Categoria: Sem categoria

  • PROGRAMAÇÃO DO III ENTRE ASPAS



    Programação geral
    do III Encontro Nacional de Pesquisadores em Arte Sequencial (III EntreASPAS)

    25
    a 27 de Maio de 2017 – Leopoldina – MG
    24/05 (Quarta)
    25/05 (Quinta)
    26/05 (Sexta)
    27/05 (Sábado)
    09h00
    Credenciamento
    e Recepção de Boas Vindas
    Local: Casa de
    Leitura Lya Botelho
    Sessão de Comunicações 3 e 4
    Local: Casa de
    Leitura Lya Botelho
    09h30
    Mesa de Abertura
    Panorama, Perspectivas
    Diretoria ASPAS
    Local: Casa de
    Leitura Lya Botelho
    Videoconferência
    “A alfabetização visual e a utilização do desenho como
    ferramenta para o diálogo comunitário”
    Com Laure Garancher
    Local: Casa de
    Leitura Lya Botelho
    11h30
    Pausa para Almoço
    Pausa para Almoço
    Homologação
    da Nova Equipe Diretiva
    Local: Casa de
    Leitura Lya Botelho
    12h00
    Almoço de Despedida
    13h30
    – Painel 1 –
    Com Edgar Franco e Gazy Andraus
    Moderação: Danielle Barros
    Local: Casa de
    Leitura Lya Botelho
    – Painel 2 –
    Com Natania Nogueira e Daniela Marino
    Moderação: Maiara de Almeida
    Local: Casa de
    Leitura Lya Botelho
    Livre para turismo e/ou retorno
    15h30
    Intervalo refrescante
    Intervalo refrescante
    16h00
    Oficina 1 (Vinícius Arantes)
    Local: Centro
    Cultural Mauro Almeida
    Oficina 2 (Hamilton Kabuna)
    Local: Centro
    Cultural Mauro Almeida
    18h00
    Sessão de Comunicações 1 e 2
    Local: Casa de
    Leitura Lya Botelho
    Assembleia Geral e Eleição
    Local: Casa de
    Leitura Lya Botelho
    19h00
    Recepção Informal
    Local:
    Restaurante Estação
    Leopoldina
    20h00
    Confraternização
    Confraternização,
    Lançamento de Livros,
    Programação Cultural
    Local: Centro
    Cultural Mauro Almeida
    Confraternização,
    Lançamento de Livros,
    Programação Cultural
    Local: Centro
    Cultural Mauro Almeida
    Painel 1 (25/05)
    Com Edgar Silveira Franco
    e Gazy Andraus
    Moderação: Danielle Barros Silva
    Fortuna
    Painel 2 (26/05)
    Com Natania Aparecida da Silva Nogueira
    e Daniela dos Santos Domingues
    Marino
    Moderação: Maiara Alvim de Almeida
    13h30
    Criando Quadrinhos Poético-filosóficos em
    Parceria: A Experiência do Álbum “Duetos Essenciais”
    (Edgar Silveira Franco)
    Imagens e HQs do fanzine poético 3D’Imagens, um experimento para
    impressão tridimensionalizada
    (Gazy Andraus)
    As mulheres nos quadrinhos: o caso da Suécia
    (Natania Aparecida da Silva Nogueira)
    O processo deliberativo no encontro com Trina Robbins
    (Daniela dos Santos Domingues Marino)
    15h00
    DEBATE
    DEBATE
    Sessão de Comunicações 1 (25/05)
    Sessão de Comunicações 2 (25/05)
    18h00
    O MOSTRAR E O NARRAR NA NONA ARTE:
    UMA ANÁLISE DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS “HERE”
    – Cátia Ana Baldoino da Silva
    PROCESSOS CRIATIVOS NA CONSTRUÇÃO DOS ESTEREÓTIPOS “DERES” NOS
    MANGÁS: ASPECTOS ESTÉTICOS, SOCIAIS E NARRATIVOS
    – Amaro Xavier Braga Júnior
    18h20
    BIOSSEGURANÇA LABORATORIAL EM QUADRINHOS
     – Danielle Barros Silva
    Fortuna
    MÉTODO TEOLÓGICO PARA LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE HISTÓRIAS EM
    QUADRINHOS – Iuri Andréas Reblin
    18h40
    QUANDO A ESCULTURA ADENTRA OS QUADRINHOS
    – Fábio Purper Machado
    RELIGIÃO E QUADRINHOS: A VALORIZAÇÃO DA RELIGIOSIDADE DE MATRIZ
    AFRICANA NA ARTE SEQUENCIAL
    – Susan Karolaine Gonçalves Soares Barbosa
    19h00
    DEBATE
    DEBATE
    20h00
    ENCERRAMENTO
    ENCERRAMENTO
    Sessão de Comunicações 3 (26/05)
    Sessão de Comunicações 4 (26/05)
    09h00
    A GARRA CINZENTA ATACA! A ARTE DOS QUADRINHOS BRASILEIROS DE
    FRANCISCO ARMOND E RENATO SILVA NOS ANOS 1930
    – Valéria Aparecida Bari
    LEMBRANÇAS QUE SÃO AVES, REVOANDO SOBRE O PASSADO: A INFÂNCIA, A
    GUERRA E A AMIZADE EM O JOGO DAS ANDORINHAS
    – Sabrina da Paixão Brésio
    09h20
    HQS PROMOVENDO A EDUCAÇÃO AMBIENTAL E A CONSCIÊNCIA DO DESENVOLVIMENTO
    SUSTENTÁVEL
    – Thiago Vasconcellos Modenesi
    DESVENDANDO O FÃ DE PERSONAGENS DE HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: UMA
    REFLEXÃO SOBRE CULTURA DO FÃ, PRÁTICAS DE CONSUMO E PERFORMANCE
    – Larissa Tamborindenguy Becko
    09h40
    PROJETO DE PESQUISA:
    (RE)CONTANDO A GEOGRAFIA EM QUADRINHOS DIGITAIS
    – Vinicius Arantes de Souza
    A GALÁXIA DE HUSSIE: LEITORES COMO AUTORES
    DE WEBCOMICS E O CASO DO SITE PARADOX SPACE
    – Maiara Alvim de Almeida
    10h00
    A UTILIZAÇÃO DE HISTÓRIAS EM QUADRINHOS NO ENSINO DE GEOGRAFIA: O
    QUE DIZEM AS PESQUISAS?
    – Vinicius Arantes de Souza
    QUADRINHOS AUTORAIS E REPRESENTAÇÃO TRANSGÊNERO:
    RETRATANDO A REALIDADE NAS MEMÓRIAS DE MALU
    – Raul Felipe Silva Rodrigues
    10h20
    ENOCS E HQS: QUADRINHOS VISIONÁRIOS DE SERGIO MACEDO
    – Matheus Moura Silva
    NEM VIVOS, NEM MORTOS… CAMINHANDO PARA LUGAR ALGUM:
    DESMITIFICAÇÃO DOS MORTOS NO FILME “A VOLTA DOS MORTOS VIVOS” E NO ROMANCE
    HOMÔNIMO
    – Ruben Marcelino Bento da Silva
    10h40
    DEBATE
    DEBATE
    11h30
    ENCERRAMENTO
    ENCERRAMENTO

