontânea, pois já incorporaram o espírito zineiro de expressar
    ideias, deixando de lado a premissa de que a suposta “falta de criatividade” ou
    “falta de jeito para artes visuais/manuais” ou a falta de expertise é obstáculo
    para se fazer uma revista artesanal.

    Já são quase cinco anos em que nosso
    projeto incorporou ao cotidiano da escola a proposta do fanzine, percebida como
    uma ferramenta de inestimável valor tanto no processo ensino e aprendizado,
    seja como estímulo à produção textual e/ou método avaliativo, como também, vem
    sendo acolhido como mídia alternativa com ampla eficácia educomunicacional.
    Somente neste mês de agosto, além do evento sobre o tema depressão que
    mobilizou toda a comunidade estudantil, sendo um excelente momento para dar
    visibilidade ao fanzine e ao projeto, atendemos mais de 200 estudantes, num
    trabalho de Língua Portuguesa e Literatura, como processo avaliativo,
    subsidiado pelas oficinas que o projeto realizou à convite de duas professoras
    da escola”, complementou Beralto.

    Em meio às várias atividades
    desenvolvidas em salas de aula e auditórios da escola no decorrer dos dias 29 e
    30 de agosto, o projeto IFanzine se fez presente durante todo o evento com uma
    sessão de autógrafos, na qual participaram o(a)s estudantes autore(a)s com uma
    sessão de autógrafos, que sempre acontece quando do lançamento dos zines
    produzidos pelo projeto, como forma de dar relevo ao zine como estímulo à
    autoria e estabelecer uma relação mais fraterna e horizontal entre
    leitor/autor, prática implícita na cultura fanzineira.
    A PRODUÇÃO E CARACTERÍSTICAS DO
    ZINE
    A feitura do zine envolveu a
    participação do coordenador do projeto IFanzine, o Beralto (Alberto de Souza) e
    o psicólogo Marcelo Quirino, coordenando a produção dos estudantes. Realizou-se
    uma oficina no mês de julho e aconteceram convocatórias junto aos grupos de
    voluntários nas redes sociais. Os estudantes vinculados ao projeto, bem como
    voluntário(a)s colaboraram nas produções com cartuns, HQs, ilustrações e
    poemas. O fanzine, em formato 10x15cm, 20 páginas em preto e branco,
    reproduzido em fotocópia, contou ainda com uma versão online com conteúdo extra
    e que foi lançado simultaneamente no dia 30 às 16h, tal como divulgado na
    fanpage do projeto IFanzine. O zine impresso contém um QR Code que facilita o
    acesso ao link do e-zine.  Outra novidade
    é que a edição de 300 exemplares contou também com uma tiragem de 50 unidades
    com capa cartoneira, utilizando papelão reaproveitado pintado à mão com guache
    por meio de técnica de stencil. A manufatura desenvolveu-se em mutirão reunindo
    os autores e outros integrantes do corpo de voluntários do evento.
    LINK PARA ACESSO AO ZINE NA
    VERSÃO ONLINE:
    Veja algumas fotos!


  • FANZINE SOBRE DEPRESSÃO EM EVENTO PARA DISCUTIR O TEMA NO INSTITUTO FEDERAL

    Com o objetivo de tratar do tema Depressão no ambiente escolar, realizou-se nos dias 29 e 30 de agosto um seminário, como atividade letiva para todos os estudantes, que agrupou esforços de equipe multidisciplinar, capitaneada pelo psicólogo do IFF Macaé, Marcelo Quirino, além de assistentes sociais e corpo pedagógico da instituição, e cerca de 100 voluntários, a maior parte, estudantes, sob o título que encerra uma interrogação – “Depressão, e Eu com Isso?”.

    A pergunta em questão, trouxe à baila a reflexão sobre o papel dos diferentes segmentos da instituição frente a este problema que, embora presente de forma incontestável como “mal moderno” frequente na vida de muitas pessoas, não costuma ser tratado de maneira adequada e frequentemente percebem-se muitos mitos e preconceitos em torno do assunto. 

    Segundo o psicólogo Marcelo Quirino, o evento foi motivado pelo intento de dirimir os tabus e a desinformação sobre essa psicopatologia que acomete a todos, sem distinção de idade. Considerando todos os prejuízos claramente perceptíveis em diversos âmbitos, inclusive na vida dos estudantes e servidores, em suas diversas dimensões, seja social, afetivo, relacional, profissional, cognitivo ou acadêmico, afeta seriamente a vida de todos.

