Categoria: evento

  • Post sem título 7

    Estão abertas as submissões de comunicação e de propostas de oficinas para o VII FNPAS e I EIASPAS, que ocorrerão no entre os dias 5 e 9 de novembro de 2024, em Campo Grande (MS) no campus da UEMS. 

    O I Encontro Internacional da ASPAS (EIASPAS) e VII Fórum Nacional de
    Pesquisadores em Arte Sequencial (FNPAS) é promovido pela Associação de
    Pesquisadores em Arte Sequencial (ASPAS), em parceria com o Núcleo de Pesquisa
    em Quadrinhos (NuPeQ), da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS),
    Unidade Universitária de Campo Grande.

    A ASPAS convida professores/as, pesquisadores/as estudantes e artistas de
    diferentes formações e áreas de conhecimento, envolvidos/as com a pesquisa e
    produção em quadrinhos a submeterem trabalhos relacionados a temas da
    atualidade e sua mediação por meio dos quadrinhos. Entre as atividades
    previstas para esta ediçã
    o estão: palestras, mesas-redondas, comunicações orais, oficinas,
    exposiçõ
    eslançamentos de livros e quadrinhos e uma feira de quadrinhos.

    O FNPAS é o evento fundador da ASPAS e que vem sendo realizado a cada dois
    anos desde 2012. Já o EIASPAS é uma nova modalidade de evento da ASPAS, na qual
    daremos enfoque a aspectos dos estudos com e sobre quadrinhos dentro de  um panorama internacional.Os dois eventos se
    complementam  e possibilitam uma debate
    mais amplo de temas que são caros aos pesquisadores que utilizam quadrinhos
    como fonte e objeto.

    Para mais informações, visite o site oficial do evento, clicando aqui.

  • POSY SIMMONDS É A VENCEDORA DO GRANDE PRÊMIO 2024 DO FIBD DE ANGOULÊME

    POSY SIMMONDS É A VENCEDORA DO GRANDE PRÊMIO 2024 DO FIBD DE ANGOULÊME

     

    A 51ª edição do Festival Internacional de Bande Dessinée de Angoulême foi oficialmente inaugurada e durante a cerimônia foi
    anunciado o Grand Prix (Grande Prémio) de 2024 que teve como laureada Posy
    Simmonds, eleita pelos seus pares na sequência de um processo eleitoral
    realizado inteiramente sob a supervisão de um oficial de justiça.

    Posy Simmonds sucede a Riad Sattouf, premiado no
    ano passado. Nascida em 1945 em Berkshire, formada pela Central School of
    Art & Design de Londres após um ano de estudos na Sorbonne, Posy Simmonds
    ingressou no Guardian como ilustradora em 1972. Lá passou a primeira
    parte de sua carreira, desenvolvendo seu trabalho gráfico. e arte narrativa. Em
    1999, Gemma Bovery , sua primeira obra-prima, trouxe-lhe notoriedade
    internacional.

    Membro da Ordem do Império Britânico, coroado em 2022 pelo Grande Prêmio
    Rodolphe-Töpffer, a Biblioteca de Informação Pública do Centro Pompidou a
    dedica a ela, depois  de Claire Bretécher, Catherine Meurisse, André
    Franquin, Riad Sattouf, Chris Ware , uma grande retrospectiva intitulada
    “Literatura de Desenho” até Abril de 2024. Vive e trabalha em
    Londres.

    Fonte: Presse Angoulême

  • INDICADOS PARA O GRAND PRIX DO 51º FIBD DE ANGOULÊME

    INDICADOS PARA O GRAND PRIX DO 51º FIBD DE ANGOULÊME

     

    Daniel Clowes, Catherine Meurisse e Posy Simmonds

    Na última semana de janeiro teremos o 51º Festival de Bande Dessinée de Angoulême, que ocorre anualmente na França. Um dos maiores festivais de quadrinhos do mundo, com dezenas de exposições espalhadas pelos espaços culturais da cidade e até mesmo em lojas e igrejas, o momento mais esperado do festival é a nomeação do vencedor(a) do Grand Prix. Para este ano estão concorrendo um autor e duas autoras. 

    DANIEL CLOWES

    Daniel Clowes é figura de destaque nos quadrinhos independentes nos EUA. Ele ingressou no Pratt Institute em Nova York para estudar desenho, mas rapidamente abandonou a escola de artes para seguir uma carreira autodidata, que se adaptava muito melhor às suas aspirações artísticas. Influenciado pelo movimento lowbrow, estreou-se de verdade na revista Love and Rockets e publicou seu primeiro trabalho Lloyd Llewellyn em 1986, pela Fantagraphics. Iniciando uma carreira prolífica pontuada por títulos agora icônicos, incluindo Like a Velvet Glove Caught in Cast Iron (1993), Ghost World (1997), Twentieth Century Eightball (2002) e Patience (2016). Vencedor de 9 prêmios Harvey, 5 prêmios Eisner e 5 prêmios Ignatz, suas sátiras sociais com clima dos anos 50 também inspiram o cinema. Ghost World e Art School Confidential foram notavelmente adaptados para filmes, com a participação ativa de Daniel Clowes como roteirista.