  • PROGRAMAÇÃO DO III ENTRE ASPAS


    Programação geral do III Encontro Nacional de Pesquisadores em Arte Sequencial (III EntreASPAS)

    25 a 27 de Maio de 2017 – Leopoldina – MG
    24/05 (Quarta)
    25/05 (Quinta)
    26/05 (Sexta)
    27/05 (Sábado)
    09h00
    Credenciamento
    e Recepção de Boas Vindas
    Local: Casa de Leitura Lya Botelho
    Sessão de Comunicações 3 e 4
    Local: Casa de Leitura Lya Botelho
    09h30
    Mesa de Abertura
    Panorama, Perspectivas
    Diretoria ASPAS
    Local: Casa de Leitura Lya Botelho
    Videoconferência
    “A alfabetização visual e a utilização do desenho como ferramenta para o diálogo comunitário”
    Com Laure Garancher
    Local: Casa de Leitura Lya Botelho
    11h30
    Pausa para Almoço
    Pausa para Almoço
    Homologação
    da Nova Equipe Diretiva
    Local: Casa de Leitura Lya Botelho
    12h00
    Almoço de Despedida
    13h30
    – Painel 1 –
    Com Edgar Franco e Gazy Andraus
    Moderação: Danielle Barros
    Local: Casa de Leitura Lya Botelho
    – Painel 2 –
    Com Natania Nogueira e Daniela Marino
    Moderação: Maiara de Almeida
    Local: Casa de Leitura Lya Botelho
    Livre para turismo e/ou retorno
    15h30
    Intervalo refrescante
    Intervalo refrescante
    16h00
    Oficina 1 (Vinícius Arantes)
    Local: Centro Cultural Mauro Almeida
    Oficina 2 (Hamilton Kabuna)
    Local: Centro Cultural Mauro Almeida
    18h00
    Sessão de Comunicações 1 e 2
    Local: Casa de Leitura Lya Botelho
    Assembleia Geral e Eleição
    Local: Casa de Leitura Lya Botelho
    19h00
    Recepção Informal
    Local:
    Restaurante Estação Leopoldina
    20h00
    Confraternização
    Confraternização,
    Lançamento de Livros,
    Programação Cultural
    Local: Centro Cultural Mauro Almeida
    Confraternização,
    Lançamento de Livros,
    Programação Cultural
    Local: Centro Cultural Mauro Almeida
    Painel 1 (25/05)
    Com Edgar Silveira Franco
    e Gazy Andraus
    Moderação: Danielle Barros Silva Fortuna
    Painel 2 (26/05)
    Com Natania Aparecida da Silva Nogueira
    e Daniela dos Santos Domingues Marino
    Moderação: Maiara Alvim de Almeida
    13h30
    Criando Quadrinhos Poético-filosóficos em Parceria: A Experiência do Álbum “Duetos Essenciais”
    (Edgar Silveira Franco)
    Imagens e HQs do fanzine poético 3D’Imagens, um experimento para impressão tridimensionalizada
    (Gazy Andraus)
    As mulheres nos quadrinhos: o caso da Suécia
    (Natania Aparecida da Silva Nogueira)
    O processo deliberativo no encontro com Trina Robbins
    (Daniela dos Santos Domingues Marino)
    15h00
    DEBATE
    DEBATE
    Sessão de Comunicações 1 (25/05)
    Sessão de Comunicações 2 (25/05)
    18h00
    O MOSTRAR E O NARRAR NA NONA ARTE:
    UMA ANÁLISE DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS “HERE”
    – Cátia Ana Baldoino da Silva
    PROCESSOS CRIATIVOS NA CONSTRUÇÃO DOS ESTEREÓTIPOS “DERES” NOS MANGÁS: ASPECTOS ESTÉTICOS, SOCIAIS E NARRATIVOS
    – Amaro Xavier Braga Júnior
    18h20
    BIOSSEGURANÇA LABORATORIAL EM QUADRINHOS
     – Danielle Barros Silva Fortuna
    MÉTODO TEOLÓGICO PARA LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE HISTÓRIAS EM QUADRINHOS – Iuri Andréas Reblin
    18h40
    QUANDO A ESCULTURA ADENTRA OS QUADRINHOS
    – Fábio Purper Machado
    RELIGIÃO E QUADRINHOS: A VALORIZAÇÃO DA RELIGIOSIDADE DE MATRIZ AFRICANA NA ARTE SEQUENCIAL
    – Susan Karolaine Gonçalves Soares Barbosa
    19h00
    DEBATE
    DEBATE
    20h00
    ENCERRAMENTO
    ENCERRAMENTO
    Sessão de Comunicações 3 (26/05)
    Sessão de Comunicações 4 (26/05)
    09h00
    A GARRA CINZENTA ATACA! A ARTE DOS QUADRINHOS BRASILEIROS DE FRANCISCO ARMOND E RENATO SILVA NOS ANOS 1930
    – Valéria Aparecida Bari
    LEMBRANÇAS QUE SÃO AVES, REVOANDO SOBRE O PASSADO: A INFÂNCIA, A GUERRA E A AMIZADE EM O JOGO DAS ANDORINHAS
    – Sabrina da Paixão Brésio
    09h20
    HQS PROMOVENDO A EDUCAÇÃO AMBIENTAL E A CONSCIÊNCIA DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
    – Thiago Vasconcellos Modenesi
    DESVENDANDO O FÃ DE PERSONAGENS DE HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: UMA REFLEXÃO SOBRE CULTURA DO FÃ, PRÁTICAS DE CONSUMO E PERFORMANCE
    – Larissa Tamborindenguy Becko
    09h40
    PROJETO DE PESQUISA:
    (RE)CONTANDO A GEOGRAFIA EM QUADRINHOS DIGITAIS
    – Vinicius Arantes de Souza
    A GALÁXIA DE HUSSIE: LEITORES COMO AUTORES
    DE WEBCOMICS E O CASO DO SITE PARADOX SPACE
    – Maiara Alvim de Almeida
    10h00
    A UTILIZAÇÃO DE HISTÓRIAS EM QUADRINHOS NO ENSINO DE GEOGRAFIA: O QUE DIZEM AS PESQUISAS?
    – Vinicius Arantes de Souza
    QUADRINHOS AUTORAIS E REPRESENTAÇÃO TRANSGÊNERO:
    RETRATANDO A REALIDADE NAS MEMÓRIAS DE MALU
    – Raul Felipe Silva Rodrigues
    10h20
    ENOCS E HQS: QUADRINHOS VISIONÁRIOS DE SERGIO MACEDO
    – Matheus Moura Silva
    NEM VIVOS, NEM MORTOS… CAMINHANDO PARA LUGAR ALGUM: DESMITIFICAÇÃO DOS MORTOS NO FILME “A VOLTA DOS MORTOS VIVOS” E NO ROMANCE HOMÔNIMO
    – Ruben Marcelino Bento da Silva
    10h40
    DEBATE
    DEBATE
    11h30
    ENCERRAMENTO
    ENCERRAMENTO