    Conforme divulgado no portal do IFFluminense, Marcelo comentou que o evento não pretendeu ser resolutivo de determinada questão, mas não deixou de possibilitar um outro olhar sobre aquilo que nos assola. “Temos alunos felizes, menos angustiados, servidores mais próximos uns dos outros e que trocam informaçoes sobre o que ouviram, referindo-se ao saldo unanimemente positivo, conforme as manifestações dos estudantes, servidores, visitantes e pais de estudantes que concorreram maciçamente ao evento, nos dois dias dedicados à promoção de palestras, oficinas, apresentações artísticas e também o lançamento e distribuição do fanzine desenvolvido especialmente pelo Coletivo IFanzine para o evento.
    FANZINE DA DEPRESSÃO
    O Fanzine, com título homônimo ao evento, foi proposto pela comissão organizadora durante a estruturação da programação, ao coordenador do projeto IFanzine, Beralto, que prontamente acatou o desafio de envolver os estudantes na produção autoral. Segundo Beralto, os estudantes que atuam no projeto IFanzine, bolsistas de extensão e voluntário(a)s, já estão acostumados a encarar propostas interdisciplinares, travar parcerias com os diversos segmentos da escola, seja ensino, extensão ou pesquisa, e conduzir processos criativos à moda “Do it Your Self”, de forma destemida e espontânea, pois já incorporaram o espírito zineiro de expressar ideias, deixando de lado a premissa de que a suposta “falta de criatividade” ou “falta de jeito para artes visuais/manuais” ou a falta de expertise é obstáculo para se fazer uma revista artesanal.

    Já são quase cinco anos em que nosso projeto incorporou ao cotidiano da escola a proposta do fanzine, percebida como uma ferramenta de inestimável valor tanto no processo ensino e aprendizado, seja como estímulo à produção textual e/ou método avaliativo, como também, vem sendo acolhido como mídia alternativa com ampla eficácia educomunicacional. Somente neste mês de agosto, além do evento sobre o tema depressão que mobilizou toda a comunidade estudantil, sendo um excelente momento para dar visibilidade ao fanzine e ao projeto, atendemos mais de 200 estudantes, num trabalho de Língua Portuguesa e Literatura, como processo avaliativo, subsidiado pelas oficinas que o projeto realizou à convite de duas professoras da escola”, complementou Beralto.

    Em meio às várias atividades desenvolvidas em salas de aula e auditórios da escola no decorrer dos dias 29 e 30 de agosto, o projeto IFanzine se fez presente durante todo o evento com uma sessão de autógrafos, na qual participaram o(a)s estudantes autore(a)s com uma sessão de autógrafos, que sempre acontece quando do lançamento dos zines produzidos pelo projeto, como forma de dar relevo ao zine como estímulo à autoria e estabelecer uma relação mais fraterna e horizontal entre leitor/autor, prática implícita na cultura fanzineira.
    A PRODUÇÃO E CARACTERÍSTICAS DO ZINE
    A feitura do zine envolveu a participação do coordenador do projeto IFanzine, o Beralto (Alberto de Souza) e o psicólogo Marcelo Quirino, coordenando a produção dos estudantes. Realizou-se uma oficina no mês de julho e aconteceram convocatórias junto aos grupos de voluntários nas redes sociais. Os estudantes vinculados ao projeto, bem como voluntário(a)s colaboraram nas produções com cartuns, HQs, ilustrações e poemas. O fanzine, em formato 10x15cm, 20 páginas em preto e branco, reproduzido em fotocópia, contou ainda com uma versão online com conteúdo extra e que foi lançado simultaneamente no dia 30 às 16h, tal como divulgado na fanpage do projeto IFanzine. O zine impresso contém um QR Code que facilita o acesso ao link do e-zine.  Outra novidade é que a edição de 300 exemplares contou também com uma tiragem de 50 unidades com capa cartoneira, utilizando papelão reaproveitado pintado à mão com guache por meio de técnica de stencil. A manufatura desenvolveu-se em mutirão reunindo os autores e outros integrantes do corpo de voluntários do evento.
    LINK PARA ACESSO AO ZINE NA VERSÃO ONLINE:
    Veja algumas fotos!


  • ENCONTRO COM TRINA ROBBINS


    Trina Robbins está de volta ao Brasil. A quadrinista e pesquisadora vai participar de um prolongamento da SIQ, no dia 26 de setembro, na ECO – UFRJ, lançar um livro, seu primeiro em língua portuguesa, na Blooks Livraria, no dia 27 de setembro, e ter seu segundo encontro com cartunistas brasileiras. 

    O primeiro encontro foi em 2015, na Gibiteca Henfil, em São Paulo, quando estava participando das III Jornadas Internacionais de Histórias em Quadrinhos, promovidas pela ECA -USP.

    Agora, no Rio de Janeiro, a cartunista irá novamente trocar experiências com outras mulheres que fazem quadrinhos. Um grupo de quadrinistas está sendo reunido para este bate-papo, que vai acontecer no dia 28 de setembro. Em breve divulgaremos a lista com as participantes.