    CATHERINE MEURISSE

    Catherine Meurisse nasceu em 1980. Depois de um curso de literatura moderna, estudou na escola Estienne e depois na Escola Nacional de Artes Decorativas de Paris. Cartunista, autora, caricaturista, repórter e ilustradora de álbuns juvenis, Catherine Meurisse é uma artista prolixa. Aperfeiçoando o seu olhar e a sua linha durante quinze anos em numerosos títulos de imprensa (‘Le Monde’, ‘Libération’, ‘Les Échos’, ‘L’Obs’…) e mais particularmente no ‘Charlie Hebdo’, produziu tiras desenhadas onde o espírito de seriedade não tem lugar. Depois de “Mes Hommes de lettres”, “Le Pont des arts” (Sarbacane), “Moderne Olympia” (Futuropolis) e “Droles de femmes” (Dargaud, com Julie Birmant), em 2016 publicou “La Légèreté”, um comovente história do seu regresso à vida, ao desenho e à memória, após o ataque ao ‘Charlie Hebdo’ do qual escapou. Depois da atrevida “Scènes de la vie hormonale” surge “Les Grands Espaces” (Dargaud), uma evocação da sua infância no campo, onde se misturam memórias saborosas, consciência estética e política da paisagem rural. Em 2019 publicou “Delacroix”, uma adaptação gráfica muito pessoal das memórias de Alexandre Dumas, grande amigo do pintor Eugène Delacroix. “La Jeune Femme et la Mer”(Dargaud, 2021) questiona o lugar do Homem na natureza e o uso da arte para captar paisagens em desaparecimento. Em 2020, ano em que lhe foi dedicada uma grande retrospectiva no BPI do Centro Pompidou, Catherine Meurisse tornou-se a primeira autora de quadrinhos  a ser membro da Academia de Belas Artes.  Em 2022, reúne este trabalho num álbum, “Humaine trop humaine” editado pela Dargaud. Cem páginas de diálogos, citações e cenários burlescos que exploram e introduzem o pensamento filosófico universal de uma forma incomum.


    POSY SIMMONDS

    Nascida em 1945 em Berkshire, formada pela Central School of Art & Design de Londres após um ano de estudos na Sorbonne, Posy Simmonds ingressou no Guardian como ilustradora em 1972. Lá passou a primeira parte de sua carreira, desenvolvendo seu trabalho gráfico. e arte narrativa. Em 1999, Gemma Bovery, a sua primeira obra-prima, trouxe-lhe notoriedade internacional. Membro da Ordem do Império Britânico, coroado em 2022 pelo Grande Prêmio Rodolphe-Töpffer, a Biblioteca de Informação Pública do Centro Pompidou a dedica a ele, depois das de Claire Bretécher, Catherine Meurisse, André Franquin, Riad Sattouf, Chris Ware , uma grande retrospectiva intitulada “Literatura de Desenho” até 1º de abril de 2024. Vive e trabalha em Londres.


    Dia 24 de janeiro saberemos quem será o vencedor ou vencedora. Quem você acha que vai ganhar?

    FONTE: PRESS FIBD
  • ASPIANOS SE DESTACARAM NA ENTREGA DO TROFÉU 35º HQ MIX

    ASPIANOS SE DESTACARAM NA ENTREGA DO TROFÉU 35º HQ MIX

    O Troféu HQ Mix é uma das mais
    tradicionais premiações dos quadrinhos brasileiros, criado em 1989 por João
    Gualberto Costa, o Gual, e José Alberto Lovetro, o Jal da Associação dos
    Cartunistas do Brasil. O nome faz referência à seção sobre quadrinhos que os
    dois apresentavam no programa TV Mix 4, da Gazeta. A divulgação dos vencedores,
    após a votação nacional, será no mês de novembro. Este ano a ASPAS concorreu na
    categoria livro teórico, mas a premiação veio mesmo para os trabalhos
    desenvolvido por nossos associados, seja no campo editorial, seja na pesquisa.

    No dia 06 de dezembro passado, no
    Sesc 24 de Maio, São Paulo (SP) quadrinistas, editores, leitores e familiares
    se reuniram para a premiação de 2023, que teve como apresentar o jornalista Serginho
    Groisman. O homenageado da noite como Grande Mestre do Quadrinho Nacional foi
    Michele Iacocca, italiano que mudou para o Brasil ainda bem jovem e aqui
    construiu sua carreira como chargista, cartunista, tradutor e escritor. O troféu,
    por sua vez, foi uma homenagem a Fabio Colin, ilustrador e quadrinista
    brasileiro, criador de personagens icônicos e responsável pela adaptação de
    séries de televisão como o Vigilante Rodoviário, para quadrinhos, na década de
    1960. Seu personagem escolhido para compor o troféu foi o Curupira.

    O evento durou cerca de duas
    horas e contou com muitos momentos marcantes. Um destes momentos foi o discurso
    da quadrinista Helô D´Angelo , que falou sobre a necessidade de
    diversidade. Ela chamou a atenção para o fato de que nas 42 categorias, apenas
    oito premiaram mulheres. A noite também foi marcada por um protesto de quadrinistas
    levaram cartazes e também cobraram a presença de mais autores racializados,
    LGBTQIA+ e de fora do eixo Sul-Sudeste.