  • INSCREVA-SE NO III Entre ASPAS


    O III Entre ASPAS ocorrerá entre os dias 25 e 27 de maio de 2017, na cidade de Leopoldina (MG). O Entre ASPAS é um encontro promovido pela Associação de Pesquisadores em Arte Sequencial (ASPAS) com o objetivo de reunir seus associados e associadas, a cada dois anos, na cidade de Leopoldina, sede física da ASPAS. 

    A ASPAS surgiu devido ao grande número de pesquisadores e pesquisadoras envolvidos com o universo da Arte Sequencial e a realização de estudos em diversas áreas do conhecimento que utilizaram, em especial, as histórias em quadrinhos como objetos de suas análises. Entretanto, a “arte sequencial” aqui é compreendida num sentido bem mais elástico que aquele atribuído por Will Eisner originalmente, envolvendo também cinema, animações, e outros formatos de “arte sequencial”, muito embora as histórias em quadrinhos ocupem um lugar primordial na discussão.

    Além de ser um evento científico, o Entre ASPAS também é um encontro administrativo, isto é, parte da programação será reservada para questões internas da ASPAS, como a assembleia geral da associação. Aberta a todos os associados e todas as associadas, nela serão apresentadas propostas de ação efetiva e será homologada a nova diretoria cujo mandato terá a duração de dois anos. Parte da sua programação será voltada a mesas e debates acerca dos rumos futuros da ASPAS e da pesquisa em Arte Sequencial no Brasil.

    SOBRE AS INSCRIÇÕES
    Poderão participar do III Entre ASPAS os associados e as associadas da ASPAS, bem como demais profissionais que desenvolvam atividades ou tenham interesse em desenvolver ações relacionadas ao estudo ou à pesquisa envolvendo artes sequenciais (quadrinhos, animação, cinema). Portanto, é um evento acadêmico, de viés científico e didático, voltado à profissionais, professores e professoras, estudantes de graduação e pós-graduação e demais interessados da comunidade em geral.

    Participantes poderão se inscrever como ouvintes e como apresentadores e apresentadoras de trabalho. Para ambos os casos, serão conferidos certificados de participação, desde que a inscrição esteja efetivada e que, no caso da apresentação oral, participantes se façam presentes para comunicar o trabalho.

    Será cobrada uma taxa única de inscrição para participantes que não são associados da ASPAS, no valor de R$ 75,00, via depósito bancário (os dados serão fornecidos em e-mail de resposta à solicitação de inscrição). Associados e associadas da ASPAS, em dia com todas as anuidades (inclusive a de 2017) estão isentos de pagamento de inscrição, sendo necessário apenas a confirmação da presença, igualmente por e-mail. As inscrições serão realizadas exclusivamente por meio do e-mail aspascontato@gmail.com, impreterivelmente a partir do envio dos seguintes dados:
    NOTAS SOBRE A APRESENTAÇÃO ORAL
    • Os temas para apresentação oral são livres em termos de abordagem e podem refletir pesquisas realizadas ou em andamento (TCCs, dissertações, teses, entre outros), bem como relatos de experiência ou prática pedagógica, desde que relacionados à arte sequencial;
    • O número de vagas para apresentação oral é limitado;
    • A organização do evento enviará carta de aceite diretamente ao/à proponente;
    • O envio do texto completo se dará após o evento, e as normas de apresentação técnico-científica, os prazos e outras informações serão comunicados diretamente aos inscritos que apresentaram seus trabalhos no evento.
    DATAS DE PRAZOS

  • INSCREVA-SE NO III Entre ASPAS


    O III Entre ASPAS ocorrerá entre os dias 25 e 27 de maio de 2017, na cidade de Leopoldina (MG). O Entre ASPAS é um encontro promovido pela Associação de Pesquisadores em Arte Sequencial (ASPAS) com o objetivo de reunir seus associados e associadas, a cada dois anos, na cidade de Leopoldina, sede física da ASPAS. 

    A ASPAS surgiu devido ao grande número de pesquisadores e pesquisadoras envolvidos com o universo da Arte Sequencial e a realização de estudos em diversas áreas do conhecimento que utilizaram, em especial, as histórias em quadrinhos como objetos de suas análises. Entretanto, a “arte sequencial” aqui é compreendida num sentido bem mais elástico que aquele atribuído por Will Eisner originalmente, envolvendo também cinema, animações, e outros formatos de “arte sequencial”, muito embora as histórias em quadrinhos ocupem um lugar primordial na discussão.

    Além de ser um evento científico, o Entre ASPAS também é um encontro administrativo, isto é, parte da programação será reservada para questões internas da ASPAS, como a assembleia geral da associação. Aberta a todos os associados e todas as associadas, nela serão apresentadas propostas de ação efetiva e será homologada a nova diretoria cujo mandato terá a duração de dois anos. Parte da sua programação será voltada a mesas e debates acerca dos rumos futuros da ASPAS e da pesquisa em Arte Sequencial no Brasil.