    O evento é aberto ao público e é uma parceria entre  ASPAS e o Programa de pós graduação em Tecnologias da imagem PPGTLCOM, da ECO- UFRJ. 

    Confira, também,  a programação do SIQ! 


  • ENCONTRO COM TRINA ROBBINS


    Trina Robbins está de volta ao Brasil. A quadrinista e pesquisadora vai participar de um prolongamento da SIQ, no dia 26 de setembro, na ECO – UFRJ, lançar um livro, seu primeiro em língua portuguesa, na Blooks Livraria, no dia 27 de setembro, e ter seu segundo encontro com cartunistas brasileiras. 

    O primeiro encontro foi em 2015, na Gibiteca Henfil, em São Paulo, quando estava participando das III Jornadas Internacionais de Histórias em Quadrinhos, promovidas pela ECA -USP.

    Agora, no Rio de Janeiro, a cartunista irá novamente trocar experiências com outras mulheres que fazem quadrinhos. Um grupo de quadrinistas está sendo reunido para este bate-papo, que vai acontecer no dia 28 de setembro. Em breve divulgaremos a lista com as participantes.

    O evento é aberto ao público e é uma parceria entre  ASPAS e o Programa de pós graduação em Tecnologias da imagem PPGTLCOM, da ECO- UFRJ. 

    Confira, também,  a programação do SIQ! 


  • A PRESENÇA FEMININA NAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS

    Durante o II Enquadrinhos a pesquisadora Catia Ana Baldoíno da Silva irá apresentar um poster sobre a presença feminina nas Histórias em Quadrinhos. O encontro acontece em Brasília (DF), entre os dias 03 e 04 de setembro de 2017. Leia  o Resumo!

    “Invisíveis: mapeamento da presença feminina na História das Histórias em Quadrinhos”


    A presença feminina na produção das Histórias em Quadrinhos, desde seus primórdios, foi ignorada e colocada em segundo plano, tanto por leitores em geral quanto em pesquisas acadêmicas. Nos últimos tempos a atuação de websites como “Lady’s Comics” e de pesquisadoras como Trina Robbins e Natânia Nogueira tem resgatado os trabalhos de mulheres que por muito tempo estiveram invisibilizadas. Assim, “Invisíveis” é um projeto em andamento – disponível no website “Quadrinhos Infinitos” – que tem como objetivo reunir tais pesquisas numa linha do tempo que ajude a demonstrar, graficamente, a produção de mulheres ao longo da história. Esta linha do tempo terá como base de pesquisa as fontes citadas acima e demais pesquisadores do tema. Em seu estágio atual o projeto já conta com breve conteúdo – que abrange o final do século XIX às quatro primeiras décadas do século XX – e está em fase de estudo e aprimoramento. Além de informações básicas e imagens cartunizadas das autoras organizadas cronologicamente, a linha do tempo contem link direto às postagens que serviram de referência para a elaboração da mesma.
  • A PRESENÇA FEMININA NAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS

    Durante o II Enquadrinhos a pesquisadora Catia Ana Baldoíno da Silva irá apresentar um poster sobre a presença feminina nas Histórias em Quadrinhos. O encontro acontece em Brasília (DF), entre os dias 03 e 04 de setembro de 2017. Leia  o Resumo!

    “Invisíveis: mapeamento da presença feminina na História das Histórias em Quadrinhos”


    A presença feminina na produção das Histórias em Quadrinhos, desde seus primórdios, foi ignorada e colocada em segundo plano, tanto por leitores em geral quanto em pesquisas acadêmicas. Nos últimos tempos a atuação de websites como “Lady’s Comics” e de pesquisadoras como Trina Robbins e Natânia Nogueira tem resgatado os trabalhos de mulheres que por muito tempo estiveram invisibilizadas. Assim, “Invisíveis” é um projeto em andamento – disponível no website “Quadrinhos Infinitos” – que tem como objetivo reunir tais pesquisas numa linha do tempo que ajude a demonstrar, graficamente, a produção de mulheres ao longo da história. Esta linha do tempo terá como base de pesquisa as fontes citadas acima e demais pesquisadores do tema. Em seu estágio atual o projeto já conta com breve conteúdo – que abrange o final do século XIX às quatro primeiras décadas do século XX – e está em fase de estudo e aprimoramento. Além de informações básicas e imagens cartunizadas das autoras organizadas cronologicamente, a linha do tempo contem link direto às postagens que serviram de referência para a elaboração da mesma.
  • A ASPAS NAS IV JORNADAS INTERNACIONAIS DE QUADRINHOS