    Além disso, houveram vários discursos
    acalorados, que levantaram temas relacionados à política e ao mercado
    editorial. A premiação acabou de relevando um espaço para que os profissionais
    pudessem falar abertamente não apenas sobre suas conquistas mais, também, suas
    inquietações. Tudo, claro, em um clima harmonioso, o serviu para valorar ainda mais
    a noite.

    A ASPAS esteve representada,
    primeiramente, por Daniela Marino e Sônia Luyten, que participaram da
    organização do evento. O primeiro aspiano a subir ao palco foi Raphael
    Pinheiro, arquiteto, quadrinista e editor, que foi premiado por seu trabalho na
    editora Editora Universo Guará, da qual é um dos fundadores. No final do
    evento, houve a premiação dos trabalhos acadêmicos, sendo que a pesquisadora e
    cofundadora da ASPAS Natania Aparecida da Silva Nogueira, recebeu o prêmio de
    melhor tese com a pesquisa Histórias em quadrinhos e feminismos na França: a
    revista Ah! Nana! (1976 – 1978), defendida em 2022, pela Universidade Salgado
    de Oliveira (UNIVERSO), de Niterói, RJ.

    Vale destacar ainda a merecida premiação
    de Érico Assis  na categoria Livro
    Teórico, com “Balões de Pensamento 2 – Ideias que Vem dos Quadrinhos”,
    publicado pela  Balão Editorial e os
    prêmios de Trabalho de Conclusão de Curso, “A imagem como forma de combate ao
    preconceito: a elaboração de uma história em quadrinhos com temática lgbtqiap+”,
    de Gustavo Paiva Cardozo de Mello, e as duas dissertações de  mestrado premiadas este ano, “De passagem
    para ficar a banda desenhada documental como registro da nova leva migratória
    brasileira para Portugal”, de Christiano Mascaro Gonçalves da Silva, e  “Mangás do grupo CLAMP: um estudo sobre o seu
    processo criativo e a publicação de suas obras no Brasil”, de Maiara Heleodoro
    dos Passos).

  • PROGRAMAÇÃO COMENTADA DO PRIMEIRO DIA DO VI ENTRE ASPAS

    O VI Entre ASPAS estará começando no dia 01 de junho de 2023, e os participantes já estão se preparando para sua jornada a Leopoldina (MG), enquanto outros estão ansiosos pelo lançamento dos mesas-redondas, oficinas e GTs que ficaram disponíveis no canal da ASPAS no youtube (clique aqui para a acessar a programação online e se agendar). 

    Tivemos um total de 88 inscrições e estamos muito contentes com a possibilidade de poder não apenas reencontrar nossos colegas com, também, de  compartilhar experiências e conhecimentos, seja presencialmente, seja virtualmente.

    Nosso primeiro dia será marcado não apenas por reencontros mas, também, por atividades lúdicas e acadêmicas.  Pela manhã, a partir das 8h iremos receber nossos associados para  o credenciamento e faremos  a abertura oficial nosso encontro às 9h. Em seguida teremos apresentação de curtas de animação (confira aqui), cedidos pelo estúdio português COLA Animation.

    A tarde termos a apresentação dos trabalhos inscritos no GT 01 – Quadrinhos e estruturas narrativas e GT 02 – Quadrinhos e novas
    tecnologias – presencial, por associados da ASPAS, alunos de graduação e pós-graduação. As atividades da manhã e da tarde serão realizadas no segundo andar do Centro Cultural Mauro de Almeida.

    A noite, às 18h, no Museu Espaço dos Anjos, teremos a palestra de abertura do evento 

    Palestra de Abertura: Multidisciplinar, interdisciplinar e transdisciplinar, com o professor  Nataniel Gomes (UEMS), aberta ao público local. Às 20 horas teremos o lançamento da mesa redonda remota: o poder das HQs como fontes para a História, no canal da ASPAS no youtube, com Mary Del Priore, Gutts Tanar e Natania Nogueira.

  • MOMENTO CULTURAL NA ABERTURA DO VI ENTRE ASPAS: EXIBIÇÃO DE CURTAS DA COLA ANIMATION

    Na
    abertura do VI Entre ASPAS, 01 de junho de 2023, teremos a exibição de cinco
    curtas de animação do premiado estúdio português COLA Animation, uma cooperativa de
    produção internacional especializada em dar vida a conteúdos de filmes
    artesanais de alta qualidade. As animações produzidas pelo cola recebem
    indicações e prêmios em diversos festivais internacionais. 