    SOBRE AS INSCRIÇÕES
    Poderão participar do III Entre ASPAS os associados e as associadas da ASPAS, bem como demais profissionais que desenvolvam atividades ou tenham interesse em desenvolver ações relacionadas ao estudo ou à pesquisa envolvendo artes sequenciais (quadrinhos, animação, cinema). Portanto, é um evento acadêmico, de viés científico e didático, voltado à profissionais, professores e professoras, estudantes de graduação e pós-graduação e demais interessados da comunidade em geral.

    Participantes poderão se inscrever como ouvintes e como apresentadores e apresentadoras de trabalho. Para ambos os casos, serão conferidos certificados de participação, desde que a inscrição esteja efetivada e que, no caso da apresentação oral, participantes se façam presentes para comunicar o trabalho.

    Será cobrada uma taxa única de inscrição para participantes que não são associados da ASPAS, no valor de R$ 75,00, via depósito bancário (os dados serão fornecidos em e-mail de resposta à solicitação de inscrição). Associados e associadas da ASPAS, em dia com todas as anuidades (inclusive a de 2017) estão isentos de pagamento de inscrição, sendo necessário apenas a confirmação da presença, igualmente por e-mail. As inscrições serão realizadas exclusivamente por meio do e-mail aspascontato@gmail.com, impreterivelmente a partir do envio dos seguintes dados:
    NOTAS SOBRE A APRESENTAÇÃO ORAL
    • Os temas para apresentação oral são livres em termos de abordagem e podem refletir pesquisas realizadas ou em andamento (TCCs, dissertações, teses, entre outros), bem como relatos de experiência ou prática pedagógica, desde que relacionados à arte sequencial;
    • O número de vagas para apresentação oral é limitado;
    • A organização do evento enviará carta de aceite diretamente ao/à proponente;
    • O envio do texto completo se dará após o evento, e as normas de apresentação técnico-científica, os prazos e outras informações serão comunicados diretamente aos inscritos que apresentaram seus trabalhos no evento.
    DATAS DE PRAZOS

  • Resumos para o XVII Congresso da Sociedade Internacional para o Estudo do Humor Luso-Hispânico será até 30-09

    Inscrições para o XVII Congresso da Sociedade Internacional para o Estudo do Humor Luso-Hispânico será até amanhã (30-09). ATENÇÃO: há premiação para os melhores trabalhos de mestrandos e doutorandos!!!!

    XVII Congresso da Sociedade Internacional para o Estudo do Humor Luso-Hispânico
    Dias: 09, 10 e 11 de novembro de 2016
    Local: UNESP – Araraquara – SP
    O XVII Congresso da Sociedade Internacional para o Estudo do Humor Luso-Hispânico terá lugar no Brasil, pelo segundo ano consecutivo, desde a primeira edição, ocorrida em 1996, na Filadélfia (Pennsylvania/EUA).
    O evento já foi sediado em grandes centros universitários e culturais, como: Monteal e Sudbury (Canadá), San Juan de Porto Rico, Santiago do Chile, Cidade do México Monterrey e Guadalajara no México, Minneapolis (Minnesota), São José da Costa Rica, Lisboa, Kansas City, Honolulu (Havaí) e no Brasil, na Universidade Federal de Mato Grosso, Campus de Cuiabá, em 2015.
    Dessa forma, é motivo de grande orgulho para o Departamento de Didática e o Programa de Pós-graduação em Educação Sexual da Faculdade de Ciências e Letras, Campus de Araraquara, acolher, de 09 a 11 de novembro de 2016, este prestigiado congresso.
    Aqui vão se reunir, vindos de Portugal, Espanha, França, Itália, Estados Unidos, Canadá, Brasil, Chile, Argentina, México, entre outros, estudiosos do humor nas suas diferentes vertentes. Para além dos eventos culturais programados, submetemos a concurso um prêmio pecuniário, instituído pela Sociedade Internacional para o Estudo do Humor Luso-Hispânico, para o melhor ensaio apresentado por um estudante de Mestrado ou em nível de Doutoramento, avaliado por um júri internacional, a ser atribuído no primeiro dia do congresso.
    Nesses vinte anos de existência da Sociedade, os campos do saber foram alargando-se da clássica literatura e das abordagens teóricas sobre o humor, ramificaram-se pelos caminhos da linguística, educação, semiótica, cinema, música, literatura, Internet, HQ’s, teatro, meios de comunicação de massa, história, saúde, psicologia, dentre outros.
    Por fim, esperamos que essas trocas acadêmicas, de discussões sempre tão profícuas, sejam feitas e vividas com muito Humor.
    Envio de trabalhos Até dia 30/Setembro
    Normas e maiores informações pelo blog:
    http://congressodehumorlusohispanico.blogspot.com.br/
    Ou email: congressohumorlusohispanico@gmail.com
    Ficha de Inscrição:
    https://docs.google.com/…/1FAIpQLSel4oHMlB8W-MAdd2…/viewform
    VALORES
    Até 30/setembro
    Após 30/setembro
    Ouvintes e Alunos da Graduação (Banner)
    R$ 50,00
    R$ 80,00
    Alunos de Pós-Graduação
    R$ 120,00
    R$ 150,00
    Professores
    R$ 200,00
    R$ 230,00
    O Valor deverá ser depositado na conta corrente:
    Banco Santander (033) – Agencia: 0044 – Conta Correte: 01-071410-2
    Em nome de Denise Maria Margonari
    E enviar o comprovante para o email.
    *Pagamentos Internacionais entrar em contato pelo email.
    Haverá o Concurso do Melhor Trabalho para Estudantes de Mestrado e Doutorado
    Prêmio Paul Seaver de R$ 500.
  • Resumos para o XVII Congresso da Sociedade Internacional para o Estudo do Humor Luso-Hispânico será até 30-09

    Inscrições para o XVII Congresso da Sociedade Internacional para o Estudo do Humor Luso-Hispânico será até amanhã (30-09). ATENÇÃO: há premiação para os melhores trabalhos de mestrandos e doutorandos!!!!

    XVII Congresso da Sociedade Internacional para o Estudo do Humor Luso-Hispânico
    Dias: 09, 10 e 11 de novembro de 2016
    Local: UNESP – Araraquara – SP
    O XVII Congresso da Sociedade Internacional para o Estudo do Humor Luso-Hispânico terá lugar no Brasil, pelo segundo ano consecutivo, desde a primeira edição, ocorrida em 1996, na Filadélfia (Pennsylvania/EUA).