    Iuri Andréas Reblin, Ruben Marcelino, Edgar Franco e Danielle Barros Fortuna

    Vários membros da ASPAS participaram do maior e mais prestigiado evento acadêmico sobre quadrinhos do Brasil, as  IV JORNADAS INTERNACIONAIS DE QUADRINHOS, realizadas na USP, entre os dias 22 e 25 de agosto de 2017.
    Veja algumas fotos exclusivas tiradas por nossos associados e leia algumas impressões de nossos associados sobre o evento.
    “Participei no total de 5 Jornadas: 3 Internacionais e 2 temáticas. Nitidamente, esta foi a melhor por alguns motivos. Todas as sessões que assisti foram ótimas e alguns elementos foram mais recorrentes que outros: muitos trabalhos sobre quadrinhos independentes ou autorais, explorando diversas possibilidades teóricas e narrativas; Chris Ware foi citado em várias apresentações como um exemplo de criatividade e genialidade; Charles Hatfield, Douglas Wolk e Jenkins foram autores bastante citados (até as 3ªs Jornadas, a incidência maior ainda era do Eco e McCloud); as palestras foram incríveis e os convidados trouxeram contribuições muito importantes para todos. 


    O evento proporciona aproximação com colegas de diversas áreas e é um ambiente onde a fraternidade e a troca de experiências são priorizadas em relação a qualquer tipo de competição.  Assisti algumas comunicações de colegas aspianos e todas mantiveram o mesmo nível que deu tom ao evento.
    Destaco as palestras dos convidados Nick Sousanis, Randy Duncan José Melo e Daniele Barbieri que contribuíram com considerações muito importantes. Entre elas, ficou bem nítida a importância daqueles que vieram antes de nós e sem os quais nenhum de nós estaria pesquisando Quadrinhos hoje. Moya e Melo, assim como Vergueiro, Cirne, Cagnin e Luyten, foram e são a base que sustentam nosso campo.

    Randy Duncan falou da importância dos diversos tipos de pesquisadores, lembrando que há uma geração que não cresceu colecionando quadrinhos e que oferece perspectivas diferentes daqueles que sempre foram fãs. Ou seja, há espaço para todos. Duncan também nos falou sobre a relevância das nossas histórias de origem, do momento em que nos apaixonamos pelos quadrinhos.

    Sousanis possibilitou que enxergássemos que os estudos de HQ podem ir muito além do que imaginamos. A partir de sua tese toda desenvolvida em Quadrinhos, Desaplanar indica que há muito mais a ser explorado em uma HQ do que o espaço bidimensional. Sua fala tem muita conexão com o trabalho do nosso colega Gazy Andraus e em alguns momentos da apresentação de Sousanis me peguei pensando se os dois não dividiam o mesmo cérebro, tamanha a semelhança entre o seu raciocínio.
    Barbieri, por sua vez, reforçou a ideia de que todos nós somos relevantes de alguma forma, pois nossas pesquisas e publicações certamente inspiram outras pessoas que talvez não seguissem o mesmo caminho sem elas, como o que aconteceu com Guido Crepax ao conhecer o editor da revista italiana Linus. De acordo com Barbieri, Crepax não era desenhista de HQ, mas se não tivesse sido pela publicação de Linus, hoje nenhum de nós conheceria a sua Valentina. 
     

    Rosa Alica, Thiago Modenesi e Denise Margonari.


    Assim, as 4ªs Jornadas deixam bem marcada a importância das conexões que fazemos no meio e certamente se consolida como um dos mais importantes eventos acadêmicos do campo dos quadrinhos, dado o alto nível e maturidade que as pesquisas têm alcançado”. 
    Daniela Marino
     

    Aspianas Valéria Bari e Dani Marino sendo entrevistadas para a página Quadrinhos e Educação, durante as IV Jornadas Internacionais de Quadrinhos.

    “O evento promovido pelo Observatório de Histórias em Quadrinhos, da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), é um dos eventos mais significativos sobre a pesquisa de histórias em quadrinhos no Brasil e na América Latina, especialmente, por conta da trajetória da pesquisa no Brasil.
    A ECA é um lugar de vanguarda dos estudos de histórias em quadrinhos e a principal referência para todas as pessoas pesquisadoras. É o ponto de partida a partir do qual outras iniciativas,como a própria ASPAS, puderam adquirir contornos sólidos e possibilitaram que é possível sim investigar quadrinhos, arte sequencial e cultura pop no cenário acadêmico brasileiro.
    Iuri Andreas Reblin, Thiago Modenesi e Amaro Xavier Braga Jr.
    Atualmente, há diversos eventos, grupos de pesquisa e pessoas que se ocupam com tais temas. Há ainda muito para ser feito, muitos caminhos a serem trilhados, possibilitados a partir do primeiro passo dado há algumas décadas. O caminho se faz ao caminhar. Vida longa e próspera à pesquisa em quadrinhos, arte sequencial e cultura pop. Vida longa a movimentos como a ASPAS”.
    Iuri Andréas Reblin