    Os curtas foram gentilmente cedidos pelo produtor e animador Bruno Caetano e farão parte da
    programação cultural do nosso encontro estando, inclusive, aberta ao
    público externo. Serão cerca de uma hora de exibição, com início previsto para
    as 10 horas. Serão exibidos os seguintes curtas:


    O curta de animação de Ala Nunu, Ahead (2021), retrata
    um relacionamento, onde um parceiro é retratado como sem cabeça e precisando do
    apoio do outro. Criado com a esperança de que seu filme “ajude algumas
    pessoas a se sentirem vistas”,  Ahead  é um relógio suave e
    tocante, repleto de mundos irreconhecíveis e emoções universais.
    Ahead  está centrado na questão de saber se você pode realmente
    ajudar alguém se eles não estiverem prontos para essa ajuda. “Você pode
    consertar algo que não quer ser consertado?”, O curta encoraja a refletir sobre
    seus próprios relacionamentos. 


    Sr. Jacinto é um homem simples que trabalha diariamente em um
    pedágio. Esse senhor vive em uma cidade em que a natureza é
    proibida.  O Peculiar Crime do Estranho Sr. Jacinto
    (2020) 
    é  acreditar na liberdade de poder ter plantas. A fim de
    discutir a necessidade de mudanças essa animação distópica reflete sobre a
    tomada do espaço das plantas e animais pelas chamadas selvas de pedra.  A
    produção portuguesa de aproximadamente 11 minutos, realizada por Bruno Caetano
    é um dos filmes portugueses mais apresentados em festivais nacionais e
    internacionais e um dos filmes de animação de marionetas mais visto e
    galardoado da animação portuguesa nos últimos anos.



    Com roteiro e realização de  Kijek/Adamski, Slow Ligth (2022) conta
    a história de um homem com olhos muito densos que enxerga toda a realidade que
    o cerca somente após sete anos. A consequência do defeito ocular traduz-se na
    imaturidade mental do homem, na falta de compreensão do presente e nas
    reflexões tardias sobre fatos passados. O homem nunca é maduro o suficiente
    para sua idade e vive constantemente no passado.


    L’Ombre des Papillons (2022) foi realizado pela marroquina Sofia El Khyari, formada pela  
    Royal College of Art de Londres e nos leva a refletir sobre os sentimentos que
    guardamos dentro de nós.
     Obcecada pela lembrança de um amor passado, uma mulher
    se refugia na contemplação de borboletas que parecem povoar uma floresta
    misteriosa. Dominado por um complexo sentimento de nostalgia agridoce, ela
    reúne sonho e realidade, fantasia e frustração, prazer e dor. E acreditando que
    está fugindo da realidade, ela realmente a confronta e inconscientemente se
    prepara para um renascimento.


    Ice Merchants é uma curta-metragem de animação
    portuguesa de 2022 escrita e realizada por João Gonzalez. A curta de 14 minutos
    sobre o amor familiar foi a primeira animação portuguesa a ser premiada no
    Festival de Cinema de Cannes, onde estreou no âmbito da Semana Internacional da
    Crítica de 2022 e indicado para Oscar de 2023. Um homem e o seu filho saltam de
    pára-quedas todos os dias, da sua casa fria e vertiginosa presa no alto de um
    precipício, para se deslocarem à aldeia que se situa na planície abaixo, onde
    vendem o gelo que produzem durante a noite
    Visite o site do VI Entre ASPAS e acompanhe as atualizações na programação, clicando aqui!

     

  • ATIVIDADES GRATUITAS PARA ESTUDANTES E DOCENTES DURANTE O VI ENTRE ASPAS

    Este ano a ASPAS estará retornando às atividades presencias com o VI Entre ASPAS, que será realizado nos dias 01, 02 e 03 de junho, em Leopoldina, MG. Abraçando do seu compromisso social com a cidade que a acolheu, a ASPAS estará oferecendo para o público
    externo atividades sobre quadrinhos e cultuara POP, ofertadas a escola públicas
    e privadas e ministradas por professores e pesquisadores. As atividades serão
    realizadas nos dias 01 e 02 de junho, nos turno da manhã e da tarde, a partir de
    agendamento prévio.
     

    1 – Criando Histórias em Quadrinhos (oficina) 

    Ministrante: Cátia Ana Baldoino da Silva – Programadora
    Visual da Universidade Federal de Goiás. Doutoranda e Mestra em Estudos Literários no
    Programa de Pós-graduação Letras e Linguística da Faculdade de Letras da
    Universidade Federal de Goiás, sob orientação do Prof. Dr. Marcelo Ferraz de
    Paula . A dissertação, intitulada “O tempo multidimensional nos
    quadrinhos: um estudo das estratégias narrativas em Here, de Richard
    McGuire” recebeu em 2020 o Prêmio HQMIX na categoria mestrado. Possui
    graduação em Artes Visuais com habilitação em Design Gráfico pela Universidade
    Federal de Goiás (2007). É membro associado da ASPAS (Associação de
    Pesquisadores em Arte Sequencial).