    O evento já foi sediado em grandes centros universitários e culturais, como: Monteal e Sudbury (Canadá), San Juan de Porto Rico, Santiago do Chile, Cidade do México Monterrey e Guadalajara no México, Minneapolis (Minnesota), São José da Costa Rica, Lisboa, Kansas City, Honolulu (Havaí) e no Brasil, na Universidade Federal de Mato Grosso, Campus de Cuiabá, em 2015.

    Dessa forma, é motivo de grande orgulho para o Departamento de Didática e o Programa de Pós-graduação em Educação Sexual da Faculdade de Ciências e Letras, Campus de Araraquara, acolher, de 09 a 11 de novembro de 2016, este prestigiado congresso.

    Aqui vão se reunir, vindos de Portugal, Espanha, França, Itália, Estados Unidos, Canadá, Brasil, Chile, Argentina, México, entre outros, estudiosos do humor nas suas diferentes vertentes. Para além dos eventos culturais programados, submetemos a concurso um prêmio pecuniário, instituído pela Sociedade Internacional para o Estudo do Humor Luso-Hispânico, para o melhor ensaio apresentado por um estudante de Mestrado ou em nível de Doutoramento, avaliado por um júri internacional, a ser atribuído no primeiro dia do congresso.

    Nesses vinte anos de existência da Sociedade, os campos do saber foram alargando-se da clássica literatura e das abordagens teóricas sobre o humor, ramificaram-se pelos caminhos da linguística, educação, semiótica, cinema, música, literatura, Internet, HQ’s, teatro, meios de comunicação de massa, história, saúde, psicologia, dentre outros.

    Por fim, esperamos que essas trocas acadêmicas, de discussões sempre tão profícuas, sejam feitas e vividas com muito Humor.
    Envio de trabalhos Até dia 30/Setembro
    Normas e maiores informações pelo blog:
    http://congressodehumorlusohispanico.blogspot.com.br/
    Ou email: congressohumorlusohispanico@gmail.com
    Ficha de Inscrição:
    https://docs.google.com/…/1FAIpQLSel4oHMlB8W-MAdd2…/viewform
    VALORES
    Até 30/setembro
    Após 30/setembro
    Ouvintes e Alunos da Graduação (Banner)
    R$ 50,00
    R$ 80,00
    Alunos de Pós-Graduação
    R$ 120,00
    R$ 150,00
    Professores
    R$ 200,00
    R$ 230,00
    O Valor deverá ser depositado na conta corrente:
    Banco Santander (033) – Agencia: 0044 – Conta Correte: 01-071410-2
    Em nome de Denise Maria Margonari
    E enviar o comprovante para o email.
    *Pagamentos Internacionais entrar em contato pelo email.
    Haverá o Concurso do Melhor Trabalho para Estudantes de Mestrado e Doutorado
    Prêmio Paul Seaver de R$ 500.
  • Novo Parceiro: Excelsior! Grupo interdisciplinar de pesquisa em religião e cultura da mídia

    Excelsior! Grupo interdisciplinar de pesquisa em religião e cultura da mídia

    Concebido em 2015 e inscrito no Diretório de Grupos de Pesquisa no Brasil (CNPq) no ano seguinte, o Excelsior! é um grupo de pesquisa interdisciplinar alocado na Faculdade de Teologia e no curso de Comunicação Social do Centro Universitário Adventista de São Paulo, no Campus Engenheiro Coelho. Seu nome homenageia acatchphrase do escritor e empresário Stan Lee ao mesmo tempo que faz referência ao adjetivo “excelso”, muitas vezes ligado ao universo semântico do sagrado e do divino.
    O projeto de pesquisa do Excelsior! consiste em investigar a relação entre os media e demais elementos da cultura pop (com ênfase em games, arte sequencial e ficção audiovisual) e a religião (com ênfase no adventismo e na cultura gospel). Ao estabelecer um diálogo entre religião e mídias, procura-se compreender aproximações e tensões entre produtos e processos da cultura midiática e seus correlatos cujo conteúdo e público-alvo são religiosos, isto é, procura-se investigar o uso da mídia pelos religiosos e a criação de produtos midiáticos cujo público-alvo é o religioso.
    Nesse contexto, o grupo se propõe a analisar produtos e projetos midiáticos e de entretenimento do mercado gospel brasileiro, como aplicativos para celulares, games, jogos de tabuleiro, histórias em quadrinhos, livros-jogos, graphic novels e outros produtos de cultura pop de temática bíblica e/ou religiosa.
    Além disso, o Excelsior! busca também compreender as raízes e motivações teológicas, históricas e sociológicas da relação adventismo-mídia e cultura gospel-mídia por meio da análise do pensamento e da postura eclesiástica sobre os media e outros produtos midiáticos.
    Busca o Estudo da história do diálogo entre denominações religiosas e a arte sequencial, com ênfase na análise das motivações e dos pressupostos teológicos, sociológicos e comunicacionais da relação entre a religião, em especial a adventista, e as histórias em quadrinhos. Estudo da presença do fenômeno religioso na arte sequencial e da adaptação de histórias de natureza religiosa e bíblica para a linguagem dos quadrinhos.
    Coordenadores: Dr. Allan Novaes e Esp. Felipe Carmo.
    Saiba mais, clicando aqui.
  • Novo Parceiro: Excelsior! Grupo interdisciplinar de pesquisa em religião e cultura da mídia