    Duração: 2h –  Participantes: todas as idades, máximo 20

    2 –  Perfumes: obras de arte, composições químicas ou poções mágicas?  Oficina prática (oficina)

    Responsável: Helder Silva Carvalho – Doutorando em
    Ciências pelo Programa de Pós Graduação em Ensino em Biociências e Saúde
    (IOC/Fiocruz), com projeto na linha de pesquisa em Ciência e Arte. Mestre em
    Ciências pelo mesmo programa, possui graduação em Ciências Biológicas pela
    Universidade do Grande Rio Prof. José de Souza Herdy (Unigranrio, 2010) e em
    Ortóptica pelo Instituto Brasileiro de Medicina de Reabilitação (IBMR, 2008). É
    docente da disciplina de Ciência e Arte, do curso de especialização em Ensino
    de Ciências do Ibrag (UERJ) e ministra disciplinas sobre plantas aromáticas,
    bioquímica e Aromaterapia baseada em evidências em cursos de formação de
    aromaterapeutas, no Rio de Janeiro. É responsável pelo canal “Herbologia e
    Poções” onde dedica-se ao ensino de tópicos em Biociências na perspectiva
    da abordagem Ciência e Arte, mesclando elementos de literatura, cultura POP e
    ficção científica com conteúdo biológico. Também divulga e populariza a ciência
    por meio da rede social Instagram, no perfil @helderscarvalho.

    Duração: 2h – Participantes: público geral, todas as idades,
    máximo 20

    3 – HQforismos em zines – história em quadrinhos
    poético-aforísticas em fanzines (p
    alestra teórico-prática)

    Responsáveis: Gazy Andraus – Atualmente realiza
    pós-doutoramento no Programa de pós-Graduação em arte e Cultura Visual (Ppgacv)
    da Faculdade de Artes Visuais – FAV-UFG, pesquisando os zines de arte. Tem
    Doutorado em Ciências da Comunicação pela ECA – Escola de Comunicações e Artes
    da USP – Universidade de São Paulo (2006), mestrado em Artes pela UNESP –
    Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1999) e graduação em
    Licenciatura Plena Em Educação Artística pela FAAP – Fundação Armando Álvares
    Penteado (1992). Sua tese “As histórias em quadrinhos como informação imagética
    integrada ao ensino universitário”, defendida na ECA / USP foi premiada como
    melhor tese no HQ-Mix-2007, do ano de 2006. Tem experiência no ensino de
    graduação e pós-graduação na área de Comunicação e Artes e Educação, com ênfase
    em Comunicação, Arte e Cultura, atuando interdisciplinarmente principalmente
    nos seguintes temas: história em quadrinhos (HQ) de autor, informação
    imagética, educação (mudança de paradigmas), arte e editoração alternativa
    (fanzine). É também autor e auto-editor de HQ autoral poética de temática
    fantástico-filosófica e de Fanzine na mesma temática.

    Danielle Barros Silva Fortuna – Professora Adjunta
    na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) na área Ensino de Ciências /
    Práticas Pedagógicas / Metodologias Ativas / Formação de Professores de
    Ciências, Classe A, regime de Dedicação Exclusiva, com lotação no Campus Paulo
    Freire em Teixeira de Freitas, BA. Doutora em Ciências na área de Ensino de
    Biociências e Saúde na FIOCRUZ (Instituto Oswaldo Cruz). Mestre em Ciências
    pelo Programa de Pós-graduação em Informação e Comunicação em Saúde do ICICT
    (FIOCRUZ). Tem experiência na área de ciência e arte na educação científica,
    pesquisa de perfis epidemiológicos, atuando principalmente nos seguintes temas:
    ensino de ciências, utilização jogos, quadrinhos, cartozines e fanzines como
    estratégia didática para o ensino de ciências e saúde, materiais educativos na
    saúde, educação em saúde, práticas pedagógicas, estratégias lúdicas no ensino,
    perfil epidemiológico de doenças infecciosas (tuberculose, COVID19),
    ferramentas lúdicas no ensino de Micologia (Projeto Fungus Extremus/UNEB),
    entre outros. Atua em pesquisa com elaboração de quadrinhos sobre Biossegurança
    laboratorial (UNEB). Membro da Associação de Pesquisadores em Arte Sequencial
    (ASPAS) – Atuando com foco na pesquisa em História em Quadrinhos no Ensino de
    Ciências; expressão artística e autoral independente. Membro fundadora da
    ANZINE- Associação Nacional de Pesquisa e criação de fanzines. Coordenadora dos
    projetos: CiArtE (Ciência, Arte e Ensino), Cartozine, Epicovitx, Divulcovid,
    JOGOTECA UFSB, e outros, vinculados ao Instituto de Humanidades, Artes e
    Ciências (IHAC) do Campus Paulo Freire (CPF/UFSB).

    Duração: 2h – Participantes: educadores, máximo 20

    4 – Oficina de Criação de Tiras em Quadrinhos: O
    segredo!

    Responsável: Valéria Aparecida Bari – É formada e
    exerce profissionalmente a Biblioteconomia e Documentação desde 1990. Possui
    graduação em Biblioteconomia e Documentação pela Universidade de São Paulo
    (1990), mestrado em Ciência da Comunicação pela Universidade de São Paulo
    (2002) e doutorado em Ciência da Informação pela Universidade de São Paulo
    (2008). Ingressou na carreira docente do magistério superior da Universidade
    Federal de Sergipe – UFS (2009). É líder do GRUPO PLENA – Grupo de Leitura,
    Escrita e Narrativa: Cultura, Mediação, Apresentação Gráfica, Editoração,
    Manifestações, desde 2015. Tem experiência profissional e docente nos campos
    da Ciência da Informação, Comunicação e Educação. É vinculada ao Departamento
    de Ciência da Informação (DCI), e ao Programa de Pós-Graduação em Ciência da
    Informação (PPGCI) da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Exerceu cargo
    eletivo de Conselheira do CRB5, no período de 2014-2017. Atualmente, é
    conselheira nomeada do Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB), na 19 gestão
    (2022-2024).