    Excelsior! Grupo interdisciplinar de pesquisa em religião e cultura da mídia

    Concebido em 2015 e inscrito no Diretório de Grupos de Pesquisa no Brasil (CNPq) no ano seguinte, o Excelsior! é um grupo de pesquisa interdisciplinar alocado na Faculdade de Teologia e no curso de Comunicação Social do Centro Universitário Adventista de São Paulo, no Campus Engenheiro Coelho. Seu nome homenageia acatchphrase do escritor e empresário Stan Lee ao mesmo tempo que faz referência ao adjetivo “excelso”, muitas vezes ligado ao universo semântico do sagrado e do divino.
    O projeto de pesquisa do Excelsior! consiste em investigar a relação entre os media e demais elementos da cultura pop (com ênfase em games, arte sequencial e ficção audiovisual) e a religião (com ênfase no adventismo e na cultura gospel). Ao estabelecer um diálogo entre religião e mídias, procura-se compreender aproximações e tensões entre produtos e processos da cultura midiática e seus correlatos cujo conteúdo e público-alvo são religiosos, isto é, procura-se investigar o uso da mídia pelos religiosos e a criação de produtos midiáticos cujo público-alvo é o religioso.
    Nesse contexto, o grupo se propõe a analisar produtos e projetos midiáticos e de entretenimento do mercado gospel brasileiro, como aplicativos para celulares, games, jogos de tabuleiro, histórias em quadrinhos, livros-jogos, graphic novels e outros produtos de cultura pop de temática bíblica e/ou religiosa.
    Além disso, o Excelsior! busca também compreender as raízes e motivações teológicas, históricas e sociológicas da relação adventismo-mídia e cultura gospel-mídia por meio da análise do pensamento e da postura eclesiástica sobre os media e outros produtos midiáticos.
    Busca o Estudo da história do diálogo entre denominações religiosas e a arte sequencial, com ênfase na análise das motivações e dos pressupostos teológicos, sociológicos e comunicacionais da relação entre a religião, em especial a adventista, e as histórias em quadrinhos. Estudo da presença do fenômeno religioso na arte sequencial e da adaptação de histórias de natureza religiosa e bíblica para a linguagem dos quadrinhos.
    Coordenadores: Dr. Allan Novaes e Esp. Felipe Carmo.
    Saiba mais, clicando aqui.
  • Entrevista com Amaro Braga para Frankfurt Book Fair

    PROFESSORES LEITORES DE HQS CONSEGUEM MELHOR RESULTADO

    POR IVANI CARDOSO
    Pesquisas demonstram que não há correlação entre o baixo rendimento dos alunos e leitura das HQs (isto é, as HQs não são deseducadoras como muitos pensam). Além disso, os dados revelam que há uma relação entre a não leitura das HQs e o baixo rendimento, isto é, as notas mais baixas estão entre os alunos que não leem quadrinhos. As afirmações são de Amaro Braga, quadrinhista e sociólogo, um dos autores da obra “Quadrinhos & Educação volume 3: Fanzines, espaços e usos pedagógico”.Estudioso do tema e leitor voraz de quadrinhos, ele diz que o gênero é muito utilizado na escola em vários países, não apenas como indicativo de leitura paradidática, mas como leitura principal. Amaro afirma que os professores no Brasil ainda têm muito preconceito na hora de adotar HQS na sala de aula, muitas vezes até por desconhecimento. Para os educadores que desejam entrar nesse mundo adorado pelos alunos, ele dá algumas dicas: Pedir a ajuda dos alunos para selecionarem o material; ler bastante aquilo que circula no mercado e fazer anotações em busca de inter-relações com seus temas de aula. E, principalmente, estar disposto a promover estas interseções didáticas com o material escolar”. Amaro é licenciado e bacharel em Ciências Sociais, Especialista em História da Arte, Especialista em Artes Visuais, Especialista em EAD, Mestre e Doutor em Sociologia. Já publicou seis livros sobre quadrinhos e nove álbuns.  Em 2007, ganhou o HQMIX de melhor contribuição para os quadrinhos pelo álbum “Passos Perdidos, História Desenhada” sobre a presença judaica em Pernambuco. É professor Adjunto no Instituto de Ciências Sociais da Universidade Federal de Alagoas. Seu blog:www.axbraga.blogspot.com.br
    Há estudos comprovando a eficácia das HQs na sala de aula?
    Sim, há.  O conselho nacional dos Trabalhadores em Educação – CNTE, publica todos os anos um relatório chamado “Retrato da Escola”, no qual constam diversos levantamentos sobre temas relevantes. Entre eles há avaliação do porcentual de proficiência (nível das notas) entre estudantes leitores de quadrinhos e não leitores. Os levantamentos têm demonstrado que não há correlação entre o baixo rendimento dos alunos e leitura das HQs (isto é, as HQs não são deseducadoras). Além disso, os dados mostram que há uma relação entre a não leitura das HQs e o baixo rendimento, isto é, as notas mais baixas estão entre os alunos que não leem quadrinhos. E ainda, que professores que leem quadrinhos conseguem maior rendimento de seus alunos em comparação com os professores que não leem. Há diversos outros estudos, mais qualitativos (em forma de dissertação de mestrado e teses de doutorado) que realizam estudos de recepção mostrando a eficácia dos quadrinhos na sala de aula.
    Que tipo de HQs são os mais indicados para a aprendizagem?