    Duração: 2h – Participantes: educadores, máximo 20 

    Para saber mais sobre o VI Entre ASPAS clique aqui e visite site do evento.

  • ASPAS EM ANGOULÊME: ALGUNS APONTAMENTOS

    Entre os dias 25 e 29 de janeiro ocorreu o 50º
    Festival Internacional de Bande Dessinée de Angoulême (FIBD),
    na França, que
    reúne anualmente milhares de pessoas, entre fãs, autores, editores e
    jornalistas. Angoulême é uma cidade medieval, com uma população de cerca de 42
    mil habitantes, conhecida como capital dos quadrinhos.

    O evento deste ano comemora os 50 anos do festival.
    Para isso foi criada uma exposição composta por ilustrações de 50 autores, de
    todas as partes do mundo, 50 ans, 50 regards (50 anos, cinquenta
    olhares). O Brasil estava representado na exposição por uma obra de Marcelo
    Quintanilha, autor premiado pelo festival em 2022. 

    Homenagens foram feitas a autores e autoras premidas pelo festival nas ruas da cidade.

    As obras evocam memórias, fazem homenagens e até
    críticas ao festival, como foi o caso da HQ de Trina Robbins, contanto como foi
    rejeitada por Angoulême, na década de 1990. Elas também permitem perceber a
    importância e abrangência do evento, uma vez que temos expostos quadrinhos de
    autores e autoras e todas as partes do mundo, reforçando o caráter cada
    vez mais internacionalizado do FIBD.

    Ilustração de Marcello Quintanilha para a exposição 50 anos, 50 olhares.

    Além dessa exposição ocorreram muitas outras, grandes e pequenas, em espaços oficiais, para os quais era necessário comprar a entrada, e em outros, abertos ao público. Cada uma dessas exposições valeria uma postagem especial, só para ela. Mas talvez seja mais apropriado aqui oferecer uma visão mais geral do FIBD, para aqueles e aquelas que ainda não tiveram a experiência de participar. 

    O Festival de Angoulême tem uma característica que não encontramos em outros eventos famosos dos quadrinhos. Ele envolve todo a comunidade da cidade e mesmo cidades próximas. Eu fiquei hospedada, por exemplo, em Cognac, que fica há 45 min de Angoulême. Mesmo lá, via-se a todo canto referências ao festival e aos quadrinhos. Quanto ao espaço usado para expor a nona arte em Angoulême, não havia exatamente um critério. Igrejas medievais, museus, memoriais, pequenas galerias, vitrine de lojas e até mesmo máquinas de bebidas e petiscos, os quadrinhos estavam lá.

    Angoulême, 28 de janeiro de 2023.

    A própria população é extremamente acolhedora. No
    meu primeiro dia na cidade eu conversei com moradores locais que, ao perceberem
    que eu era estrangeira, se colocaram literalmente à minha disposição durante o
    tempo que eu permanecesse em Angoulême. Foram calorosos e receptivos, muito
    diferente do estereotipo frio e sisudo que geralmente nos passam dos europeus,
    particularmente dos franceses.

    É muito interessante observar esse  acolhimento que autores, editores e demais profissionais envolvidos com quadrinhos recebem. E não apenas da comunidade. Dos grandes autores aos inciantes, há espaço para todos. Valoriza-se desde os jovens talentos das escolas públicas aos aspirantes a quadrinistas. As oportunidade estão presentes nas rodadas de negócios entre editoras de todas das partes do mundo, inclusive do Brasil. 

    E falando no Brasil, marcamos presença em uma mesa composta por autores, editores e outros profissionais dos quadrinhos, na qual a cena das HQs no Brasil foi apresentada, assim como as possibilidades de internacionalização da nossa produção foi lançada. Há um movimento crescente de valorização do quadrinhos nacional que vem ganhando espaço e buscando políticas públicas de incentivo.

    Na mesa de debates sobre os quadrinhos brasileiros (da esquerda para direita) Lelis, André Diniz, Rogério de Campos, Marcello Quintanilla, a tradutora, Érico Assis e Luciana Falcon, no Festival de Angoulême, em 27 de janeiro de 2023.

    Onde há espaço para todos há a possibilidade de crescimento. Acredito que o Festival de Angouleme represente justamente isso e acredito que, no Brasil, estamos caminhando nesse sentido, também. No caso da pesquisa, a ASPAS é prova de que podemos trazer para as universidades e as escolas os quadrinhos como um instrumento de conhecimento e podemos dialogar sem barreiras com autores e editores. No tange à produção de quadrinhos, ela nunca esteve tão engajada, aberta a todos os temas e acolhendo a todas as tribos. 


  • VI ENTRE ASPAS – INSCRIÇÕES ABERTAS!