    Não existe um tipo definido. Todas as HQs podem e têm potencialidades para o uso pedagógico. Os quadrinhos e a linguagem dos quadrinhos são recursos didáticos que podem ser explorados por quaisquer disciplinas e conteúdos, basta o professor ter conhecimento do material e desenvolver uma ação que o envolva. Se tivéssemos que elencar um tipo, seria aquele que o aluno já anda lendo. Se ele já ler uma HQ específica, é meio caminho andado para que o processo de aprendizagem ocorra, pois, o professor apenas despertará a compreensão sobre os fenômenos de interesse da disciplina. O aluno, ao conhecer a história ou o material quadrinizado pode, inclusive, participar com mais proeminência de um debate ou discussão e realizar a correlação entre a leitura e o conteúdo focado na aula.
    Que conteúdos mais favorecem o uso dos quadrinhos?
    Não existe um mais favorecido. Todos têm a mesma potencialidade. Agora, ultimamente, tem sido mais frequente aqueles conteúdos desenvolvidos pelos professores de português (no campo da linguística), história e literatura (devido às adaptações literárias).  Mas qualquer conteúdo pode ser efetivado. Já foram publicados no Brasil, mangás (quadrinhos japoneses) que ensinam estatística, cálculo, genética e processamento de dados (Só para citar os mais diferentes), tudo em quadrinhos.
    Quando saiu seu livro? Como surgiu a ideia?
    Em 2014 fizemos um levantamento sobre as pesquisas sobre quadrinhos e descobrimos que a grande maioria de estudos acadêmicos (monografias, dissertações e teses) estavam na área de educação. O Prof. Dr. Thiago Modenesi (FG/PE) já havia montado uma coletânea sobre “Quadrinhos e Educação” com cinco trabalhos de pesquisadores que atuaram na área (no qual eu participo e ele mesmo, tendo feito uma dissertação e uma tese em Educação focando as HQs) naquele mesmo ano e, após algumas conversas, resolvemos montar a coletânea “Quadrinhos e Educação”, para reunir os trabalhos destes pesquisadores. Em 2015, lançamos os volumes 1 e 2 com trabalhos de trinta e seis pesquisadores brasileiros e estrangeiros. E, agora, no primeiro semestre de 2016, lançamos o terceiro volume com mais dez artigos de pesquisadores de diversas regiões do Brasil. Já estamos trabalhando no volume 4.
    Os professores têm dificuldades em assumir o uso de HQs na sala de aula?
    Em princípio, sim. Pois ainda há muito preconceito por parte do tipo de leitura ser considerada infantil ou juvenil e de um entretenimento fugaz. Mesmo quando eles não têm esta perspectiva, encontram dificuldade em conhecer este universo gigantesco de publicações. O que os professores devem fazer é consultar aqueles que mais conhecem os quadrinhos, os grandes especialistas no assunto: os jovens leitores. São os próprios alunos que conhecem centenas de publicações. A seleção ou busca de material deve começar entre os alunos que podem vasculhar suas memórias e coleções no encontro de material de relevância para as aulas. Obviamente, os professores que são leitores de histórias em quadrinhos possuem uma facilidade muito maior em introduzir as temáticas e as dinâmicas envolvendo o material.
    Quais são as idades que mais leem HQs?
    Depende do local/região e dos gêneros de publicação. Os estudos de recepção mostram que é extremamente diversificado e muito restrito a determinados segmentos. Entre os quadrinhos infantis, como Turma da Mônica, estão as crianças até 12 anos; já entre os quadrinhos de super-heróis, jovens dentre 14 e 24 anos. Isto é, os segmentos etários variam conforme o gênero de publicação. Mesmo assim, há membros de quase todas as faixas etárias em cada segmento.
    Os quadrinhos favorecem a leitura de outros segmentos editoriais?
    Depende do tipo de quadrinhos e do público-alvo. Nos quadrinhos infantis, não. Já nos quadrinhos undergrounds, sim. Não há uma correlação significativa entre estes dados. Os quadrinhos não podem ser vistos como uma ponte para um tipo de acesso literário. Ele é um gênero independente. Seu consumo não facilita ou caminha para o consumo de outros materiais, necessariamente.
    Como está o mercado de HQs no Brasil?
    O mercado brasileiro anda em pleno processo de desenvolvimento. Não tem a mesma estrutura de mercados consolidados como o japonês, o europeu ou o norte-americano, mas caminha num processo, um pouco estável, mas crescente. Hoje, muito mais que nas últimas duas décadas, é mais fácil produzir e publicar no Brasil, muito devido às iniciativas coletivas (como o financiamento coletivo) e aos recursos cibernéticos (como o uso do facebook e de blogs para publicar webcomics e webtiras). Ainda é muito difícil viver profissionalmente deste segmento (são poucos os que conseguem), mas as vagas estão aumentando e a mentalidade comercial das empesas, se modificando, mesmo que devagar.
    Quais os seus quadrinhos preferidos?
    Devido à minha atuação como pesquisador de quadrinhos, termino lendo de tudo e não tendo um segmento preferencial. Mas tendo a consumir com mais intensidade e prazer os quadrinhos japoneses, os mangás.
    Quando começou a gostar do tema?
    Como boa parte dos jovens, comecei a ler quadrinhos na pré-adolescência. A prática me levou ao colecionismo e, por conseguinte, a um clube de colecionadores de quadrinhos em Recife, chamado Nanquim. Neste grupo, começamos a desenvolver praticas de discussão sobre este universo e de pesquisar publicações diferentes. O grupo cresceu e se institucionalizou, realizando diversas exposições sobre o tema, por volta do início da década de 1990. Isso me levou à pesquisa acadêmica, e a realizar um mestrado e um doutorado sobre quadrinhos na área de sociologia.

  • Entrevista com Amaro Braga para Frankfurt Book Fair

    PROFESSORES LEITORES DE HQS CONSEGUEM MELHOR RESULTADO

    POR IVANI CARDOSO
    Pesquisas demonstram que não há correlação entre o baixo rendimento dos alunos e leitura das HQs (isto é, as HQs não são deseducadoras como muitos pensam). Além disso, os dados revelam que há uma relação entre a não leitura das HQs e o baixo rendimento, isto é, as notas mais baixas estão entre os alunos que não leem quadrinhos. As afirmações são de Amaro Braga, quadrinhista e sociólogo, um dos autores da obra “Quadrinhos & Educação volume 3: Fanzines, espaços e usos pedagógico”.Estudioso do tema e leitor voraz de quadrinhos, ele diz que o gênero é muito utilizado na escola em vários países, não apenas como indicativo de leitura paradidática, mas como leitura principal. Amaro afirma que os professores no Brasil ainda têm muito preconceito na hora de adotar HQS na sala de aula, muitas vezes até por desconhecimento. Para os educadores que desejam entrar nesse mundo adorado pelos alunos, ele dá algumas dicas: Pedir a ajuda dos alunos para selecionarem o material; ler bastante aquilo que circula no mercado e fazer anotações em busca de inter-relações com seus temas de aula. E, principalmente, estar disposto a promover estas interseções didáticas com o material escolar”. Amaro é licenciado e bacharel em Ciências Sociais, Especialista em História da Arte, Especialista em Artes Visuais, Especialista em EAD, Mestre e Doutor em Sociologia. Já publicou seis livros sobre quadrinhos e nove álbuns.  Em 2007, ganhou o HQMIX de melhor contribuição para os quadrinhos pelo álbum “Passos Perdidos, História Desenhada” sobre a presença judaica em Pernambuco. É professor Adjunto no Instituto de Ciências Sociais da Universidade Federal de Alagoas. Seu blog:www.axbraga.blogspot.com.br
    Há estudos comprovando a eficácia das HQs na sala de aula?
    Sim, há.  O conselho nacional dos Trabalhadores em Educação – CNTE, publica todos os anos um relatório chamado “Retrato da Escola”, no qual constam diversos levantamentos sobre temas relevantes. Entre eles há avaliação do porcentual de proficiência (nível das notas) entre estudantes leitores de quadrinhos e não leitores. Os levantamentos têm demonstrado que não há correlação entre o baixo rendimento dos alunos e leitura das HQs (isto é, as HQs não são deseducadoras). Além disso, os dados mostram que há uma relação entre a não leitura das HQs e o baixo rendimento, isto é, as notas mais baixas estão entre os alunos que não leem quadrinhos. E ainda, que professores que leem quadrinhos conseguem maior rendimento de seus alunos em comparação com os professores que não leem. Há diversos outros estudos, mais qualitativos (em forma de dissertação de mestrado e teses de doutorado) que realizam estudos de recepção mostrando a eficácia dos quadrinhos na sala de aula.
    Que tipo de HQs são os mais indicados para a aprendizagem?
    Não existe um tipo definido. Todas as HQs podem e têm potencialidades para o uso pedagógico. Os quadrinhos e a linguagem dos quadrinhos são recursos didáticos que podem ser explorados por quaisquer disciplinas e conteúdos, basta o professor ter conhecimento do material e desenvolver uma ação que o envolva. Se tivéssemos que elencar um tipo, seria aquele que o aluno já anda lendo. Se ele já ler uma HQ específica, é meio caminho andado para que o processo de aprendizagem ocorra, pois, o professor apenas despertará a compreensão sobre os fenômenos de interesse da disciplina. O aluno, ao conhecer a história ou o material quadrinizado pode, inclusive, participar com mais proeminência de um debate ou discussão e realizar a correlação entre a leitura e o conteúdo focado na aula.
    Que conteúdos mais favorecem o uso dos quadrinhos?
    Não existe um mais favorecido. Todos têm a mesma potencialidade. Agora, ultimamente, tem sido mais frequente aqueles conteúdos desenvolvidos pelos professores de português (no campo da linguística), história e literatura (devido às adaptações literárias).  Mas qualquer conteúdo pode ser efetivado. Já foram publicados no Brasil, mangás (quadrinhos japoneses) que ensinam estatística, cálculo, genética e processamento de dados (Só para citar os mais diferentes), tudo em quadrinhos.
    Quando saiu seu livro? Como surgiu a ideia?
    Em 2014 fizemos um levantamento sobre as pesquisas sobre quadrinhos e descobrimos que a grande maioria de estudos acadêmicos (monografias, dissertações e teses) estavam na área de educação. O Prof. Dr. Thiago Modenesi (FG/PE) já havia montado uma coletânea sobre “Quadrinhos e Educação” com cinco trabalhos de pesquisadores que atuaram na área (no qual eu participo e ele mesmo, tendo feito uma dissertação e uma tese em Educação focando as HQs) naquele mesmo ano e, após algumas conversas, resolvemos montar a coletânea “Quadrinhos e Educação”, para reunir os trabalhos destes pesquisadores. Em 2015, lançamos os volumes 1 e 2 com trabalhos de trinta e seis pesquisadores brasileiros e estrangeiros. E, agora, no primeiro semestre de 2016, lançamos o terceiro volume com mais dez artigos de pesquisadores de diversas regiões do Brasil. Já estamos trabalhando no volume 4.
    Os professores têm dificuldades em assumir o uso de HQs na sala de aula?
    Em princípio, sim. Pois ainda há muito preconceito por parte do tipo de leitura ser considerada infantil ou juvenil e de um entretenimento fugaz. Mesmo quando eles não têm esta perspectiva, encontram dificuldade em conhecer este universo gigantesco de publicações. O que os professores devem fazer é consultar aqueles que mais conhecem os quadrinhos, os grandes especialistas no assunto: os jovens leitores. São os próprios alunos que conhecem centenas de publicações. A seleção ou busca de material deve começar entre os alunos que podem vasculhar suas memórias e coleções no encontro de material de relevância para as aulas. Obviamente, os professores que são leitores de histórias em quadrinhos possuem uma facilidade muito maior em introduzir as temáticas e as dinâmicas envolvendo o material.
    Quais são as idades que mais leem HQs?
    Depende do local/região e dos gêneros de publicação. Os estudos de recepção mostram que é extremamente diversificado e muito restrito a determinados segmentos. Entre os quadrinhos infantis, como Turma da Mônica, estão as crianças até 12 anos; já entre os quadrinhos de super-heróis, jovens dentre 14 e 24 anos. Isto é, os segmentos etários variam conforme o gênero de publicação. Mesmo assim, há membros de quase todas as faixas etárias em cada segmento.
    Os quadrinhos favorecem a leitura de outros segmentos editoriais?
    Depende do tipo de quadrinhos e do público-alvo. Nos quadrinhos infantis, não. Já nos quadrinhos undergrounds, sim. Não há uma correlação significativa entre estes dados. Os quadrinhos não podem ser vistos como uma ponte para um tipo de acesso literário. Ele é um gênero independente. Seu consumo não facilita ou caminha para o consumo de outros materiais, necessariamente.
    Como está o mercado de HQs no Brasil?
    O mercado brasileiro anda em pleno processo de desenvolvimento. Não tem a mesma estrutura de mercados consolidados como o japonês, o europeu ou o norte-americano, mas caminha num processo, um pouco estável, mas crescente. Hoje, muito mais que nas últimas duas décadas, é mais fácil produzir e publicar no Brasil, muito devido às iniciativas coletivas (como o financiamento coletivo) e aos recursos cibernéticos (como o uso do facebook e de blogs para publicar webcomics e webtiras). Ainda é muito difícil viver profissionalmente deste segmento (são poucos os que conseguem), mas as vagas estão aumentando e a mentalidade comercial das empesas, se modificando, mesmo que devagar.
    Quais os seus quadrinhos preferidos?
    Devido à minha atuação como pesquisador de quadrinhos, termino lendo de tudo e não tendo um segmento preferencial. Mas tendo a consumir com mais intensidade e prazer os quadrinhos japoneses, os mangás.
    Quando começou a gostar do tema?
    Como boa parte dos jovens, comecei a ler quadrinhos na pré-adolescência. A prática me levou ao colecionismo e, por conseguinte, a um clube de colecionadores de quadrinhos em Recife, chamado Nanquim. Neste grupo, começamos a desenvolver praticas de discussão sobre este universo e de pesquisar publicações diferentes. O grupo cresceu e se institucionalizou, realizando diversas exposições sobre o tema, por volta do início da década de 1990. Isso me levou à pesquisa acadêmica, e a realizar um mestrado e um doutorado sobre quadrinhos na área de sociologia.