    Estão abertas as inscrições para o IV Entre ASPAS, encontro promovido a
    cada dois anos pela Associação de Pesquisadores em Arte Sequencial (ASPAS) com
    o objetivo de reunir seus associados e associadas, a cada dois anos, na cidade
    de Leopoldina, sede física da ASPAS. Para 2023 as atividades serão distribuídas
    em três dias, sendo o dia 01 de junho a abertura e o dia 03 de junho o
    encerramento e a assembleia geral da associação. Para essa edição voltaremos
    para as atividades presenciais mas serão oferecidas ainda atividades remotas,
    como oficinas e palestras.

    Para
    o nosso sexto encontro estamos trazendo para o centro do debate a questão da
    interdisciplinaridade na pesquisa com histórias em quadrinhos.  Qual o tratamento que devemos dar aos
    quadrinhos como fonte e objeto? De que forma podemos criar pontes interdisciplinares
    e mesmo multidisciplinares na produção de conhecimento por meio da pesquisa com
    quadrinhos? Essas e muitas outras questões serão
    levantadas ao longo de
    3 dias de trabalho reunindo pesquisadores e pesquisadoras das mais diversas
    áreas, além de professores da educação básica e quadrinistas.

    Para mais informações sobre a inscrição, clique aqui!

  • Sessões de comunicação de trabalhos VI FNPAS 2022

     Compartilhamos as sessões de comunicação de trabalhos, que ocorrerão nos dias 03 e 04/11. Para acompanhar como ouvinte, inscreva-se até 31/10 em https://www.even3.com.br/VIFNPAS

    O caderno de resumos pode ser acessado em Caderno de resumos VI FNPAS

        VI FÓRUM NACIONAL DE PESQUISADORES EM ARTE SEQUENCIAL

                “Quadrinhos e produção de conhecimento”

     03/11 -Quinta Feira

    14h – Mesa O
    panorama do Fanzine

    Coordenação da sessão:  Gazy Andraus

    Ícaro
    Lênin Maia Malveira / Edgar Silveira Franco

    Arte
    e tecnologia no processo de criação: a montagem no artezine “Tétrico – uma
    partida”

    Edgar Silveira Franco

    O Delírio do Diabo:
    Transcendência e Crítica ao Binarismo Anticósmico em uma HQ
    Poético-Filosófica

    Gazy
    Andraus

    A
    série Artezine “3D’Imagens” – Do volume I ao VI.I

     

    14h- Mesa Campo Teórico em
    quadrinhos- I

    Coordenação da sessão:   Carlos
    Plácido

    Ivan
    Carlo de Andrade Oliveira

    A
    jornada do horror

    Caetano
    Galindo Borges

    O
    som do vazio: como os quadrinho podem relacionar silêncio e espaço

    Marcelo
    De Rosso Buzzoni / Cristiane De Andrade Lemes

    Comparação
    entre três revistas dedicadas aos quadrinhos: Plaf, Banda e Mina de HQ

    Carlos
    Plácido

    A
    simbologia da literatura fantástica em The Magic Fish (2020)

     

    16h30 – Mesa – Questões de Gênero
    I

    Coordenação da sessão:  Natania Aparecida da Silva Nogueira

    Danielle
    Barros Silva Fortuna / Evllin Sousa Cardoso Oliveira

    Fotonovelas
    sobre vida, saúde e sexualidade feminina: Produções autorais no contexto da
    Educação Popular em saúde (Projeto Papo de Mulher – UFSB/PROEX)

    Mirielen
    Machado Rodrigues / Janaina de Paula do Espírito Santo

    De
    Nova Esperança a Campos Verdes: identidade feminina e relações interpessoais
    nas histórias de Rosinha em Chico Bento Moço

    Nara Bretas Lage

    O
    que dizem elas: a (r)existência ao silêncio e o esforço coletivo de mulheres
    na produção de conhecimento sobre as quadrinistas brasileiras

    Natania
    Aparecida da Silva Nogueira/

    Gustavo
    Soldati Reis

    Gênero
    e representações históricas: uma análise da Graphic Novel Degenerado

     

    16h30- Mesa Encontros com a Ásia
    nos quadrinhos

    Coordenação da sessão:  Adriano Bressan

    Luiz Carlos Coelho
    Feijó

    Memórias
    da guerra: uma breve análise das obras Maus e Gen pés descalços

    Nathalie Santos
    Caldeira Gomes

     

    Paisagens
    sonoras de Mafuyu Sato no mangá Given

    Valéria Fernandes da
    Silva

    Revisitando
    a Rosa de Versalhes nos cinquenta anos de sua publicação: o Impacto de uma
    obra que usou a História para desconstruir os papéis de gênero

    Gustavo Montalvão Freixo

    Nenhuma
    Morte é Nobre: A negação kamikaze em “Marcha para morte” de Shigeru Mizuki

    Adriano
    Bressan / Caio Cezar Braga Bressan

    Elementos
    músico-narratológicos no animê Elfen Lied e sua importância na construção de
    sentidos.

      

    16h30- Mesa Mídias Sociais e
    produção em quadrinhos

    Coordenação da sessão:   Maiara
    Alvim de Almeida

    Elidiomar Ribeiro da
    Silva / Ana Carolina Muniz Vieira / Ricardo Chaker Luiz

    Do
    Instagram ao papel: o zine Homem-Leoa e a inspiração animal na Semana de Arte
    Moderna de 1922

    Luan
    Alves de Melo / Rodrigo Eduardo Botelho-Francisco

    As
    práticas do leitor de histórias em quadrinhos em um cenário de convergência

    Maiara Alvim de
    Almeida / John Apolinario / Maria Eduarda de Oliveira Gastão

    Os
    impactos do algoritmo do Instagram nas publicações de quadrinhos: um estudo
    de caso

    Maiara
    Alvim de Almeida / John Apolinário / Maria Eduarda de Oliveira Gastão

    O
    Instagram como suporte para publicação de quadrinhos – analisando os casos de
    artistas brasileiros na plataforma

     

    Sexta Feira – 04/11

    14h
    Mesa Quadrinhos e Educação

    Coordenação da sessão: Bruno
    Feitosa

    Gabriela Silva

    Tiras:
    Como se realiza o processo de leitura do gênero.

    Higor Soares Majoni

    A
    Produção de Significados para o Teorema de Pitágoras por meio de uma HQ

    Eduardo Oliveira
    Ribeiro de Souza

    Quadrinhos
    politicamente combativos para o Ensino de Física: Discutindo as Questões
    Sociocientíficas na sala de aula

    Giovanny
    Lucas Silva Nascimento / Camila da Conceição Magalhães

    Quadrinhos
    em sala de aula: uma proposta pedagógica de criação e interdisciplinaridade

    Felipe
    Vidal Benvenuto Alberto

    A
    Independência do Brasil nos quadrinhos: uma visão que vai além dos
    protagonistas

     

     14h -Mesa Intersecções entre quadrinhos e
    ciências humanas

    Coordenação da sessão:  Nataniel dos Santos Gomes

    Wellington Nascimento
    Alves

     

    A
    teologia da fronteira de Paul Tillich: Uma relação entre a religião e os
    quadrinhos.

    Cátia
    Ana Baldoino da Silva

    Pequi
    com quadrinhos: um levantamento da produção em Goiânia e Região Metropolitana

    Luiz
    Roberto Lins Almeida / Mariana Freitas Cisneiros /María Liz Benítez Almeida

    O ancestral nos
    quadrinhos: Karugua Yvoty e M’boiguaçu

    Carlos Brito Lacerda

    Sim, crítica à
    globalização no nosso gibizinho – Conhecimento Geográfico e visões
    multifacetadas da categoria geográfica “cidade” presente na obra homônima de
    Gimenez e Barreiro: A fábula, A perversidade e um novo mundo possível.

    Camila Luiza Lelis /
    Ana Cláudia Guimarães Senna

    Três
    gerações de liberdade: palavras e imagens formadoras da oralidade em Angola
    Janga: uma história de Palmares

     

    16h30 -Mesa Questões de Gênero II

    Coordenação da sessão:  Sabrina da Paixão

    Maria da Conceição
    Francisca Pires / Nina Musse Moreira

    História
    Cultural do Humor e Mulheres Humoristas: silenciamentos, exclusões e
    invisibilidades

    Patrícia Montenegro
    Matos Albuquerque

    Corpo,
    gênero e práticas de vestir entre quadros: especulações feministas com
    narrativas gráficas

    Luciane Silva de Souza
    Prudente

    Um
    estudo etnográfico sobre gênero e produção gráfica narrativa.

     

    16h30- Mesa Entre Comics e
    Graphic novels

    Coordenação da sessão:  Roberto Rossi Menegotto

    Wanessa Rodovalho Melo
    Oliveira

    De
    princesa Diana para Mulher-Maravilha

    Marcelo Travassos da
    Silva

    A
    origem do primeiro Super-Herói das HQ’s: Superman

    Lya
    Brasil Calvet / Thiago Henrique Gonçalves Alves

    Apocalípticos
    e Hibridizados: Uma reflexão sobre culturas híbridas em Sandman

    Roberto Rossi
    Menegotto / Nataniel dos Santos Gomes

    As
    duas faces da mesma moeda: o encontro do Eu com o Outro na graphic novel
    Batman: a piada mortal, de Alan Moore e Brian Bolland

     

    16h30
    -Mesa Campo Teórico em quadrinhos- II

    Coordenação da sessão:  Wellington Nascimento Alves

    Júlio
    César Rocha Conceição

    A
    emergência de experiências públicas no Jornalismo em Quadrinhos na
    contemporaneidade

    Thais
    Marcuz Taldivo

    Estudo
    de Caso

    Jacqueline
    Mac-Dowell Lopes Alves/ Tania Araújo – Jorge

    Coerência
    cardíaca: Avaliação da criatividade em Tempos de Pandemia.

    Alessandra Hypolita
    Valle Silva Lopes

    A
    sobrevivência das imagens – uma análise da HQ Quarentenado

    Fábio
    Purper Machado

    Antropozoomorfismos
    em Esculturas e Histórias em Quadrinhos